Capítulo 529 – O Efeito do Terremoto Dimensional, e a Armadura do Herói
『Sem dúvida, é efeito do "terremoto dimensional" mesmo. Fera mágica do passado atravessou o tempo.』
Perguntando por telefone à vovó Tokie sobre a fera mágica de espécie extinta, parece que, como imaginei, atravessou o tempo, aparecendo nesta era.
— Isso, não dá pra resolver com o poder da deusa do tempo-espaço? Tipo devolver pra era original…
『Não é impossível, mas… como o Touya-kun também sabe, originalmente, é proibido deuses usarem poder divino na superfície. Porque existe possibilidade de causar grande influência na superfície. Bom, tem alguns atalhos, mas, se possível, não quero usar isso.』
Consegue mas não quer usar? Por quê, hein? A vovó Tokie é deusa superior. Será que a influência do poder é grande demais?
『Esse poder, quero guardar pra devolver seus filhos pra era original. Se, por devolver fera mágica pro passado, não conseguir devolver as crianças, o Touya-kun do outro lado vai ficar bravo comigo.』
Mu, gu… então é isso, hein. De fato, isso seria ruim.
『E também, "terremoto dimensional" em si é fenômeno que pode ocorrer normalmente na superfície, então não quero interferir demais nisso. Não deve existir história parecida na "Terra" onde você estava?』
— De fato, já ouvi algumas histórias assim, mas…
História de salto no tempo existe razoavelmente pelo mundo todo.
"Fantasma de Trianon", era isso? Duas professoras visitando o Petit Trianon, pavilhão do Palácio de Versalhes, teriam vivenciado salto no tempo, presenciando cena de mais de cem anos atrás.
Também tem história de investigar homem de uns trinta e poucos anos morto atropelado em Nova York, descobrindo que era homem desaparecido repentinamente há mais de setenta anos.
Também tem bastante gente dizendo "sou viajante do tempo vindo do futuro", "vindo do passado". Especialmente na internet.
Sendo assunto da Terra sem magia, não sei até que ponto é verdade.
"Terremoto dimensional" deve ser algo que pode ocorrer em qualquer mundo, e, por causa disso, objeto ou ser vivo do passado ou futuro sendo arremessado, deve ser possibilidade existente.
Mas, ocorrer com tanta frequência assim…
『A onda do "terremoto dimensional" vai se acalmando aos poucos, então não tem problema. Não acho que os pontos singulares fiquem fixos um no outro.』
— Ponto singular? Se fixar, o que acontece?
『O passado e o futuro ficariam permanentemente conectados. No sentimento da Terra, seria túnel do tempo. Qualquer um conseguiria ir e vir livremente. Chegando a esse ponto, passado, futuro, presente, tudo vira confuso, existindo simultaneamente. Pra devolver tudo isso ao normal, só resta usar o poder da deusa do tempo-espaço pra devolver todo o tempo daquele mundo, mas isso vai contra a regra dos deuses, então geralmente aparece deus da destruição pra terminar tudo.』
Ou seja, quer dizer que aquele mundo desaparece? Eh, sério mesmo?
Em histórias de salto no tempo, com frequência escuto que, dando um passo errado, o mundo desaparece, mas parece que era verdade mesmo.
『Bom, isso não vai acontecer, então fica tranquilo. O nome de deusa do tempo-espaço não é à toa. Mas tem um pouco de elemento preocupante, sim…』
— Isso seria os "apóstolos do deus maligno"?
『Isso mesmo. Mesmo sendo esse tipo de gente, ainda continua sendo poder divino. Espero que não estejam fazendo algo desnecessário… já que o Touya-kun também foi reconhecido como raça divina, se, por acaso, o deus maligno ressuscitar, você não pode agir…』
…Eh? Ah! É isso mesmo! Se, por acaso, o deus maligno ressuscitar, eu, completamente unido à raça divina, não posso lutar na superfície!
