Capítulo 543 – A Baleia Branca, e o Grande Dragão Marinho
Saindo devagar do "Hangar" de Babylon, o Over Gear tipo baleia branca, Vāru Arubusu, começa a nadar tranquilamente pelo céu sem nem uma nuvem.
— A velocidade sai menor do que imaginei, hein.
— Dá pra tirar velocidade parecida com a Gungunīru também, mas a mana que consegue captar do ar e água ao redor tem limite. Se fizer isso, o Vāru Arubusu fica incapaz de navegar por um tempo.
— Não pode ser, será que, se a conversão de mana não conseguir acompanhar, cai…?
— Isso não acontece. A altitude vai caindo, mas devagar. Feito pena caindo.
Não, mas isso também é "caindo", oras. Se tiver grande cidade logo abaixo, seria dano absurdo mesmo.
Melhor não forçar velocidade exagerada, exceto em emergência.
— Por ora, saímos de Babylon, mas… pra onde ir?
A Yumina, no assento de capitão, com a viseira semitransparente, pergunta pro Doutor.
— Por ora, pro sul. Vamos até o mar interior entre Misumido e Ramisshu. Ali, vamos fazer teste de submersão.
Mar interior entre Misumido e Ramisshu… Mar de Sapia, é.
Propus abrir [Gate] e teletransportar o Vāru Arubusu, mas foi rejeitado, dizendo que também servia como teste de voo. Bom, faz sentido mesmo.
Mesmo dizendo que não sai velocidade, é muito mais rápido que carruagem e afins.
Com essa velocidade, deve chegar em algumas horas, mas que tédio, hein…
A Yumina parecia estar aprendendo o método de operação do Vāru Arubusu, dando instrução detalhada pro Arubusu. Subindo, descendo, parando, recuando.
Mesmo com esse movimento, estranhamente, não sinto enjoo. Achava que teria algo tipo enjoo de barco.
O Doutor e o pessoal, desde agora há pouco, ficam grudados ocupados no console, digitando algo, e a Kūn também, ajudando isso, se move de um lado pro outro.
Só eu e o Kuon, sem ter nada pra fazer, observamos o grande monitor frontal, mas, sem cena com muita variação, começamos aos poucos a nos entediar.
Eventualmente, talvez também entediado, o Kuon senta no chão, tirando do [Storage] do smartphone peça de diorama e base, começando a montar.
Até vindo até aqui, hein… criança que segue seu próprio ritmo, hein…
Mesmo assim, sendo que eu também tava entediado, ofereço ajuda pro Kuon.
O Kuon alinha peça pequena tipo tijolo, colando, construindo grande feito parede.
O que o Kuon monta agora é o castelo do Império de Regurusu. Construção sólida e robusta, castelo que conta a própria história.
Se eu mexer na parte de produção, a qualidade cai, então a parte que ajudo é principalmente parte de preparação.
Sendo mandado misturar algo tipo material extraído de slime. Parece que precisa misturar bem até virar cremoso, senão entra bolha, ou algo assim… isso, pra que serve, hein?
— É pra endurecer e virar água do fosso, sabe.
Dizendo isso, o Kuon começa a derramar a solução de slime que eu misturei no fosso do castelo. Ah, vira água, é.
Terminando de derramar tudo, dessa vez, com algo tipo palito de dente, desenha algo tipo risco na superfície derramada. No início, não entendia o que tava fazendo, mas, eventualmente, percebendo que isso cria pequena onda na superfície da água, fico admirado. Como consegue fazer coisa tão detalhada assim, hein…
— O Mar de Sapia apareceu à vista.
Diante da voz da Yumina, erguendo o olhar pro monitor frontal, vejo além do horizonte brilho, "kirakira", da superfície da água.
O Mar de Sapia, conectado ao Grande Rio de Gau, tem extensão parecida com pequeno país. O Vāru Arubusu deve conseguir submergir sem problema.
— Certo, então, comece a submersão, por favor. Devagar, viu.
