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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 548

O Ritual de Purizumatisu, e a Besta Cristalina

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Capítulo 548 – O Ritual de Purizumatisu, e a Besta Cristalina

— Ritual de Purizumatisu? O que é isso, afinal?

— Basicamente, as Phrase têm reprodução unissexuada… aa, conseguem gerar filho sozinhas. Originalmente, não precisam de companheiro tipo marido ou esposa. Mas a criança gerada dessa forma, digamos, é só cópia do próprio pai ou mãe mesmo. Nasce com capacidade parecida, e até a personalidade costuma ser semelhante. Se desejar criança ainda mais forte, precisa receber "núcleo" de outro indivíduo, tornando essa pessoa companheira.

— Umu. Bom, companheiro neste caso é só provedor de "núcleo", não sendo tipo humano, que vive junto pra sempre.

Diante da explicação do Ende, a Nei continua complementando.

A espécie dominante das Phrase consegue gerar filho individualmente, mas não existe fase larval, período de infância. O núcleo cresce, nascendo já em forma adulta.

Mas isso poderia ser chamado divisão do próprio pai ou mãe, não conseguindo superar a capacidade dos pais.

Se desejar criança nova e mais forte, precisa receber núcleo de outra espécie dominante, fundindo.

— Naturalmente, sendo "rei" das Phrase, ou família real, exigem criança forte pra próxima geração. Por isso, quase nunca o "rei" gera filho sozinho. Só em caso de emergência extrema, ou quando há algum problema.

— Claro, também não é que qualquer parceiro sirva. O ritual pra selecionar isso é o "Ritual de Purizumatisu", sabe.

— Entendi.

Ouvindo a explicação da Nei e do Ende, o Kuon assente pequeno. Basicamente, é ritual de conseguir noiva mesmo.

Ritual tradicional pra formalizar noivado, ou seja, seria "yuinō" mesmo.

Se for só proposta, é só promessa verbal, mas o yuinō é firmar promessa de casamento entre as duas famílias.

Nos anos recentes, existe pensamento de que casamento é assunto só entre as duas pessoas envolvidas, então oitenta por cento das pessoas parece que não fazem yuinō. Mesmo assim, parece que fazem ao menos encontro entre as duas famílias.

Neste mundo também, existe costume de dar presente ou entregar dinheiro de preparação quando recebe noiva ou noivo.

Provavelmente, deve ser expressão de sentimento de "vou tratar bem a noiva ou noivo", mas, neste mundo, com tanto casamento arranjado, também existe muito casamento e adoção de genro/nora visando isso.

Voltando ao assunto.

— Ou seja, quer dizer que, pra fazer a Arisu minha noiva, preciso passar por esse "Ritual de Purizumatisu"?

— Isso mesmo.

O Ende mostra sorriso, "nyari". Diante disso, a Meru franze levemente a sobrancelha, abrindo a boca.

— Isso é ritual pro caso de "rei" das Phrase, ou família real, né? Nós já abandonamos nossa terra natal, então não precisa ficar presos aos costumes das Phrase, né?

Diante dessa fala, surpreendentemente, quem contesta não é o Ende, e sim, a Nei.

— Mas a Arisu é quem herda o "núcleo" de Vossa Majestade Meru, "rei" legítima. "Princesa" das Phrase. Sendo digamos, ramo diferente do "rei" que ainda reside no mundo cristalino, acho estranho negligenciar o costume das Phrase.

— Muu…

Pensamento continua rígido mesmo, hein, pensa a Meru, mas não deixa transparecer. Causou vários problemas pra essa Phrase séria demais. Por causa dessa dívida, a Meru não consegue contestar com força.

Do lado da Meru, sendo que já não é mais "rei" nem nada, achava que podia ignorar esse tipo de costume, mas, pra Nei, "rei" ainda é a Meru mesmo, provavelmente.

— Então, o conteúdo desse tal "Ritual de Purizumatisu" é?

— É superar a provação dada pela família real. Isso varia cada vez que ocorre. A propósito, na minha vez, foi luta contra a serviçal próxima dela. Consegui vencer de algum jeito.

