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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 524

O Olho Mágico de Sete Cores, e a Mãe e o Filho

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Capítulo 524 – O Olho Mágico de Sete Cores, e a Mãe e o Filho

— "Sete Olhos Mágicos"?

— Sim. Nos meus dois olhos, moram sete tipos de olho mágico, capazes de ativar conforme minha vontade.

Ouvindo essa história do Kuon, fico surpreso. Primeira vez ouvindo que alguém tem múltiplos olhos mágicos. E ainda por cima, sete tipos.

Normalmente, olho mágico é num dos dois olhos, mudando de cor diferente do olho original. Igual à Honō, uma das três garotas kunoichi, que tem [Olho Mágico de Visão Distante], onde só um lado é levemente marrom, mas numa olhada rápida parece igual nos dois olhos, tem também esse tipo, mas, no caso do Kuon, de qualquer ângulo, ambos os olhos são pretos.

— Dá pra usar um pouco pra mim ver?

— Tá bem. Então, dá pra usar [Light] pequeno?

[Light]? Sem entender bem, mas, conforme instruído, crio pequena luz mágica no ar.

O Kuon observa fixamente essa esfera de luz. Esse olho muda pra cor dourada tingida levemente de azul, e, na hora, o [Light] desaparece. Isso é…

— [Olho Mágico da Dissipação de Névoa]. Olho mágico capaz de anular magia, sabe. Mas só funciona se visualizar.

Anular magia, é. Isso é incrível. Será tipo minha magia de absorção [Absorb]?

— Incrível, Kuon! Que outros olhos mágicos você tem!?

A tensão da Yumina explode ao máximo. Parece feliz por ver a característica de olho mágico dela transmitida ao filho. Entendo o sentimento, mas se acalma um pouco, mãe.

O "Sete Olhos Mágicos" explicado pelo Kuon era assim:

■ Verde: Olho Mágico da Subserviência: olho mágico capaz de submeter animal, fera mágica. ■ Amarelo: Olho Mágico da Fixação: olho mágico capaz de parar o movimento de objeto. ■ Azul: Olho Mágico da Dissipação de Névoa: olho mágico capaz de anular magia. ■ Branco: Olho Mágico do Discernimento: olho mágico capaz de ler bem ou mal de pessoa. ■ Vermelho: Olho Mágico do Esmagamento: olho mágico capaz de destruir matéria. ■ Laranja: Olho Mágico da Prescância: olho mágico de visão de futuro. ■ Roxo: Olho Mágico da Ilusão: olho mágico capaz de mostrar ilusão.

[Olho Mágico do Discernimento] e [Olho Mágico da Prescância], sem dúvida, devem ter sido herdados da Yumina.

Cada um parece olho mágico conveniente, mas também tem várias restrições.

Por exemplo, [Olho Mágico da Fixação] parece se desfazer com piscar de olho, e [Olho Mágico da Subserviência] não funciona em humano, e num indivíduo só dura vinte e quatro horas. Mesmo assim, sem dúvida, são habilidades bem úteis.

— Consegue usar magia?

— Só de atributo nulo. [Slip] e [Paralyze], sabe.

Opa, esse lado parece ter herdado as magias que uso com frequência. As duas são convenientes, né?

— Como esperado, filho meu e do Touya-san! Kufufu, vou te dar carinho, carinho!

— Umm, mãe, isso é levemente vergonhoso, então…

A Yumina, sentada ao lado do Kuon, abraça o filho, acariciando a cabeça repetidamente. O Kuon parece levemente desconfortável, mas deixa acontecer assim mesmo.

— Completamente derretida, hein…

— Nunca vi a Yumina-san assim antes…

Chega esse tipo de voz da Yae e da Rū, mas eu também sinto o mesmo. Visto de fora, parece exatamente "irmã mimando irmão mais novo".

— Mas, sinto que é um pouco rígido demais, hein. Ser educado é bom, mas menino não seria melhor um pouco mais animado? Que tipo de educação a Yumina deu, afinal.

— Muu. Que isso, tá ótimo assim. Sendo príncipe de um país, deve ser educado, ter comportamento elegante e firme! Como esperado, sou eu mesma! Eduquei bem!