Não, precisamente, sem poder divino, dá pra lutar, mas não consigo derrotar diretamente o deus maligno. Porque viraria deus intervindo diretamente.
Opa? Mas em outros mundos também nasce deus maligno às vezes, né. Se não me engano, nessa hora…
『É padrão comum dar arma imbuída com poder divino pro herói ou algo assim. Se isso não funcionar, chega a vez do deus da destruição.』
Isso, isso mesmo. Quer dizer isso mesmo. Eu construo arma imbuída com poder divino, e peço pro herói deste mundo usar, derrotando o deus maligno, é.
— Esse herói, tem problema se for a Yumina ou meus súditos divinos?
『Tem problema, sim. Súdito divino entra no mesmo grupo dos deuses, igual anjo.』
Sério mesmo. Minhas esposas, sem perceber, viraram anjo. Pra mim, são anjo mesmo, no entanto.
Quer dizer que preciso escolher alguém da superfície pra virar herói mesmo…
A irmã Moroha e o pessoal também deve dar problema, hein. Originalmente já é deus, afinal.
Depois, quem parece nível capaz de lutar contra deus maligno é… aa, tem o Ende.
Pedindo pra ele usar espada divina, vamos fazer ele derrotar. Claro, eu também vou cooperar.
『Bom, talvez ainda tenha resquício do "terremoto dimensional" por um tempo, então melhor tomar cuidado. Aqui também, vou ordenar o espírito do tempo pra minimizar o dano possível.』
— Entendido. Conto com isso, por favor.
Bom, no ponto atual, não tem jeito mesmo. Agradeço à vovó Tokie, encerrando a chamada.
Erguendo o rosto do livro que lia, a Famu fala comigo.
— A ligaçãO já terminou?
— Nn? Aa. Como imaginei, parece ser criatura que atravessou o tempo mesmo. Aliás, na era onde a Famu foi criada, como era a fera mágica e o pessoal, comparado com agora?
— Deixa eu ver… acho que a quantidade atual é maior. Na era do Reino Antigo, a tecnologia de barreira era superior, então as feras mágicas eram completamente expulsas pra fronteira. Justamente por isso, tinha forte tendência de sobrevivência do mais forte, então, comparado com agora, acho que tinham muitas feras mágicas poderosas.
Uuun. Marukoshiasu que o Kuon e o pessoal derrotaram, e o Ipos dessa vez, parece que têm força rank vermelho, mas talvez não seja que, por acaso, fera mágica forte foi arremessada, e sim que, no mundo passado, era comum ter fera mágica dessa força mesmo… será isso?
De qualquer forma, se aparecer fera mágica difícil demais pra dar conta na Guilda, tá configurado pra chegar contato até mim, mas tem também país que não é filiado à Guilda.
O fato da cidade portuária do Reino de Kyuriera ter sido atacada também é porque não participava da "Aliança Mundial", então a informação atrasou.
Preciso expandir mais a rede dos países do mundo, hein.
— É iSso mesmo. Precisa trocar informação com todos os países do mundo, aprofundando o intercâmbio ainda mais. Essa é a missão do mestre, viu.
— …Sinto que tá incentivando estranhamente, mas, o que foi?
— Nada em particular? Pensamento tipo "todos os livros do mundo pro meu 'Biblioteca'!" não passou nem um pouco pela minha cabeça.
É exatamente isso, hein… de fato, ultimamente, tava me contendo em comprar livro novo. A Famu, assim que consegue livro novo, devora um atrás do outro.
Alegando que "sendo trabalho meu administrar essa 'Biblioteca', preciso entender bem o conteúdo dos livros também", mas suspeito fortemente que ela seja simplesmente viciada em leitura.
— Bom, entendido. Então, logo, logo, vou comprar alguns livros novos.
— Se possível, por favor, de país onde nunca comprei antes. Mudando de país, muda também a direção dos livros, então fica interessante.