— Fun, poupando esforço, o que fica falando. Provavelmente, pediram pela Vossa Majestade Meru mesmo, né.

Quem lutou contra o Ende no "Ritual de Purizumatisu" antigamente, pra avaliar a força dele, foi a Nei.

Independente do sentimento interno diante dessa diferença de força, os outros vassalos também não tiveram jeito além de se calar.

— A! Endemyuon, não pode ser que você mesmo vá dizer que vai lutar contra o Kuon-kun!? Provisoriamente, você é pai da Arisu, então isso seria falta grave, viu?

— N, não é isso, não. …Espera um pouco, "provisoriamente", o que quer dizer? Eu sou pai da Arisu, viu?

— A, não, é porque é conversa de futuro. É que, na verdade, ainda… sem sentido profundo, viu.

Diante da contra-argumentação do Ende, a Meru se explica apressada.

— O conteúdo da provação vamos discutir todos juntos daqui em diante. Tá tudo bem, nunca vamos dar provação impossível de superar, absolutamente insuperável.

A Rise complementa isso pro Kuon. Parece que não precisa aceitar isso na hora.

Basicamente, é condição pra ser reconhecido pela família da Arisu, que vai casar. Se for isso, não existia opção de não aceitar pro Kuon.

— Entendido. Vou receber esse tal "Ritual de Purizumatisu". Mas isso não é assunto só meu, então será que posso contar isso pra minha família?

— Isso tudo bem. Amanhã mesmo, pensava em ir até a Yumina-san, então nessa hora, vamos explicar mais detalhadamente de novo.

— Entendido.

O Kuon responde isso se esforçando pra manter calma. De qualquer forma, é assunto do próprio problema da noiva que precisava ser resolvido. Sendo a Arisu quem ele mais entende, não deve ter problema também com pais, irmãos e afins.

Normalmente, virar princesa consorte tem forte sentido de casamento arranjado no aspecto diplomático, mas, no caso de Brunhild, sendo que o pai, Tōya, é contra isso, não tem problema nesse ponto também.

O problema é se a Arisu vai conseguir dominar realmente a postura de princesa consorte…

A Arisu, sendo caprichosa, mas tem força de vontade e espírito indomável de manter até o fim o que decidiu uma vez. Basicamente, é competitiva, sabendo disso, o Kuon não fica tão preocupado assim.

Se a Arisu se esforçar, ele mesmo também precisa corresponder. Mesmo inconscientemente, o Kuon também já começava a pensar positivamente sobre esse noivado.

— …Por que virou esse tipo de conversa, afinal? Não, não é que seja contra, mas…

— Sei lá. O outro lado apresentou essa condição. Do meu ponto de vista, não acho que tenha problema.

Ouvindo a história do Kuon, que voltou pra casa, não consigo esconder a confusão de "não seria desenvolvimento rápido demais isso?".

Não, na minha época, foi ainda mais rápido… será que isso é normal, então? Difícil dizer.

— Entendi, entendi. Quer dizer que é provação pra conseguir a Arisu como noiva, é? Que desenvolvimento empolgante!

Ao meu lado, a Yumina, mãe do Kuon, se anima sozinha. Mais animada que o próprio Kuon, envolvido.

— O Kuon realmente tá bem com isso? Se for só levado pela situação, acho melhor pensar bem, viu?

Sendo eu, que fui levado continuamente pela situação, quem fala isso, é verdade mesmo, viu? Sem perceber, pode até acontecer de ganhar nove esposas, quem sabe. Não, no fim, consegui ficar extremamente feliz, mas.

— Agradeço a preocupação. Mas isso é depois de pensar bem, sabe. Mais que isso, gostaria de confirmar com o pai e a mãe se a Arisu tá bem como futura princesa consorte deste país…

— Uuun, tem lado energético demais, mas a Arisu é criança boa, então não me importo, mas…

— Como nora, não tem problema. Como futura princesa consorte, ainda é esperar pra ver, é o que posso dizer nesse ponto, mas, se for a Arisu, com certeza vai dar tudo certo.