Diante da fala da Eruze, a Yumina contesta. Mas, dessa vez, a Āshia levanta contestação.

— Não, mãe Yumina, sendo sempre ocupada com a administração do país basicamente, a educação do Kuon foi feita quase toda por outra pessoa, no entanto…

— «« Eh!? Quem!? »»

Diante de eu e a Yumina retrucando assim, o olhar das crianças se concentra num ponto. Ali, deitado em cima do sofá, "goron", tá um pequeno tigre branco.

『Sim?』

— «« Kokuyōuu!? »»

— Desde que nasceu, o Kokuyō sempre esteve ao lado do Kuon, afinal. Até a fala aprendeu com o Kokuyō, viu.

A, aaa! Faz sentido mesmo! O jeito de falar do Kokuyō e o jeito de falar do Kuon! É isso, deve ter aprendido imitando o jeito de falar do Kokuyō!

Segundo a história da Āshia, não só isso, etiqueta, educação de estudo, jeito de lutar, até chegando em dança, tudo relacionado ao comportamento de príncipe foi inserido totalmente sob instrução do Kokuyō.

— Pensando bem, ouvi que o Kokuyō viraria guarda-costas do Kuon, né… não só guarda-costas, também era responsável pela educação, hein.

『Entendi… se for assim, é orgulhoso. Devo elogiar o eu do futuro por ter se esforçado tanto?』

— Uu… o que eu tô fazendo no futuro, afinal…

Diferente do Kokuyō, levemente orgulhoso, a Yumina abaixa os ombros, desanimada.

— Não, mãe, você apoia o pai, se esforçando pra tornar este país melhor. Eu respeito profundamente essa figura sincera sua.

— Touya-san! Filho fofo!

De novo, a Yumina abraça com força, "gyuu", começando a acariciar a cabeça repetidamente, "nadekuri nadekuri". Para, senão vai ficar careca.

Enquanto fico preocupado com a cabeça do filho, a porta da sala de estar abre com força, "dobaan!", e entram a Kūn e a Yakumo, que foi buscá-la na cidade subterrânea.

— Onde tá a Coroa "Prata"!

Diante do primeiro grito da Kūn, todo mundo mostra expressão de decepção. Primeiro, direciona o olhar pro irmão que finalmente chegou.

A Kūn avança reto até onde tá o Kuon, pegando a Silvā colocada ao lado dele.

— É isso! Nunca imaginei que a Coroa "Prata" fosse golem de tipo armado! Golem armado de Kuromu Ranshesu… kufufu, o Gigantesu foi pego pelo Doutor e o pessoal, mas isso, sim, foi bom achado!

『Jovenzinho! Essa senhorita, tá muito assustadora, viu!? Especialmente o olho! O olho tá meio assustador!』

Presa pela Kūn, a Silvā treme com medo. A Kūn, prestes a correr direto pro laboratório com essa energia, é impedida pela própria mãe, a Rin.

— Ei. Primeiro, ao menos diz "bem-vindo de volta" pro seu irmão. E essa espada é dele. Não faz coisa por conta própria assim. Você, roubando coisa do irmão, não tem vergonha como irmã mais velha?

— Aita!?

O chope da Rin cai na cabeça da Kūn. Uhum, essa atitude agora merece bronca mesmo.

— A, ehm, desculpa… bem-vindo de volta, Kuon. Que bom que tá seguro. Então, isso, essa espada, dá pra deixar eu ver um pouco?

Repreendida pela Rin, levemente desanimada, a Kūn, mesmo assim, parecendo ainda curiosa com a Silvā, pergunta desculpando-se pro Kuon.

— Você, hein…

— Mãe Rin, não se preocupe. A irmã Kūn ser assim é sempre assim mesmo. E ainda, essa espada, originalmente era pra ser pres…

『O, opa!? Jovenzinho, jovenzinho, jovenzinho!? Nós dois somos um só, sabe!? Não pode ser que o jovenzinho vai me abandonar assim, cruelmente, não é!? Confio nisso, viu!? Confio, sim!?』

— A… como já era pra ser examinado pela irmã Kūn mesmo. Sim.

Agora há pouco, não ia dizer "presente"?