— Entendido. Arubusu, por favor, submerge.
『Entendido』
Seguindo a fala do Doutor, o Vāru Arubusu entra devagar na água. Por um instante, a imagem fica turva, mas logo muda pra imagem nítida, mostrando figura de peixe fugindo dentro do mar.
— Troca do monitor pro modo submersão completa. Visibilidade boa.
— Pressão da água sem problema. Navegando normalmente.
— Sem sombra de grande besta marinha no sensor. Continuando busca de inimigos.
Parece que o Vāru Arubusu tá submergindo sem problema. Achava que dentro do mar ficaria mais escuro, mas dá pra ver bem nítido, hein.
— É porque foi ajustado pra parecer assim, sabe. Na realidade, tá escuro. Se for pro fundo do mar profundo, viraria mundo de escuridão total, sem chegar luz nenhuma.
O Doutor responde minha dúvida. Aa, como imaginei, lá fora tá escuro mesmo. Sendo que o Vāru Arubusu não tem janela real, não dá pra saber mesmo.
Num piscar de olhos, o Vāru Arubusu parece ter afundado até o fundo do mar. O Mar de Sapia não parece ser tão profundo assim, dizem que não chega nem a três mil metros. Não sei se é profundo ou não profundo, francamente.
No mar da Terra, se não me engano, a Fossa das Marianas era a mais profunda, ultrapassando dez mil metros, então não é profundo… será?
— Não parece ter problema na navegação. Certo, próximo, vamos fazer teste de exploração. Yumina-kun, por favor, lança os exploradores não tripulados.
— Sim. Deixa eu ver… é isso mesmo. Arubusu, lança os exploradores não tripulados de A00 até A99.
『Entendido』
Explorador não tripulado?
Quando o Arubusu responde a ordem da Yumina, além do monitor, várias esferas voam disparadas, feito torpedo.
Aquilo é o explorador não tripulado, é. Pequeno feito bola de pingue-pongue, hein.
— Aquilo vai explorar essa região marinha?
— Nem meu [Search] consegue detectar, então, provavelmente, a "Arca" deve estar equipada com barreira de bloqueio. Sendo assim, exploração por visualização é a mais confiável. Aquelas esferas exploradoras têm função capaz de discernir mesmo se o alvo estiver vestindo ilusão. E ainda, a própria esfera exploradora também expande magia de ocultação igual ao Vāru Arubusu, então é difícil de ser descoberta do outro lado.
Tem função stealth também, é. Bom, senão, poderia ser confundida com isca por besta marinha grande, sendo comida.
Nos monitores médios à esquerda e direita do monitor grande frontal, são exibidas telas divididas em cinquenta cada uma. Parece tela de monitoramento de câmera de sala de segurança que aparece em filme.
Essa imagem também tá levemente clara. Mesmo assim, sensação meio escura, mas, se tiver algo estranho, deve dar pra saber, penso…
— Isso, continuar vendo tudo não é cansativo demais, não…?
Observando as cem imagens exibindo um atrás do outro peixe ou rochedo, começo a sentir os olhos piscando incômodos, "chikachika".
— Como esperado, olho humano não consegue monitorar tudo. Se tiver algo estranho, o Arubusu percebe e avisa, então não precisa se preocupar.
『Aviso. Unidade A42 detectou objeto não identificado. Indo em direção』
Enquanto conversam isso, parece ter encontrado algo. Não pode ser a "Arca", né? Enquanto penso que não deveria ser encontrada tão rápido assim, nosso olhar se concentra na imagem ampliada da unidade 42.
Algo caído no fundo do mar escuro. Grande, hein. Nn? Aquilo é…
— Navio… naufragado?
Navio grande afundado feito partido ao meio. Mas tá estranho. Tem algo tipo hélice em parte parecendo mastro. Não é navio comum, não.
— Isso é… barcaça voadora, hein.
— Barcaça voadora?
O Doutor, vendo a imagem da unidade 42, abre a boca levemente surpreso.