País onde nunca comprei, hein. Bom, Reino Militar de Rāze, País de Aço Gandirisu, ainda nunca comprei.
Depois, comprar de país sem intercâmbio nenhum também seria opção. Reino de Kyuriera também, e Reino de Refan, Reino de Ranje, também são países com que ainda não tenho intercâmbio.
Geralmente, é apresentado por país com que já tenho relação, virando isso.
O continente ocidental ainda tem relação fraca mesmo, hein… e ainda por cima, tem boato estranho circulando de que fui eu que destruí Aizengarudo.
Bom, só resta ir fazendo aos poucos mesmo, hein.
— Papai, papai, papai, paaapaaai────!
— Guhuu!?
Assim que voltei de Babylon pro castelo, recebo tackle na lateral do corpo vindo da Furei correndo com toda força.
— Kuoooo…!
— Papai papai, o leilão do casaco de armadura, o Rei de Ferusen exibindo, tô com pressa antes que o herói Dāmueru fique sem dinheiro!
— Se acalma. Não entendi nada, então…
Diante da Furei falando rápido sentada de cavalo em cima de mim caído no corredor, não sei se fico bravo ou atônito.
Aplicando magia de recuperação na cintura latejando de dor, "zukizuki", desde há pouco, tiro a Furei ainda montada.
Acalmando a Furei, ainda animada, ouvindo o que ela conta, parece que, em breve, vai ter leilão na capital de Ferusen.
E, entre os itens exibidos ali, vai ser exibida a armadura usada pelo herói Dāmueru de oitocentos anos atrás.
Parece que chegou aviso por email do Rei de Ferusen pra Furei, companheira de hobby.
Melhor ter ficado quieto, mas, pessoa correta, hein…
— Então… isso, essa tal armadura do herói, você quer?
— Isso mesmo! No mundo do futuro, a armadura do Dāmueru tá desaparecida, nunca vi antes!
Desapareceu no mundo do futuro? Será que quem arrematou nesse leilão foi roubado, ou perdeu?
Se fosse o Rei de Ferusen quem arrematasse, deveria colocar no tesouro do palácio real. Não é lugar fácil de roubar assim. Quer dizer que o Rei de Ferusen não conseguiu arrematar?
— O Rei de Ferusen disse que ele mesmo não tem tanto dinheiro livre assim. Porque é sistema de mesada.
Não, rei com sistema de mesada… o Rei de Ferusen também deve sofrer, hein…
Bom, se pudesse usar livremente o imposto do próprio país pra coleção de arma e proteção, seria ruim mesmo. Deve ser problema só se usar dentro do limite do hobby com dinheiro que a família real ganhou mesmo.
— A armadura do Dāmueru é tesouro que deve ser deixado pro futuro, viu! Por isso, com certeza, preciso conseguir!
Feito considerando isso a própria missão, a Furei se anima desnecessariamente. Sinto que só quer satisfazer o próprio desejo mesmo.
— Isso, tudo bem, mas… como faz pro dinheiro do arremate?
— É isso mesmo! Papai, por favor, me leva pra caçar dragão de mana mais uma vez! Vou ganhar dinheiro!
— Eh? Vai caçar dragão de mana de novo?
Bom, se for a Furei ganhar grande quantia, não teria outra opção mesmo. De fato, dragão de mana renderia dinheiro considerável, mas usar pra leilão, hein…
Não posso simplesmente emprestar. Se fizer isso, levo bronca da Hiruda.
— Ei, tá bem, né, papai~! Se ao menos me disser o local do dragão de mana, depois, peço pra Yoshino ou irmã Yakumo me levarem!
— Uuun…
De fato, se souber o local do dragão de mana, usando [Teleport] da Yoshino ou [Gate] da Yakumo, deve conseguir ir na hora, mas…
— Então, se conseguir permissão da Hiruda…
— Vou conseguir na hora!
Mostrando sorriso radiante, a Furei sai correndo. Minha filha deveria aprender um pouco mais de calma, penso.
