Capítulo 569 – As Crianças do Deserto, e o Túnel do Tempo
Do jeito que olho, são mesmo meus filhos derrotando uma atrás da outra as feras mágicas atacando na debandada em massa.
— Espe, por que vocês tão num lugar desse tipo, afinal!?
Corro até onde tá a Rinne, que socava um homem-lagarto, repreendendo isso, e a Rinne, com cara de dúvida, inclina a cabeça, "koten".
— Tio, quem é?
Guhu!? Lâmina invisível me corta. Ah, é isso, na máscara prateada tem aplicado impedimento de reconhecimento, então não conseguem saber que sou eu.
A magia de impedimento de reconhecimento aplicada nessa máscara funciona mais fortemente quanto mais conhecido o outro for. Apaga a consciência tipo "opa? parece com alguém…".
Por isso, mesmo a Rinne vendo eu de máscara, não recebe característica nem reconhecimento nenhum capaz de identificar que sou eu. Por isso, reconhece como pessoa desconhecida diferente.
Mesmo assim, tio, isso… ainda tenho só dezoito anos, viu…
— Opa? Não pode ser, será o Kohaku?
『Sem dúvida』
A Rinne direciona olhar pro tigre grande em que eu montava, mostrando expressão surpresa.
O Kohaku, ela percebe, é… bom, esse lado não tá com impedimento de reconhecimento, afinal…
Percebendo algo, a Rinne abre a boca timidamente.
— Não pode ser, papai…?
— ………Sou o papai.
Tiro levemente a máscara prateada, encarando fixamente a Rinne. De forma interessante, a Rinne começa a se atrapalhar, "awaawa".
— A, ehm, isso, isso é…! K, Kūn-onee-chaaan!
Quando a Rinne grita, logo, montado em algo tipo traje motorizado grande, "gasshan gasshan", a Kūn vem.
Isso é o Armado Gear pesado, "Beowulf", que a Kūn fez, né? Que coisa tá montada, francamente…
— O que foi, Rinne. Se machucou em algum lugar… opa, Otou-sama!?
Encontrando eu com a máscara prateada tirada, a Kūn também mostra rosto surpreso igual a Rinne.
— Kūn? Isso, o que exatamente significa isso, hein?
— A, ehm, isso, isso é…! Ya, Yakumo-onee-samaaa!
Obrigado pela mesma reação da Rinne.
Enquanto isso, cortando fera mágica atacando, chega a filha mais velha da família Mochizuki, Yakumo.
— O que tão fazendo, moleza! Precisa priorizar derrotar fera mágica de rank alto…! Opa, chi, Chichiue!?
Diante da Yakumo com o mesmo tipo de susto que as irmãs mais novas, algo tipo "sun…", esfria dentro de mim.
Nossos filhos têm tendência de jogar responsabilidade pra quem é mais velho, hein. Isso precisa corrigir.
— Então, Yakumo. Explicação vem da irmã mais velha, né?
— A, ehm, isso, isso é…! Mo, Moroha-obasama!!
— O que foi, hein? Yakumo
— Você é a origem de tudo isso, oraaaaaaa!?
Gritando com força total pra irmã Moroha, que apareceu de repente.
Encontrei o cérebro por trás disso! Com certeza, essa deusa da espada cérebro-musculado, sem se satisfazer com pouca luta ultimamente, guiou meus filhos pro caminho do mal!
— "Origem", que fala rude essa. Eu tava pensando mais tipo acompanhante e responsável.
Enquanto ri, "kerakera", a irmã Moroha dispara golpe sônico, cortando de lado num só golpe o bando de feras mágicas que se aproximava.
— Quando encontrei elas no castelo, já estavam indo pra cá com [Gate] da Yakumo, sabe. Sentindo algo interessa… não, sentindo ansiedade, também pulei dentro do [Gate], sabendo da situação só depois.
Ouvindo a história, parece que não foi a irmã Moroha quem trouxe, e sim, as crianças vieram por vontade própria mesmo.
Parece que a Yoshino escutou de forma indiscreta minha conversa com o Ende.
Ouvindo essa história, a Sutefu disse que queria ir ver, a Rinne e a Furei aderiram nisso, e a Kūn guiou bem… convenceu a Yakumo relutante.