Seguindo minha fala, a Yumina também parece não ser contra. Sinto que ainda tem ponto incerto quanto a virar princesa consorte, mas isso deve dar pra resolver dependendo de como avançar daqui em diante… será?

A Arisu, em bom e mau sentido, é sincera, então acho que não é boa em jogo de estratégia e negociação, mas será que vai dar tudo certo mesmo…?

— Mas esse tal "Ritual de Purizumatisu", né? Não tem perigo, né?

— Parece que a provação varia dependendo do adversário, então isso não sei dizer. Bom, disseram que não vai morrer, no entanto.

Não não, isso não significa que vai levar até o limite antes da morte, não? Só de ser ritual das Phrase, já me deixa só ansioso.

Se o Kuon voltar todo machucado, sem dúvida, o Ende vai ser esbofeteado pela Yumina. Provavelmente, também pela Arisu.

Achando que queria ver um pouco essa cena, mas não posso esperar que o Kuon se machuque.

Bom, seja qual for o ferimento, com certeza vou curar, mas melhor não se machucar mesmo.

— Sinceramente falando, gostaria que as crianças namorassem direito primeiro, gostando um do outro, antes de firmar o noivado, hein…

— Gosto da Arisu, viu?

— U, uuun…

Diante do filho inclinando a cabeça, "kyoton", não consigo dissipar a sensação de "acho que é diferente, hein".

Esse "gostar" talvez não seja o "gostar" que eu penso, será.

Mesmo o Kuon saindo cedo pra dormir, deixando eu e a Yumina sozinhos, ainda continuo com sensação incômoda.

— Mou, imagina. Touya-san, quando eu me impus como noiva, não teve confusão e desconcerto mais forte que isso? Não deveria ter sido "gostar" tão forte assim, né.

— Não, bom, de fato, é isso mesmo, mas…

— O Kuon, do jeito dele, deve valorizar a Arisu mesmo. Existência que só considerava amiga de infância virar objeto de amor romântico em algum momento, é história comum mesmo, sabe? Segundo o "mangá shoujo" emprestado da Rinze-san, no entanto.

Referência baseada em mangá da Terra comprado na lua de mel, hein… de fato, é desenvolvimento clássico dentro dos clássicos, mas.

Neste mundo, viajar longe em si já é raro, então encontro fora do lugar onde nasceu e cresceu é escasso.

Geralmente, costuma casar com amigo de infância criado igualmente na mesma vila.

Sendo criados de forma parecida, os valores também são iguais, e, vivendo juntos desde antigamente, não precisa se disfarçar. É confortável viver junto.

Aplicando isso ao Kuon, dá pra dizer que não difere tanto assim do fluxo geral de casamento deste mundo.

Também ouço com frequência aquele tipo de coisa, "existe condição pra dar minha filha como noiva".

Só que, nesse caso, geralmente é quando quem vira noiva tem status social mais alto. Tipo jovem de aldeia e senhorita de família comerciante.

Sinto que, no caso do Kuon, é o contrário, mas, de qualquer forma, deve ter sido aquele pai idiota que propôs, né… realmente, é difícil mesmo quando o adversário é pai bobo que ama demais a filha, hein, até o Kuon.

Quando comento isso casualmente pra Yumina, recebo reação levemente distante, "uwaa, não ter autoconsciência disso é assustador…".

Que isso, oras.

— Então, na presença das duas famílias, vamos realizar o "Ritual de Purizumatisu". Tá pronto?

Diante da Nei falando isso gravemente ao Kuon, incapaz de segurar a dúvida, me intrometo. Sendo pai do lado do Kuon, deveria ter ao menos o direito de perguntar.

— Entendi que o "Ritual de Purizumatisu" é tipo cerimônia de noivado das Phrase. Então, o conteúdo é? Disseram que varia cada vez, mas precisa ser aqui mesmo?

O lugar onde viemos, pedido pela Nei e o pessoal, é a extensão de terreno selvagem da região de Yūron.