Alguns minutos depois, a Furei volta animada, tendo conseguido permissão da Hiruda. Junto vieram a Yakumo e a Rinne, mas vocês também vão?
— Eu quero balançar espada contra dragão de mana depois de tanto tempo.
— Dessa vez, não vou despedaçar! Vou derrotar direitinho!
— Vocês duas, no fim, são só minha ajuda, viu! Um pouco vou dividir, mas o dinheiro do material fica comigo!
Aparentemente, a Furei já decidiu a parte do material. Deveria dizer que é firme, ou gananciosa. No fim, é porque tá visando o dinheiro do leilão mesmo.
Engolindo sentimento complicado, começo a buscar o local do dragão de mana.
A Furei e o pessoal, no fim, derrotaram dois dragões de mana, vendendo todo o material pra Guilda, conseguindo quantia considerável.
Mas, aqui, surge outro problema. O leilão de Ferusen onde a armadura do herói seria exibida, menor de idade não pode participar. Óbvio, mas faz sentido mesmo.
『Iyaa, desculpa. Esqueci sem perceber』
O Rei Mágico de Ferusen se desculpando por telefone. Como direi, distraído, hein. Provavelmente, quando envolve hobby, descontrola, então talvez não tenha pensado até esse ponto.
Bom, isso em si não é tão problemático assim. Só precisa colocar procurador adulto no lugar, afinal.
Só precisa colocar, mas… por que eu?
— Papai com certeza vai conseguir arrematar, eu confio nisso!
Diante da Furei dizendo coisa tão fofa assim, sinto a bochecha relaxar sem perceber. Aa, então tá, preciso me esforçar mesmo, hein.
— Não pode se deixar enganar, Touya-sama. Se, por acaso, faltar dinheiro, "talvez o Touya-sama cubra a diferença", pensando isso, né? Não é isso, Furei?
— I, i, i, isso não é verdade não!
Diante do olhar afiado da mãe Hiruda, a Furei desvia claramente o olhar. Bom, é isso mesmo. Uhum, já sabia mesmo…
— Escuta bem. É dinheiro que você ganhou. Não vou reclamar sobre pra que usar, mas não pode causar incômodo pras pessoas ao redor, tá? É promessa, viu?
— Táaa entendida…
— Se quebrar, vou tomar a arma que o Touya-sama fez, tá?
— Entendido!
"Bishi!", a Furei retribui saudação militar pra Hiruda. Sem perceber, a Hiruda também dominou o método de controlar a Furei, hein.
Enfatizado pela Hiruda, eu e a Furei teletransportamos com [Gate] até a capital do Reino Mágico de Ferusen, Farrma.
Se não me engano, o local do leilão era o museu da capital, Farrma, né.
Pesquisando pelo smartphone, sendo perto da localização atual, decido ir a pé com a Furei até o destino.
A Furei, o tempo todo animada, até dá pequenos saltos, "sukippu".
— Aliás, parece que já tá com sensação de já ter conseguido, mas, sendo leilão, pode perder a disputa também, viu?
Sendo ansiosa até esse ponto, se não conseguir, será que vai ficar terrivelmente desanimada.
Não é que esteja apostando garantia, mas melhor conversar bem também sobre a possibilidade de não conseguir. O Rei de Ferusen também vai participar, afinal, acho que existe possibilidade suficiente de perder a disputa.
— Tá tudo bem. Provavelmente, a armadura do Dāmueru não deve ter disputa acirrada assim. Quem quer isso é só o Rei de Ferusen mesmo. Ou seja, se tiver mais dinheiro que o Rei de Ferusen, vence.
— Sem disputa acirrada? Por quê?
— A armadura do Dāmueru tá amaldiçoada, e, se equipar, fica amaldiçoado, sabe.
— Não pode querer esse tipo de coisa!
O que tá querendo, hein!? Armadura amaldiçoada, não precisa mesmo, coisa tão assustadora assim!
