Capítulo 525 – O Encontro com os Avós, e o Encontro Romântico
— Espe, espera um pouco, Touya-dono. Não entendo bem o significado disso. Filho da Yumina? Nosso neto?
Bom, faz sentido reagir assim mesmo. No castelo de Belfast, Sua Majestade o Rei de Belfast e a Rainha Yueru arregalam os olhos surpresos. No colo da Rainha Yueru, o príncipe Yamato, irmão mais novo da Yumina, dormia tranquilamente.
— Digamos, algo tipo acidente de magia de tempo-espaço, foram arrastados do futuro pra esta era. Ah, parece que, daqui alguns meses, sem problema, conseguem voltar pro futuro, então sem se preocupar.
— Não, não é bem isso…
Entendo o sentimento. Mesmo dizendo de repente "neto vindo do futuro", fica em apuros mesmo, né.
— Achava que já tava mais ou menos acostumado com o comportamento excêntrico do Touya-dono, mas isso, dessa vez, é ainda mais extremo, hein…
Sua Majestade solta voz tipo atônita. Opa, meio que me chamou de excêntrico agora. Ou melhor, isso, dessa vez, não é culpa minha, oras.
— É a primeira vez aqui. Meu nome é Mochizuki Kuon. Vovô, vovó, fico feliz que estejam bem também nesta era.
— O, oo… isso, muito obrigado pela educação…
Diante do Kuon curvando a cabeça, "pekori", cumprimentando, Sua Majestade curva a cabeça sem perceber igualmente. Ah, essa reação foi igual à minha na época. Se enfrentar essa criança, inevitavelmente, deve virar esse tipo de reação mesmo.
— Pra idade, é criança bem educada, hein…
— Fufun, faz sentido, faz sentido! Meu Kuon é criança bem boa mesmo! É príncipe entre príncipes, sabe!
Diante da fala de Sua Majestade a Rainha, a Yumina, ao lado do Kuon, ergue o peito com cara orgulhosa, "doya". A Yumina virou pai bobo mesmo, hein… bom, entendo o sentimento.
O Kuon é inteligente, educado, feições combinando com a Yumina também, ordenado, e personalidade boa também. Queria contestar "de que reino é esse príncipe!", mas, sendo príncipe mesmo, não tem jeito. …Uuun, talvez eu também seja pai bobo.
Quando conto pra Sua Majestade e o pessoal que os filhos das outras esposas também chegaram, ficaram ainda mais surpresos. Também conto que já foi feito cumprimento a Sua Majestade o Imperador de Regulus e ao antigo rei de Resutia.
— Os outros filhos do Touya-dono são todos filhas?
— Sim. Filho, só esse Kuon.
Ouvindo minha fala, Sua Majestade se inclina pra frente do sofá, com olhos brilhando, perguntando.
— Quer dizer que essa criança será o próximo Príncipe-Rei de Brunhild, é! Umu, Yumina, muito bem!
— Sim! Consegui!
Não sei bem por quê, mas os dois conversam sorrindo, "nikoniko". Como esperado, pra realeza, gerar herdeiro deve ser assunto importante mesmo.
A Rainha Yueru, balançando levemente o príncipe Yamato dormindo nos braços, pergunta ao Kuon.
— Se for isso, o Príncipe Kuon vira sobrinho do Yamato, é.
— Vovó, por favor, me chame de Kuon. Certo, Sua Alteza Yamato vira meu tio. Quando pequeno, brincou bastante comigo.
Quando pequeno, mas você ainda é pequeno mesmo, hein. Bom, é maior que o príncipe Yamato diante dele.
Segundo a história do Kuon, o príncipe Yamato e o Edowādo-kun, do Duque Orutorinde, parecem ter brincado com frequência com nossas crianças.
Afinal, a Yakumo consegue usar [Gate], e a Yoshino também consegue usar [Teleport].