A região central onde ficava a capital celestial, com a Grande Invasão das Phrase, virou ruína completa. Sem trânsito de pessoas, virou terra selvagem dominada por fera mágica, e, atualmente, ninguém se aproxima mais.

Sendo que o país chamado Yūron também não existe mais, dá pra entrar sem problema, sendo lugar perfeito pra fazer coisa que seria problemática se vista.

Nesse lugar, nossa família e a família do lado da Arisu tão reunidas. Todo mundo com sensação de observador.

— Nós, Phrase, nos dividimos entre o que vocês chamam espécie dominante, espécie superior, espécie média, espécie inferior. Mas, além disso, também existe indivíduo que a espécie dominante consegue criar sozinha. Rigorosamente falando, não é Phrase, então, deixa eu ver, seria "besta cristalina"? Isso é a mesma coisa que vocês chamam "golem".

Golem? Está querendo dizer ser vivo autônomo criado por pessoa… esse tipo de coisa, é?

Bom, de fato, tanto golem quanto Phrase são absolutamente obedientes ao criador, e também dá pra produzir em massa. Pensando assim, é parecido mesmo.

— Daqui em diante, o Kuon vai lutar contra a besta cristalina que vamos criar. Mostre a força de proteger a Arisu.

Ouvindo essa fala, murmuro internamente, "como imaginei, é isso mesmo, hein". Incluindo a Nei, é característica comum às outras espécies dominantes com quem já lutei, mas eles primeiro avaliam o adversário por "se tem força ou não".

Digamos, pensamento de lei da selva. Costumam dizer que o mundo natural é lei da selva, mas, precisamente, dizem que é sobrevivência do mais apto. Se fosse realmente lei da selva, só a espécie mais forte sobreviveria mesmo, afinal.

Mesmo sendo fraco, se conseguir evoluir apropriado pro ambiente, sobrevive.

Mesmo assim, as Phrase, primeiro, exigem força. Força de derrotar e submeter o adversário. Sem força primeiro, nada começa.

— Ou seja, quer dizer que basta derrotar o golem que vocês vão preparar, então?

— Isso mesmo. Também pode usar essa arma. De qualquer forma, mostre pra nós toda a sua força, usando todo poder que possui.

A Nei responde isso apontando pra "Coroa" "Prata" na cintura do Kuon, Silvā.

Diante disso, junto com grande suspiro (?), a Silvā começa a falar com voz baixa pro Kuon, "katakata".

『Não tô com vontade nenhuma de participar de conseguir noiva pro pirralho… jovenzinho, que tal desistir disso agora mesmo? Deve ter mulher bem melhor, apropriada pro jovenzinho, quantas quiser por aí…』

— Ei! Não fala coisa desnecessária, espada idiota! Vou afundar no mar, viu!

Voz de protesto vem da Arisu, que ouviu a voz da Silvā. Parece que a Silvā é contra fazer a Arisu noiva do Kuon.

— Não sei que tipo de coisa é essa besta cristalina, mas, seja qual for o adversário, com a Silvā, é vitória fácil, né?

『Bom, é isso mesmo! Não tem quem consiga vencer nossa dupla, eu e o jovenzinho… espera, tem bastante gente assim no castelo, hein…』

Diante da fala tipo persuasiva do Kuon, a Silvā respondia com confiança total no início, mas a voz vai diminuindo aos poucos.

Bom, incluindo a irmã Moroha como líder, tem a Yae, a Hiruda, a Yakumo, e a Furei, usuários de espada capazes de vencer o Kuon e o pessoal, afinal.

Fico curioso com o quão forte é essa tal besta cristalina. Não sendo só técnica de espada pura, dizem que vale tudo, então talvez consiga resolver usando também o poder do olho mágico.

Claro, se o Kuon correr perigo, pretendo intervir.

— Então vamos começar. Nei, Rise, tá pronto?

— Sim, Vossa Majestade Meru.

— Quando quiser.

Os três, formando círculo, se voltam pro centro, cada uma estendendo a mão em direção ao meio.