— Na era do antigo País Mágico, era navio voador comum de se ver, sabe. Nunca imaginei que teria um afundado até aqui. Cinco mil anos atrás, será que foi derrubado na guerra contra as Phrase, hein. Não parece ser navio militar, mas…
— Navio da era do antigo País Mágico!?
— Se tiver magia de proteção aplicada, o estado de conservação não deveria estar ruim, né?
— Hohoo, isso é curioso, hein.
Diante da fala do Doutor, a Kūn, a técnica Eruka e o Professor mordem a isca. Esses viciados em engenharia mágica.
— Yumina-kun, por favor, vá até a posição da unidade 42.
— Entendido.
O Vāru Arubusu muda de direção, avançando pelo mar. Eventualmente, no monitor frontal, é exibido o navio naufragado encontrado pela unidade 42.
Razoavelmente grande, hein. Não sendo tanto quanto comparar com o Vāru Arubusu, mas deve ter perto de cem metros.
Três mastros. Dois deles quebrados. Atrás também, tem algo tipo hélice grande, e, do casco, sobressaem várias coisas tipo remo grande.
Pra que serve remo desses no ar, afinal?
— Capta a mana existente no ar, usando como força de propulsão do navio, sabe. Em princípio, é igual remo de barco mesmo.
Uuun, tipo motor auxiliar, será? Não pode ser, será tipo força humana feito galera, né?
— E aí, aquilo, o que fazemos?
— Recuperar é claro, oras! É relíquia da era do antigo País Mágico, viu!? Impossível deixar abandonado num fundo do mar assim!
— A, ah, é isso…
Levo bronca com ímpeto absurdo da Kūn. No entendimento dela, já tá decidido recuperar mesmo.
O Doutor e o pessoal também parecem concordar em recuperar. Mas, recuperar, como, afinal?
— "Como", que isso… com o [Storage] do Tōya-kun, resolve na hora, né?
— Ah, é isso mesmo.
Diante da voz resignada do Doutor, percebo minha própria falta de percepção. Achava que fosse robô submersível ou algo usando Frame Gear pra recuperar…
Usando [Storage], resolve na hora, oras. Por que não percebi isso, francamente…
Conforme dito pelo Doutor, uso [Storage], recuperando só a barcaça voadora.
— Recuperei, mas tá bem, agora onde coloco isso?
— Pede pro hangar do Vāru Arubusu. É por aqui.
Deixando a Yumina, o Kuon e o Arubusu na ponte de comando, guiados pelo Doutor, vamos até o hangar do Vāru Arubusu.
Usando dispositivo de transporte, chegando num instante, o hangar era absurdamente amplo. Aqui também deve estar expandido com magia espaço-temporal, será?
Tiro do [Storage] a barcaça recuperada. Sendo que queria recuperar só a barcaça, removi toda a água do mar na captação. Por isso, a superfície da barcaça também não tinha nem gota de água do mar, sem molhar o hangar.
A areia e escombro grudados na barcaça também desapareceram, mostrando brilho novinho da barcaça. Como disse a técnica Eruka, parece que tinha magia de proteção aplicada mesmo. Igual Babylon, hein.
O Doutor murmura observando pra cima a barcaça voadora.
— Fuumu, olhando bem, é navio mercante da República de Taruwesu, hein. Deve ter se envolvido em combate.
República de Taruwesu? Nunca ouvi falar desse país. Provavelmente, deve ser um dos países da era do antigo País Mágico mesmo.
— Navio mercante, é. Que carga será que tinha, hein.
— Se fosse item mágico da era do antigo País Mágico, seria interessante mesmo.
— Isso também seria bom, mas o próprio navio já é tesouro! Onde será a parte de propulsão, hein…
Os viciados em engenharia mágica cada um mexendo à vontade na barcaça voadora. Vocês são livres demais, hein.
Eu também me aproximo da barcaça, batendo, "koncon", na superfície. Parecendo metal, mas levemente diferente. Sensação tipo borracha dura.