Parece que os irmãos invadiam sem permissão bastante livremente o castelo de Belfast. Sinceramente, peço desculpa mesmo…
Enquanto peço desculpa a Sua Majestade e à Rainha do futuro Belfast, a Rainha Yueru se aproxima intensamente do Kuon.
— E, então, como o Yamato tá se tornando, afinal? Tá fazendo bem como próximo sucessor ao trono de Belfast!? Detalhe sobre isso, por favor!
— A, ah, isso, sim. Tio Yamato tem talento tanto na arte marcial quanto nas letras, com forte senso de justiça, personalidade correta pensando primeiro no sentimento do povo. Papai também disse que, com certeza, vai virar bom rei.
— Nossa! Nossa nossa nossa, isso é maravilhoso!
— Ooh, é assim, é assim! Como esperado, meu filho!
— Fuau…
Diante da fala do Kuon, Suas Majestades sorrindo largo direcionam o olhar pro príncipe Yamato dormindo. Aval de mim mesmo do futuro, hein. Pra mim, sentimento levemente complicado.
Não acho que ele mentiria pro filho, então provavelmente é verdade mesmo. Quer dizer que a próxima geração de Belfast tá tranquila?
Depois disso, Suas Majestades perguntam vários tipos de coisa pro neto Kuon, mas parece ter coisa que ele não consegue responder, tendo várias cenas de fala hesitante.
Sendo esperto, o Kuon não deve contar o que a vovó Tokie ordenou pra manter em segredo. Não parece do tipo que fala descuidada igual à Arisu. Pena, mas.
Terminando a saudação também aos avós, assim que voltamos pra Brunhild, o Kuon é sequestrado na hora pela Arisu. Parece que os dois querem sair pra brincar na cidade do castelo.
A Yumina tenta acompanhar, mas, diante da fala da Rin, "encontro romântico com mãe do namorado junto seria inferno, né", contém-se de algum jeito, despedindo os dois com sorriso levemente forçado.
— Como direi… sinto que, depois de um dia virando mãe, já fui separada do filho…
— Não, na realidade, você nem deu à luz, então não precisa se preocupar tanto assim…
Consolo a Yumina levemente cabisbaixa. Algum dia deve chegar esse momento mesmo, mas. Bom, ainda é história bem distante.
— Vossa Majestade
— Nn? Tsubaki-san, é.
Enquanto penso no futuro assim, sem perceber, na sala de estar, tava de pé a chefe da organização de inteligência de Brunhild, Tsubaki-san. Será que aconteceu algo?
— Parece que apareceu de novo aquela tal besta sintética. Dessa vez, numa vila de pesca litorânea do Reino de Rea.
De novo, é.
A besta sintética, criada pelos tais "apóstolos do deus maligno", com núcleo octaedro misterioso embutido, espalhando maldição.
Esse tipo de homem-peixe já foi avistado em várias vilas costeiras do mundo inteiro.
Força não tão grande assim. Mas, se ferido por eles, a "maldição" infecta.
Ao ser ferido, a pessoa cai com febre alta, e o corpo começa a sofrer mutação. Eventualmente, vira homem-peixe também.
Quem vira homem-peixe perde memória e sentimento de quando era humano, desaparecendo assim pro mar.
Feito os "apóstolos do deus maligno" reunindo próprios soldados, sinto mal-estar com isso.
Essa besta sintética parece ter algo tipo proteção do deus maligno, não reagindo nem a [Search]. Irritante. Se fosse [Search] com Ki Divino espalhado, deveria funcionar, mas o alcance é estreito, afinal…
Sabendo ou não disso, nunca apareceu por perto de Brunhild. Bom, exceto a Ilha da Dungeon, Brunhild não tem mar, no entanto…
— Dano em Rea?
— Os aldeões atacados parece ter abandonado a vila fugindo, mas alguns viraram vítima. Quando a ordem de cavaleiros golem de Rea chegou pra socorro, parece que ninguém sobrava na vila…
As vítimas devem ter sido levadas transformadas em homem-peixe, sem dúvida…
Como imaginei, alta probabilidade deles terem base dentro ou no fundo do mar.