Talvez a súplica desesperada tenha funcionado, o Kuon parece não ter cedido a Silvā de vez. Mas parece que vai deixar examinar mesmo.

— Não quebra, por favor, viu, irmã Kūn.

— Não vou quebrar. Até eu sei quão preciosa isso é. Provisoriamente, os detalhes vou pedir pro Doutor examinar com [Analyze] dele.

Magia de análise [Analyze], é. Eu também consigo usar, mas, sem conhecimento, mesmo olhando por dentro, não entenderia nada mesmo.

Pra Silvā, será tipo receber tomografia computadorizada?

『Só ansiedade, viu…』

Talvez tremendo, na mão da Kūn, a Silvā emite som, "tsurunari", da guarda. Habilidosa, essa aí.

— Mais que isso! Precisamos resolver a roupa do Kuon! A partir de agora, vamos juntos até a loja do Zanakku-san!

— Eh? Essa roupa não tá bem?

Diante da fala repentina da Yumina, o Kuon olha pra baixo a própria roupa. Bom, originalmente, deve ter sido roupa razoavelmente boa, mas, talvez pela longa jornada, tá levemente amassada em alguns lugares. Talvez a Yumina não tenha aceitado deixar o filho vestido com esse tipo de roupa.

— Ah, então eu também vou! Vou escolher roupa que combina com o Kuon!

A Arisu ergue a mão, se oferecendo pra acompanhar o Kuon e o pessoal. Arisu, atrás, atrás. Seu pai tá com cara de mordendo inseto amargo.

O Kuon também mostra sorriso contraído. Essa reação do Ende, parece ser normal mesmo no futuro também.

— Ah, se for isso, eu também vou. A Eruna também vem? Vou comprar roupa fofa.

— Eh? Mas foi comprada recentemente, viu…

Diante da fala da Eruze, a Eruna mostra rosto tipo "será que tá tudo bem?". Entre as crianças, quem mais recebe roupa comprada é a Eruna, penso. A Eruze compra dizendo "combina com isso também, fofa nisso também".

De fato, tudo combinava e era fofo, então, do meu lado, não tenho intenção de impedir.

Provavelmente, a Yumina também deve estar no mesmo estado. Deve querer vestir o filho com vários tipos de roupa. Se for isso, só resta uma coisa que posso fazer.

Abro [Gate] até o beco perto da loja do Zanakku-san.

— Vai lá. O Kokuyō e a Yakumo também vão junto, por favor. Conto com vocês na volta.

— Entendido.

— Certo, Kuon, vamos! Passeio com a mamãe!

A Yumina puxa a mão do Kuon, sumindo dentro do [Gate]. Depois, seguem a Arisu, o Kokuyō, a Eruze, a Eruna, a Yakumo, e, quando o Ende tenta atravessar, fecho o [Gate].

— Espe!?

— Se você for junto, o Kuon não vai conseguir escolher com calma, né. Toma um pouco de consideração.

— Ku! Eu só quero comprar roupa pra Arisu! Não é pra vigiar se meu filho não fica de conchavo com sua filha!

A verdadeira intenção escapou, patrão.

O Ende salta da varanda conectada à sala de estar, saindo assim mesmo.

Determinado a chegar até a loja do Zanakku-san na cidade do castelo. Com as pernas dele, deve chegar em poucos minutos. Desculpa, Kuon. O pai boba dela vai chegar, mas aguenta firme.

— Mesmo assim, até o Ende, sendo tão pai bobo assim, hein. Queria ter um pouco mais de tolerância pra aceitar um ou dois namorados da filha.

Diante do meu murmúrio, chega olhar tipo atônito da Furei, da Kūn e da Āshia. O que foi.

— Isso é bumerangue puro, sabe…

— Não parece falar isso a pessoa que ficava encarando feio um atrás do outro os garotos que se declaravam pra gente.

— Vamos gravar isso?

As crianças falam algo, mas não escuto, não escuto.

— Aliás, Kūn. O material metálico cedido de Gandirisu, dá pra deixar no "Hangar"?

Pergunto isso pra Kūn, que agita a Silvā de um lado pro outro, "bunbun". Ei, isso é perigoso, para de agitar dentro de casa. Ah, de novo apanhou da Rin.