E aí foi encontrada pela irmã Moroha, virando acompanhante e responsável, é?
— Isso, a Yae e o pessoal sabem?
— Eh, deixa eu ver… não sabem, talvez? Viemos com sensação tipo se exercitar um pouco…
A Yakumo desviando meu olhar penetrante responde isso.
Pedido de debandada em massa, tipo se exercitar um pouco… não, eu também tava pensando algo tipo resolver a falta de exercício!
No sentimento dessas crianças, deve ser nível de "vou jogar futebol no parque!", francamente…
Avisar a mãe uma por uma? Deve ser esse tipo de pensamento, mas isso varia de família pra família. De fato, a família Mochizuki parece inclinada pro laissez-faire, mas…
Se o Kuon estivesse presente, teria impedido, ou avisado eu e a Yumina… solto suspiro, murmurando isso, e a Kūn desvia os olhos claramente.
Essa aí… sabia e não contou pro Kuon de propósito, né? No fim, quem vai levar bronca das mães vai ser vocês, viu?
— Chichiue, isso, a repreensão fica pra depois, por favor… as feras mágicas também tão se aproximando. Olha, olha
— Mu… haa. Entendi. Fiquem todos juntos, sem se separar. Se acontecer algo, avisem a irmã Moroha ou eu.
『Sim!』
Só a resposta é boa, hein… depois, até eu devo levar bronca da Yae e o pessoal também… não, com certeza vou levar bronca mesmo… perguntando por que não impedi.
Mas, nesse estado, será que dava pra impedir? Vendo tão animadas assim…
Não tem jeito. Vou levar bronca junto…
— Irmã Moroha, deixo essas crianças a seu cargo.
— Pode deixar comigo. A propósito, Tōya-kun, quem seria "aquela deusa da espada cérebro-musculado sem se satisfazer com pouca luta ultimamente", hein?
— Desculpa!
Merda, tava lendo minha mente, é!
Curvando profundamente a cabeça, salto levemente montando no Kohaku, indo embora do local. Não mexer com deus que não incomoda!
『Gurorororoooo!』
— Barulhento!
Disparo [Fireball] na boca do rastejador de areia que aparece bloqueando meu caminho. Isso agora foi levemente descarrego, hein… bom, tanto faz.
Apesar de ser reduzido pelas três máquinas de Frame Gear e Over Gear pilotadas pelo Ende, Norun e Nia, o número de feras mágicas chegando não diminui nem um pouco.
Bom, do nosso lado, além das crianças, até a irmã Moroha entrou em campo, então, por mais que venha, tá tranquilo mesmo.
Mesmo assim, não ver o fim é pesado mentalmente, francamente… se os outros aventureiros começarem a cansar, vou resolver de uma vez com magia de extermínio… opa?
— Sinto que tem fera mágica nunca vista também misturada…
O tubarão de areia que derrotei agora, não tinha duas cabeças? …Será subespécie?
Como esperado, nem eu conheço todas as feras mágicas. E ainda, nessa região de Sandora, quase nunca venho, então não conheço quase nenhuma fera mágica que só habita aqui. Fera mágica comum de região desértica, geralmente conheço, então achei que fosse a mesma coisa, mas…
Enquanto penso isso, sou atacado de novo por monstro nunca visto.
Lula? Polvo? Monstro incompreensível com inúmeros tentáculos aparece de dentro da areia.
Corto com espada de cristal o tentáculo golpeado pra baixo. Derramando sangue roxo, atacando mais com os tentáculos restantes, corto tudo.
Então, dessa vez, cospe da boca algo marrom-avermelhado. Naturalmente, desvio. Junto, "juju", a areia do deserto onde caiu esse líquido solta fumaça branca, derretendo. Ei, é líquido dissolvente, é!?
Sendo nojento, vamos acabar logo com isso. Achando que talvez fosse igual lula e polvo, disparo estocada mirando entre os olhos, e, num instante, "gude", cai no local, morrendo.
Monstro desse tipo também vejo pela primeira vez. Seria tipo Polvo de Areia, ou Tentaculador de Areia?
Será comestível, hein…? Não, melhor evitar. Não quero comer coisa que cospe líquido dissolvente.