Pedindo pro Sango e o Kokuyō, mobilizando os animais subordinados vivendo no mar, buscando, mas ainda sem informação relevante.
É que, golfinho, foca, tartaruga, esse tipo de animal é razoavelmente inteligente, entendendo o que falo, agindo, mas, sobre peixe, que deve ser maioria, parece duvidoso se realmente entende. Sensação de não conseguir trocar bola de conversa? Bom, sendo peixe mesmo, afinal…
Só resta esperar pacientemente que eles encontrem algo.
Pedindo também pro Kōgyoku, peço pra pássaros vigiarem do céu também. Base no mar é só minha suposição mesmo, afinal.
Ah, é isso! Aproveitando, vou pedir também pra avisar se virem criança estranha! Segundo a história do Kuon e o pessoal, a Sutefu parece ser bem levada, então talvez encontrem logo.
Envio telepatia pro Kōgyoku pra transmitir o que ocorreu a mim.
— Vem, olha, Kuon! Essa loja, existia desde essa época! O sabor do pão também é levemente diferente! Interessante, né!
Puxado pela mão da Arisu, o Kuon ergue o olhar pra padaria num canto de Brunhild. No mundo futuro, comprava e comia pão daqui com frequência com a Arisu, pensa, lembrando.
Será que o sabor diferente significa que quem faz ainda não é experiente. Dentro da loja, o dono da padaria alinhava pão. Tanto a Arisu quanto o Kuon são conhecidos desse dono, sendo mimados com brinde extra com frequência. Ele visto pela janela é bem mais jovem que o dono que o Kuon conhece.
— Aqui, ninguém nos conhece, mas nós conhecemos bem o pessoal da cidade. Sensação estranha.
— Né? Eu também pensei isso.
É a cidade onde viveram desde que nasceram. Tem construção ainda não construída, mas não tem mudança tão grande assim. Os dois logo se adaptam a essa cidade.
Eventualmente, os dois chegam no lugar favorito. Parque construído numa colina alta. Mesmo chamando "parque", sem brinquedo, só alguns bancos, mas esse é ponto turístico conhecido pelos entendidos, capaz de ver panorama de Brunhild toda.
— Aa, quando vejo paisagem tão familiar assim, sinto calma, né.
— Não, é razoavelmente diferente, viu. Aquela casa de telhado vermelho ali não existia na nossa era, e aquela casa pequena ali era maior…
— Mou, o Kuon é detalhista demais, hein.
A Arisu faz bico. Do ponto de vista do Kuon, acha que a Arisu é generalista demais, mas evita dizer isso em voz alta. Sabe desde que nasceu, por experiência, que contestar mulher desnecessariamente vira história complicada.
— Queria que a Sutefu também chegasse logo, né.
— De verdade… só de pensar no que aquela criança tá fazendo agora, já dá dor de estômago. Não ter quem impeça significa que ela pode fazer qualquer imprudência, então…
Quando o Kuon pensa na irmã mais nova, sente ansiedade se acumulando.
A Sutefu, filha da Sū, pra bem ou pra mal, é livre e despreocupada. Interessa-se por tudo, se decide, age na hora, reflete mas não se arrepende. Entre os irmãos, é a mais livre.
Incontáveis vezes já se machucou envolvida nas próprias ações imprudentes. De qualquer forma, quer que ela venha reto pra cá sem fazer nada desnecessário, mas o Kuon sabe que essa é esperança vã.
Quando foram envolvidos no terremoto dimensional, o Kuon e a Sutefu estavam praticamente no mesmo lugar. Ou seja, a Sutefu já deve ter chegado nesta era. Ainda não ter chegado em Brunhild deve ser simplesmente por causa da distância, ou…
Por favor, ao menos não cause problema diplomático, reza o Kuon pro deus.
Enquanto o Kuon solta suspiro pequeno, do céu, acompanhado de som de corte de vento, uma espada dentro da bainha voa, cravando no chão, "doka!".