O material metálico que seria cedido barato de Gandirisu, com a condição da descoberta da cidade subterrânea e a cessão do Gigantesu (fazendo análise conjunta, mas o objeto em si foi cedido — não faz sentido receber coisa quebrada mesmo), acabou sendo dado de graça. Sendo quantidade considerável, pensei em recusar, mas, dizendo que valia isso, aceitei com gratidão.

— Uu… por favor, coloca tudo no hangar. Já tenho o design pronto, então já consigo começar a produção.

De novo, recebendo golpe da Rin, a Kūn responde segurando a cabeça.

Mas a quantidade de material metálico recebida é absurda, o que pretende fazer, afinal? É pro Ōbāgia da Arubusu, né? Será que pretende fazer várias unidades e combinar igual o Gigantesu?

— Isso fica pra prazer depois de completo. Então, eu vou analisar a Coroa "Prata", então, licença!

"Pyuu!", feito vento, a Kūn se afasta. Pelo jeito, o Ōbāgia da Arubusu não deve virar produção imediata assim…

— Francamente, sem calma nenhuma… queria que se espelhasse no irmão. Se a Kūn nascer, também vou pedir pro Kokuyō cuidar da educação, quem sabe…

Não, não, no caso do Kuon, acho que é caso especial mesmo. E ainda, segundo a história da vovó Tokie, parece que, pela força da compulsão do espírito do tempo, o futuro não muda, então acho inútil. Mas parece que essa força de compulsão também não vence poder de deus.

Ou seja, quer dizer que, envolvendo deus maligno, existe possibilidade do futuro mudar. Claro, não vou deixar isso acontecer.

O fato da vovó Tokie não conseguir devolver as crianças pro futuro imediatamente talvez seja porque quer resolver o problema do deus maligno, eliminando a preocupação, antes de fazer isso.

— Certo! Já que o Kuon também veio, hoje à noite vamos fazer jantar luxuoso! Mãe, vamos disputar quem consegue deixar o Kuon mais feliz!

— Você não aprende mesmo, hein, Āshia… parece que esqueceu que já perdeu uma vez.

— Fufuun, mãe não sabe do gosto do Kuon, né? Eu sei o gosto de comida dele desde que nasceu. Dessa vez, eu que vou levar a vitória!

— Mu…

Não fica se encarando, não fica se encarando. A Āshia e a Rū, sorrindo ousadas uma pra outra, soltam faísca, "bachibachi".

— A irmã Ā-chan é astuta como sempre, hein…

Escapa voz atônita da Furei junto com suspiro.

— Ooh… combina, combina. Parece príncipe mesmo.

— Fufun. O Kuon fica bem com qualquer roupa, afinal! Como esperado, meu filho!

— Haha…

Diante da Yumina se exibindo com cara orgulhosa, "doya", o Kuon mostra sorriso contraído. Mãe, seu filho tá se retraindo, viu.

Voltando da loja do Zanakku-san, o Kuon veste camisa branca com colete azul-marinho, gravata borboleta azul-marinho, calça preta, aparência elegante, mas emanava aura de príncipe. Uuun, meu próprio filho, mas parece firme mesmo… opa!? Se for assim, não posso falar tanto da Yumina, né.

Claro, não só essa roupa, parece que trouxe mais montanha de sacola de papel.

Depois disso, o jantar preparado pela Āshia e a Rū foi disposto na mesa com fartura.

Parece que a Āshia sabia o gosto de comida do Kuon, mas, sucumbindo a suborno (fisgada com doce), obtendo informação da Yoshino e da Rinne, a Rū também produziu comida não inferior.

— Ugunu… isso é injusto, viu!

A Āshia reclama. Essa criança… quem seria pra dizer isso, francamente.

Diante das duas pressionando "qual foi mais gostoso", o Kuon, respondendo sorrindo, "ambas são sabor de família, então não dá pra decidir melhor ou pior", escapa habilmente da situação. Essa técnica, queria que ensinasse pro papai também…

Depois de comer comida gostosa, o Kuon quase foi levado pela Yumina pro banho, mas, como esperado, deve sentir resistência em entrar com a mãe, recusando com toda força.