Mesmo assim… como esperado, tem algo estranho. Desde agora há pouco, quase não vejo mais fera mágica conhecida, hein?
Será impressão minha, mas os que atacam também tão ficando mais fortes…
Enquanto sinto ansiedade vaga diante dessa dúvida, o smartphone no bolso avisa chamada chegando. É do Ende?
— Alô? O que foi?
『Tōya, essa debandada em massa tá estranha. Por mais tempo que passe, não vê fim. Feito brotando infinitamente de algum lugar…』
Diante da fala do Ende, de fato, já achava levemente que tava demais mesmo.
Originalmente, conforme o nome debandada em massa, sem fera mágica e animal descontrolando, isso não ocorre.
Geralmente, é coisa que ocorre em lugar tipo floresta ou montanha, com comida e água abundante, onde muitos seres vivos habitam, com alguma anomalia como gatilho.
Em deserto assim, ambiente severo pra seres vivos sobreviverem, deveria ocorrer raramente.
Se for isso, de onde essas feras mágicas vêm, afinal? Feito alguém reunindo do deserto inteiro, fazendo descontrolar…
Sinto algo tipo artificial nisso. Não pode ser, será que isso também é dos apóstolos do deus mal────.
Sentindo ansiedade diante da fala do Ende, abro de novo o mapa.
Não mudou muito da forma da debandada em massa vista agora há pouco? Só o ponto vermelho se estendeu reto até a localização atual.
A posição da retaguarda não se move…? Não, mais que não se mover, "dali" continuam aparecendo os seguintes…?
— Não pode ser…! [Teleport]!
Sentindo pressentimento ruim, teletransporto junto com o Kohaku até esse local de retaguarda.
O que vejo lá é bando de fera mágica saltando uma atrás da outra de dentro de espaço distorcido.
As feras mágicas que saltaram avançam reto pelo deserto, feito atraídas pelas que correm à frente.
— Isso é…! [Gate]? Não… não pode ser…!
— Ara ara, parece que cheguei atrasada, hein.
Feito confirmando o pensamento que cheguei, voz familiar chega de trás.
Virando-me, ali, tava de pé a vovó Tokie, mostrando sorriso levemente sem jeito.
Se for isso, quer dizer que isso é mesmo…
— Distorção do "Terremoto Dimensional"…?
— Isso mesmo. E ainda, tá quase completamente conectado ao mundo do passado, perigoso, viu. Se continuar assim, vai formar caminho ligando o passado a esta era.
Aquilo… não pode ser, será o túnel do tempo mencionado antes? Se não me engano, se o túnel do tempo fixar completamente, passado, futuro, presente, tudo vira bagunça, ficando impossível resolver com poder da superfície, resultando em deus destruidor aparecendo, encerrando aquele mundo… ei ei ei, isso não é bem perigoso mesmo…!?
Se for isso, aquelas feras mágicas nunca vistas de agora há pouco são espécie extinta vinda do passado, é!
— Desculpa mesmo. Falando grande, mas fiquei atrasada… constrangedor, hein.
Raramente, a vovó Tokie ri envergonhada. Não não, não é hora de rir, oras!?
Mas, quando essa vovó fecha levemente a mão direita, "kyu", o buraco dimensional aberto desaparece num instante.
A, opa? Deveria ser bem perigoso mesmo, mas… resolveu tão simples assim…
— Deixa eu ver, aquilo "atrasada" agora há pouco, é o quê…?
— Não, sabe, queria apagar antes de ser descoberta pelo Tōya-kun… mas foi descoberta por diferença mínima, hein.
Era isso!? Tava tentando destruir evidência, é!?
"Hohoho", a vovó Tokie ri disfarçando.
— Ultimamente, de grande a pequeno, muita distorção dimensional tá ocorrendo. Achei que fosse influência do Terremoto Dimensional, mas parece que tem alguém agindo discretamente por trás disso.
— …Isso, como imaginei, é apóstolo do deus maligno?
— Sim. Sem dúvida, o outro lado tá gerando "distorção" de propósito. Como resultado, objeto estranho do mundo passado tá vazando pra cá. Isso vira gatilho, facilitando ocorrer debandada em massa e afins, mas essa dessa vez foi a própria debandada em massa do mundo passado vazando pra este lado. Com fera mágica aparecendo uma atrás da outra, o buraco espaço-temporal, mesmo querendo fechar, não conseguia, quase fixando.