Diante da minha reação de rejeição, a Furei acrescenta explicação apressada.
— Mesmo dizendo maldição, parece ser [Recuperação Dobrada Sacrificial] e [Conversão de Força Vital], então não chega a ser tão terrível assim, viu!
[Recuperação Dobrada Sacrificial]? Aa, maldição onde, ao receber magia de recuperação, acompanha dor intensa, mas a recuperação do ferimento aumenta mais que o normal.
[Conversão de Força Vital], se não me engano, era maldição que converte força vital em mana ou poder de ataque, né. Consumindo a própria vida pra gerar força.
Não, não, não, acho que é maldição bem terrível mesmo. O que é isso, minha filha tá mirando cavaleiro das trevas ou algo assim?
— Esse tal Dāmueru, como conseguiu vestir armadura de se machucar tanto assim, francamente…
— Era chamado "Herói do Autossacrifício", sabe.
"Herói do Autossacrifício"? Só consigo suspeitar por má-fé que tinha gosto por masoquismo. Será herói de verdade mesmo? Não é pervertido ou algo assim?
— …Se a Furei tiver intenção de equipar isso, não vou participar do leilão, tá?
— Não tenho intenção de equipar. Só quero como coleção mesmo. E ainda, o Dāmueru tinha altura de mais de dois metros, então o Rei de Ferusen talvez consiga vestir, mas eu não consigo vestir.
Ouvindo isso, sinto alívio. Se for isso, bom, tá bem. …Não, será que tá bem mesmo? Querer armadura amaldiçoada, isso já seria razoavelmente fora do comum, no entanto…
Enquanto mostro cara de dificuldade, pensativo, chegamos no Museu Central de Ferusen, local do leilão.
Edifício branco puro decorado com decoração solene. Neste museu, tão guardados item mágico precioso do Reino Mágico e artefato da era do Reino Antigo.
Dizem "museu", mas é levemente diferente do museu da Terra, não sendo aberto ao público geral.
Basicamente, é local de exposição voltado pra nobreza. Mais que isso, é próximo de tesouro administrado pelo país.
O leilão desta vez não é promovido pelo país, mas pela Guilda Comercial de Ferusen, "Grêmio Comercial Mágico".
Por isso, mesmo sendo Sua Majestade o Rei, não pode interferir. Não dá pra fazer "quero isso, então vende antes pra mim!".
Entregando pro cavaleiro de segurança na entrada do museu a carta de convite enviada por Sua Majestade o Rei de Ferusen, entramos.
No salão, já tava reunida bastante gente. Sendo participante do leilão, provavelmente, deve ser majoritariamente nobre ou grande comerciante. Roupa vestida, brilhando reluzente mesmo.
— Papai também devia ter vindo usando coroa ou algo assim.
— O que é isso, é algum tipo de castigo?
Não consigo usar coisa chamativa assim. Ou melhor, nem tenho coroa em casa. Se fosse grande país tipo Belfast ou Regulus, ainda vá lá, mas país pequeno tipo o nosso, não precisa mesmo.
Terminando o registro na recepção do local, recebo número e local do assento marcado. Parece assento razoavelmente bom. Que generoso, Sua Majestade o Rei de Ferusen.
Junto com o número do assento, também recebo o catálogo do leilão. Tipo catálogo mostrando o que vai ser exibido dessa vez. Não é foto, mas tem ilustração precisa.
Abrindo, "parari", direciono o olhar pra armadura do herói Dāmueru que a Furei quer.
Não pode ser, será isso, cheio de espinho por todo o corpo, caveira no ombro, olho arregalado desenhado no peito, com atmosfera bem tipo "armadura demoníaca"?
— Primeira vez vendo, mas parece bem estilosa, viu!
— Sério mesmo isso, hein…
Diante do senso sem hesitação da filha rindo despreocupada, seguro a cabeça sem saber o que fazer.