É a Coroa "Prata", Infinito Silvā, que deveria ter sido levada pela Kūn.
『Jovenzinho! Faz alguma coisa com aquela senhorita, por favor! Que medo, francamente…! Quase fui raspada com lixa!』
— Aa… escapou de dentro de Babylon, hein. Mas como sabia que eu tava aqui?
O Kuon ergue o olhar pro céu. Claro, a Babylon em modo furtivo não pode ser vista da superfície.
『Jovenzinho é meu mestre, viu. Isso, ao menos, consigo. Se o jovenzinho me chamar, voo de qualquer lugar, e, se for curta distância, até consigo teletransportar.』
— De alguma forma, é bem multifuncional, hein…
Se não tivesse essa função de fala estranha, seria espada bem prática, pensa o Kuon com pena.
Enquanto sente esse tipo de decepção, o smartphone no bolso interno vibra. Nome de chamada, Kūn. Sem dúvida, deve ser sobre a Silvā.
— Sim, alô?
『Ah, Kuon? A Silvā tá indo aí?』
— Tá aqui, sim. Irmã Kūn, o que você fez, afinal.
『Não fiz nada de especial, não. Só passei corrente elétrica levemente, ou pinguei um pouco de ácido sulfúrico, pra examinar o material. Ficou fazendo escândalo exagerado, então prendi na mesa de trabalho, mas cortou a correia, fugindo.』
Não, não. Que tipo de tortura é essa, pensa o Kuon querendo contestar. Provavelmente, não deveria comparar com humano, mas, pra Silvā, que tem vontade própria, deve ter sido bem assustador mesmo. Ainda continua tremendo, "gatagata".
— Então? Descobriu algo?
『Algumas coisas, sim. De fato, o Silvā parece ser tanto golem quanto criatura mágica. Usa G-Cube e Cristal Q especiais, existência que difere das "Coroas" até agora. Provavelmente, a própria lâmina deve ter resistência e corte tão bom quanto a espada de cristal que o papai fez. Bom, se foi criado pra rivalizar com as Phrase que apareceram cinco mil anos atrás, faz sentido essa performance mesmo.』
Por ora, avisando a Kūn que a Silvā fica com ele, encerra a chamada, e, visivelmente, a Silvā mostra alívio. Habilidoso mesmo, sendo espada.
A Silvā parece ter performance melhor do que pensava. Mesmo conversando, sendo espada com jeito de falar tipo capanga decepcionante.
Mas essa personalidade decepcionante parece ter se formado tendo o Kuon como referência, então tem sentimento complicado sobre isso.
— Se corrigir, será que melhora, hein…?
『Hii!? Sinto algo tipo Ki maligno do jovenzinho, igual à raça de fada, senhorita…!?』
A Silvā recua, "zuzazazaza!". A Silvā é golem, mas também criatura mágica. Sendo ser vivo, não seria possível disciplinar? Deve ser mais inteligente que cachorro.
Pensando esse tipo de coisa, o Kuon não percebe que já foi disciplinado mesmo.
— Muu~. Kuon, desde agora há pouco, só conversa com essa espada, injusto!
— Não, mesmo dizendo "injusto"…
Sem entender bem, mas a Arisu faz bico. Faz tempo que não tem encontro romântico só os dois, pensa a Arisu levemente irritada, mas o Kuon ainda não entende essa sutileza do coração.
『Jovenzinho, por que essa pequenininha, hein?』
— Não sou pequenininha! Sou a Arisu! Arisutera! Noiva do Kuon!
— Não, ainda não sou noivo…
Diante da Arisu erguendo o peito fino diante da Silvā, o Kuon tenta contestar, mas a Silvā solta comentário desnecessário.
『Ha! Noiva ou o que for, sei lá, mas eu sou parceiro do jovenzinho, viu! Sempre e em qualquer lugar juntos, morrer e viver juntos, comunidade de destino, sabe! Não me compara com noiva baixinha aí!』
— B, baixinha!? Muki! Você é espada surrada arrogante! "Buryunhirude versão inferior", oras!