Ignorando a escotilha de entrada pro interior do navio, entro pela parte quebrada.
— Uwaa
Entrando dentro, tinha acumulado algo tipo pó de madeira e areia. Provavelmente, isso deve ser o resultado final de algo dentro deste navio sem magia de proteção aplicada.
Coisa tipo lama, quando recuperada no [Storage], perdendo a umidade, deve ter virado assim.
…Pensando bem, deveria ter também pessoas embarcadas neste navio mesmo, né… essa areia, será que tá misturada com osso dessas pessoas também…?
Cantando reza baixinho no coração, curvando levemente, avanço passo a passo. Já se passaram cinco mil anos, então deve ter atingido a ascensão espiritual, penso.
Investigo cuidadosamente a parte frontal quebrada do interior do navio, mas não encontro nada em particular. A carga talvez fosse comida, será? Tipo carregando comida pra fugir das Phrase, mas foi abatido.
Saindo de dentro da barcaça voadora, a Kūn, que tinha entrado no deque traseiro, vem em minha direção alegremente.
— Papai, papai! O forno de propulsão deste navio ainda tá vivo! Se consertar, esse navio pode ressuscitar, viu!
Hee. O forno de propulsão tava intacto, é. Mas só por isso, a empolgação não tá excessiva demais, não?
— Iyaa, nós não temos tanto interesse assim nesse navio, sabe. Achamos melhor ceder pra mocinha Kūn…
— Sendo dito isso, ficou animada.
— Bom, se o Tōya-kun permitir, mas. O que faz?
Não, "o que faz", que isso…
Diante do olhar suplicante e brilhante da Kūn, não teria como eu negar, oras!
Se ao menos a Rin estivesse presente, talvez conseguisse resistir um pouco pelo menos, mas.
— …Se decidir horário direitinho pra fazer. No limite que a Rin não fique brava, viu…
— Muito obrigada!
A Kūn se abraça sorrindo. Vai consertar sozinha, será?… isso, como presente pra criança, talvez tenha ficado grande demais, hein.
『Aviso. Criatura viva gigante se aproxima deste navio pelo bombordo dianteiro』
De repente, junto com som de alarme, "bii", a voz do Arubusu ecoa pelo interior do navio.
— Mu. Parece que aconteceu algo. Vamos voltar pra ponte.
Seguindo a instrução do Doutor, subindo no círculo de teletransporte, retornamos de novo até a ponte de comando onde a Yumina e o pessoal estão.
No monitor frontal, fera mágica absurdamente grande tipo serpente marinha vem nadando em nossa direção.
— Grande dragão marinho?
Leviatã é besta marinha do mar que chega até cem metros de comprimento. Junto com Kraken, é temida pelos marinheiros.
Bom, ambos, eu já uso como besta invocada, mas.
Mesmo assim, sinto que aquele é maior que Leviatã normal. Tá mostrando trezentos metros na exibição do monitor, será que é mais que o dobro?
— Aquele não é Leviatã comum, não. Subespécie do Leviatã, o Leviatã Senhor.
Leviatã Senhor? De fato, maior que Leviatã comum, e a escama também, diferente do Leviatã comum, parece pontiaguda. Cor também é azul mais profundo que Leviatã.
De repente, esse tal Leviatã Senhor lança em nossa direção, em alta velocidade, pela boca, algo tipo distorção em forma de anel.
O Vāru Arubusu treme levemente. Foi atacado?
— Sem dúvida, tá atacando com hostilidade contra nós.
— Não pode ser, será que é chefão desta região? Ficou furioso por invadirmos o território?
O Kuon e a Kūn conversam isso, mas concordo com essa opinião também. Deve estar querendo eliminar o forasteiro que invadiu o território.
Enquanto penso esse tipo de coisa, ao meu lado, o Doutor mostra sorriso audacioso, "niyari". …Que cara má, hein.