No espaço onde não tinha nada, aparece pequeno fragmento redondo de cristal, e isso vai crescendo aos poucos.

— Parece konpeitō, hein…

Vendo a forma daquilo tipo grão de semente de papoula redondo, crescendo com pequenas protuberâncias, achei que se parecesse com algo, e é processo parecido com o de fazer konpeitō visto na TV. Mas a velocidade de crescer não se compara ao konpeitō.

Eventualmente, o konpeitō, da forma redonda, começa a multiplicar cristal parecido com quartzo, "pakirapakira", crescendo ainda mais.

A Meru e o pessoal também se afastam do local, observando o corpo cristalino repetindo autoproliferação.

Continuando a multiplicar cada vez mais, o bloco de cristal cresce ainda mais. Já maior que o Kuon, hein. Até onde vai crescer, afinal?

Continuando a se multiplicar, "pakipaki", o corpo cristalino eventualmente toma alguma forma. Algo com quatro patas tipo cachorro ou gato. Sendo chamado "besta" cristalina, será que assume forma de algum tipo de fera?

Mas o tamanho é fora do comum.

— …Tōya-san, aquilo não tem três cabeças, não?

— …Tem.

Conforme diz a Yumina ao lado, a besta cristalina, tomando forma, tinha três cabeças. Que isso, Cérbero?

Diferente do Cérbero, as três cabeças são todas diferentes. A cabeça do meio é leão, e as de esquerda e direita são dragão e águia… será?

— Fumu, ficou assim, hein.

— Razoavelmente forte, hein.

— Nossa obra conjunta das três. Forte.

A Meru e o pessoal, observando pra cima a besta cristalina, que já parou de se multiplicar, assentem cada uma. Tamanho é quase de dragão pequeno. O corpo tipo cristal parece leão, mas a cauda é de dragão, e das costas brotam asa.

A Meru talvez tenha adicionado a característica leão, a Nei, dragão, e a Rise, águia, será?

— Isso que o Kuon vai lutar contra?

— Ainda não. Isso ainda não tem conteúdo. É só objeto ornamental incapaz até de lutar. Por isso, precisamos incutir nele o jeito de lutar. Ei, Endemyuon.

— Sim, sim.

Quando a Nei chama, o Ende avança pra frente, colocando a mão sobre a cabeça da besta cristalina. Luz suave envolve o Ende e a besta cristalina. Algo tá fluindo do Ende pra besta cristalina, hein.

— O que tá fazendo?

— Tô gravando nele meu jeito de lutar. Nessa situação, eu me moveria assim, atacaria assim, esse tipo de padrão de pensamento em combate, sabe.

Deixa eu ver, ou seja, quer dizer que tá inserindo dados de combate do Ende, é? Isso não é meio pesado demais, não? Ei, pai idiota. Não pode ser, será que tá tentando cancelar esse noivado?

— Certo, assim.

Quando o Ende abaixa a mão erguida, a besta cristalina lança grande chama pra cima pela boca do dragão, feito lança-chamas.

Ei, isso, tá tudo bem mesmo mesmo…?

Enquanto fico levemente ansioso, o Kuon já começava alongamento de aquecimento.

— Como direi, parece calmo demais, hein… não fica ansioso não?

— Não especialmente. Bom, com tanta gente reunida assim, acho que não deve haver perigo, mesmo por acidente.

O Kuon direciona o olhar de relance pro local onde tinham mesa e cadeira preparadas, com a turma dos deuses de sempre bebendo com copo cheio de saquê. Desde quando tão aqui, hein…

A irmã Karen, a irmã Moroha, o tio Kōsuke, o irmão Sōsuke, a irmã Karina, e a Suika, tavam bebendo feito festa. …Já nem sinto mais vontade de reclamar disso.

— …Bom, de qualquer forma, boa sorte.

— Sim. Vou me esforçar ao máximo.

O Kuon, recebendo meu incentivo levemente sem convicção, caminha em direção à besta cristalina. Essa força de vontade de não se abalar com nada é confiável mesmo, hein.

E, assim, começa a partida de conquista de noiva do meu filho.


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