『Vo…! Coisa que não deveria dizer, disse!』
Garota e espada trocando insulto alto, "gyangyan", com o Kuon entre eles. No fim, tava prestes a virar tipo briga corporal (?), então o Kuon, sem outra opção, para os dois.
— Se brigarem mais que isso, vou deixar os dois pra trás, viu? E também vou chamar a irmã Kūn e a Meru-san.
O bate-boca para na hora.
— Sim. Muito bem. Então, façam as pazes.
『『Eeer…』』
Voz de insatisfação escapa dos dois. "Su!", tirando o smartphone do bolso interno com sorriso, o Kuon.
『『Fazendo as paaaz!』』
Apressados, a Arisu e a Silvā juntam punho e cabo.
Com força opressiva, "gigigigigi", o rosto da Arisu tá contraído, e o cabo da Silvā range, mas, bom, vamos considerar isso suficiente.
— Certo, então, vamos comer algo em algum lugar. …Ah, pensando bem, eu não tenho dinheiro, viu…
Sem dinheiro, tava em dúvida se embarcava em carruagem no Império de Regulus ou comprava presente. Como resultado, sem embarcar, comprou presente com o dinheiro restante, então, graças a isso, a carteira do Kuon tava completamente vazia.
— Ah! Eu pago! Antes, derrotei junto com a Rinne e o pessoal dragão de mana chamado "Nīzuheggu", então tenho um pouco de dinheiro!
— Não, sinceramente, ser pago por garota, seria…
O Kuon hesita. "Como príncipe, sempre ser gentil com criança e mulher, sem sobrecarregar", é palavra das mães dele. E ele também tem certo orgulho próprio.
— Uuun… sem ter, tá tudo bem sem ter, mas melhor ter um pouco pelo menos, né… preciso pensar em algo, talvez.
『De novo dinheiro, é? Jovenzinho, você é príncipe, né? Se pedir pro seu pai, que é rei, não consegue mesada?』
— Aqui, tenta ser autossuficiente na medida do possível, sabe. Até o papai cobre o custo de vida da família com o ganho da Guilda de Aventureiros. Da vida da nossa família, nem uma moeda de cobre de imposto do povo é usada.
Basicamente, imposto e receita nacional de Brunhild são todos destinados a negócio do país. Custo de vida da família real, família Mochizuki, é majoritariamente coberto pelo dinheiro pessoal do chefe, Touya.
Pedido da Guilda de Aventureiros, royalty de vários produtos vendidos pelo Grêmio Comercial Sutorando, taxa de aluguel de Frame Gear de cada país, o valor que ele ganha vira quantia considerável. Mesmo com muitos membros, não tem problema nenhum pra sustentar a própria família.
Bom, tem também "Babylon", devorador de dinheiro, então, se perguntassem se tem reserva abundante, precisaria negar, mas.
— Então, vamos ganhar dinheiro juntos! Se ir um pouco fora da cidade, caçar fera mágica, a Guilda de Aventureiros compra, então dá pra ganhar ao menos custo de refeição!
— Fera mágica? …Ah, compra dá pra fazer mesmo sem carteira da Guilda. Fumu. Não parece ruim.
Ao redor de Brunhild, comparativamente, tem pouca fera mágica. Isso porque, com muitos aventureiros vindo com objetivo na Ilha da Dungeon, é desbastado adequadamente.
Mesmo assim, não é que não tenha nenhuma, então, se procurar, acha logo uma ou duas feras mágicas.
— Quero ter ao menos dinheiro pra tomar chá, viu. Se for isso, vamos fazer isso.
— Consegui! Só nós dois, vamos!
『Opa! Não esquece que eu também tô aqui!』
Ignorando os dois brigando de novo, "kōron musumo!" "Provocador insolente!", o Kuon tira o smartphone, pra avisar ao pai e à mãe sobre sair da cidade. Esse tipo de coisa, ele é sério mesmo.