— Ótima oportunidade. Vamos deixar ele virar adversário de combate do Vāru Arubusu.
— O material do Leviatã Senhor tem muita coisa aproveitável pra material de engenharia mágica, sabe.
— Isso aí é montanha de tesouro maior que a barcaça voadora, hein.
— Yumina-mãe! Vamos fazer isso!
Fica óbvio que a Kūn ficou animada só de ouvir "material de engenharia mágica".
Ajuda saber que é fácil de entender, mas fico levemente preocupado se, no futuro, ela não vai ser enganada por algum homem que tenha material de engenharia mágica precioso…
A Yumina, sugerida a atacar o Leviatã Senhor, desliza o dedo no console do apoio de braço do assento de capitão.
— Ataque, é. Deixa eu ver… então, Arubusu, esse tal torpedo mágico brilhante de trinta e seis tubos…
— Espera espera! Isso, sinceramente, é poder excessivo demais! O Leviatã Senhor vira alga marinha do mar assim!
— Yumina-mãe, isso é rejeitado!
Que equipamento absurdo esse Over Gear carrega, afinal…
Enquanto o Doutor e a Yumina trocam essa conversa, o Leviatã Senhor continua o ataque tipo onda de choque repetidamente.
Por sorte(?), com esse ataque, esse navio não parece receber tanto dano assim.
Mesmo assim, ficar só recebendo não seria bom.
— Arubusu, disparo do torpedo mágico brilhante número quatro.
『Entendido』
Pequeno, "pi", som ecoa, e, no monitor diante dos olhos, um torpedo avança com velocidade absurda em direção ao Leviatã Senhor.
E, achando que passou clarão ofuscante por um instante no monitor, o Leviatã Senhor diante dos olhos se parte em duas partes, superior e inferior, flutuando pelo mar espalhando várias coisas.
— Droga. Acertou lugar bom demais, hein…
O Doutor estala a língua baixinho, murmurando pra si mesmo. Parece que o torpedo acertou em cheio, causando dano grande demais no Leviatã Senhor.
Não sei sobre o Leviatã Senhor, mas o Leviatã é fera mágica que não tem defesa tão alta assim. Sendo subespécie dele, achava que também não teria defesa tão alta assim, mas, mesmo assim, um golpe só…
Igual à barcaça voadora, recupero o Leviatã Senhor com [Storage].
Se colocar direto no hangar, deve ficar com cheiro forte, então vou manter guardado no [Storage] mesmo.
Depois, preciso pedir pra Guilda de Aventureiros desmontar.
Sendo fera mágica grande demais, não dá pra desmontar dentro do terreno da Guilda, então precisa sair pra fora da cidade. O desmonte também leva tempo, e, se demorar, a frescura cai. Deve virar trabalho noturno mesmo. Sinto muito pelo pessoal de desmonte da Guilda.
— Já fizemos experimento de combate também, então, por hoje, vamos terminar por aqui? Voltando pra Babylon, fazemos ajuste fino, e depois entramos na exploração de verdade.
— Exploração de verdade seria investigar todo mar do mundo pra encontrar a "Arca"? Prender a Yumina sempre nesse navio seria…
— Não não, se for só exploração, basta ter só o Arubusu mesmo, sabe. Deixo pronto pra contatar caso aconteça algo imprevisto, então não tem problema.
Deixar exploração submarina a cargo do Arubusu, é. Bom, sendo golem, deve conseguir agir vinte e quatro horas em tempo integral, mas explorar todo mar do mundo sem deixar escapar deve ser trabalho e tanto, penso.
— E, ao mesmo tempo, também vou instalar marcador perto do litoral de cada país aliado. Pra conseguir perceber rapidamente se ocorrer invasão dos "apóstolos do deus maligno". Peço pro Tōya-kun explicar isso pros líderes de cada país.
— Entendido.
Não quero deixar aqueles caras fazerem o que quiserem por mais tempo. Da próxima vez, precisamos ir até lá e esmagar eles mesmo.