Em troca, foi arrastado pro quarto dizendo "vamos dormir juntos!". Bom, a Yumina esteve o tempo todo ansiosa esperando poder encontrar o Kuon, afinal. Filho, aguenta firme com ela.

— Que bom, hein… eu também queria encontrar logo a Sutefu.

A Sū observa com inveja a Yumina e o Kuon se dirigindo pro quarto. Só falta a filha da Sū, Sutefania, ainda não chegar. Faz sentido a Sū sentir inveja.

Abraço a pequena esposa, consolando.

— Tá tudo bem. Já que o Kuon chegou, a Sutefu também deve chegar logo.

— …Umu. Quando ela chegar, vou mimar com todo carinho. Vou entrar no banho junto, brincar junto, dormir junto.

— Uhum. Vamos dormir em fileira de família.

— Umu.

Ainda levemente sem ânimo, mas parece ter se acalmado um pouco.

Vendo essa cena, a Rinne e a Eruna vêm até os dois lados da Sū, segurando a mão dela.

— Mãe Sū, hoje eu durmo junto com você.

— E, eu também. Quero dormir junto com a mãe Sū…

— O, o que foi, vocês duas. Eu não tô especialmente triste, viu!? …Uhum. Mas, já que vocês tão dizendo isso tanto assim, vou dormir junto então.

Vendo isso, a Eruze e a Rinze encolhem os ombros com sorriso contraído. Com sorriso feliz, "nikoniko", a Sū abraça a Eruna e a Rinne.

Ter filhas gentis assim, sou homem feliz mesmo.

Manhã seguinte.

O Kuon logo é levado pela Yae e a Hiruda até o campo de treino, participando do treino matutino.

Foi combate de espada sem usar olho mágico, mas parece razoavelmente forte. Não chegando ao nível da Yakumo e da Furei, mas muito mais forte que aventureiro comum por aí.

Segundo a história da Yakumo e o pessoal que observavam junto, parece que, desde pequeno, foi treinado pela Yae, a Hiruda, e a irmã Moroha.

A propósito, parece que, quando usa olho mágico, até a Yakumo e a Furei acham incômodo. Porque, com [Olho Mágico da Fixação], consegue parar o movimento por um instante.

Dizem "[Olho Mágico da Fixação]", mas parece que não para completamente, se forçar totalmente a força, dá pra se mover de algum jeito (dizem que pra pessoa comum é praticamente impossível). Sendo capaz de desfazer só piscando os olhos, dizem que, nessa hora, miram os olhos, mas… vocês, que tipo de treino faziam, francamente…

— Kuon! Chegueeei!

Gritando alto, a Arisu vem correndo do outro lado do campo de treino. Que animada desde a manhã cedo, hein… opa? Atrás dela, vêm as três mães, mãe da Arisu.

Sem se importar com a Arisu indo direto até o Kuon, as três que vieram chegam até onde eu tô.

— Por que vocês três juntas? O Ende?

— O Endemyuon hoje tá trabalhando na Guilda. Nós viemos ver o cavalheiro pelo qual a Arisu tá apaixonada.

— Mesmo sendo seu filho, não posso dar a Arisu como noiva pra qualquer sujeito estranho.

— Confirmar. Isso é importante.

Ah, quer dizer que vieram avaliar, é? Não só o pai, a mãe também é superprotetora, hein…

Talvez meu pensamento tenha aparecido no rosto, vendo isso, a Meru sorri, "kusu".

— Se for escolha da Arisu, não tenho nenhuma objeção, viu? Mas, sendo criança que talvez vire filho por casamento futuramente, deve ser natural querer ver, né?

— Bom, entendo o sentimento.

O olhar da Meru e o pessoal se direciona pro Kuon lutando contra a Yae no campo de treino.

Kuon e Arisu casando, hein… história do futuro do futuro. Quantos anos daqui, afinal.

Mas, se for isso, será que a Arisu vai virar rainha de Brunhild no futuro? …Aquele lado tá tudo bem?

Talvez seria melhor deixar receber educação de dama junto com minhas filhas? Pensava sobre o futuro assim.


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