Normalmente, pequeno buraco espaço-temporal fecha pela força de recuperação do mundo. Mas, se for grande, demora pra fechar, e, raramente, também tem caso de fixar. Isso deve ser o túnel do tempo.
Dessa vez, com fera mágica passando uma atrás da outra, o buraco não conseguia fechar fácil, é.
Se não fosse a vovó Tokie, sem dúvida, o deus destruidor teria vindo, hein…
Não pode ser, será que o objetivo dos apóstolos do deus maligno é isso mesmo? Fim deste mundo pelo deus destruidor. Não acho que fariam algo assim que também os destruiria, mas também existe gente com desejo de destruição, afinal…
— O que me incomoda levemente é que só tá conectado com o passado, né. Se for distorção dimensional, não seria estranho conectar com o futuro também, mas…
— Falando nisso…
Visitante do passado… espécie extinta tem bastante, mas quem veio do futuro é só o Kuon e o pessoal.
O Kuon e o pessoal, e a Riiru virem do futuro pra este mundo é, sem dúvida, influência do Terremoto Dimensional. Provavelmente, os apóstolos do deus maligno não têm relação nenhuma nisso.
Existe algum motivo específico pra insistir no mundo do passado…?
— Não pode ser… será que o deus maligno, antes de nós derrotarmos, pro mundo futuro?
— Impossível. Enquanto eu existir, coisa ridícula tipo deus maligno não vai atravessar pra nenhuma era. Mesmo que venha, ao contrário, mando pro corredor infinito do tempo, fazendo vagar eternamente.
Minha suposição é descartada pela vovó Tokie. Corredor infinito do tempo, o que é isso, afinal…? Levemente assustador, viu…
Sem se importar comigo internamente assustado, soltando suspiro, a vovó Tokie continua a fala.
— Bom, também existe possibilidade de estarem fazendo esforço inútil sem saber disso…
Aa, também existe essa possibilidade, é.
Os apóstolos do deus maligno tão se esforçando pra invocar o deus maligno do mundo passado. Mas isso tá sendo bloqueado pela vovó Tokie, deusa do tempo e espaço… ou seja, quer dizer que é esforço inútil?
Se for isso, seria história bem lamentável, mas será mesmo isso…
— Opa? Se for isso, quer dizer que esse tipo de debandada em massa vai ocorrer frequentemente daqui pra frente… será?
— Dessa vez, por coincidência, atraiu a debandada em massa do mundo passado, então virou dessa escala, mas acho que escala igual não deve ocorrer com frequência. Só que, distorção espaço-temporal costuma ocorrer perto de coisa em movimento, então, inevitavelmente, acaba atraindo fera mágica e afins. Fera mágica do mundo passado tem bastante mais forte que fera mágica desta era, então…
— No fim, vira debandada em massa mesmo… é.
Resumindo, é isso: assustada com fera mágica forte aparecendo de repente, todo mundo foge junto de uma vez.
Sendo instinto de sobrevivência de ser vivo, se é inevitável, é inevitável, mas…
— Aquilo, será que a vovó Tokie não consegue saber com antecedência onde vai ocorrer distorção, hein?
— Uuun… não é que não consigo saber… mas também tem caso inesperado igual dessa vez, e também acho estranho, sendo deus superior, ajudar demais a superfície. Entre os deuses, também tem opinião dizendo pra não favorecer demais deus novo…
Mumu. Isso, dito assim…
Originalmente, esse é problema que eu, virado administrador deste mundo, deveria resolver mesmo, afinal…
Só que já pego emprestado força até da irmã Moroha e do deus da arte…
No caso desses dois, dá pra desculpar como "orientação" de deus novo, mas o da vovó Tokie é completamente "ajuda".
Se formar túnel do tempo, o mundo acaba pelo deus destruidor. Dessa vez, deve pensar como medida especial por causa disso mesmo. Afinal, aqui também é lugar de descanso dos deuses.
— Só quando parecer que vai formar túnel do tempo que posso pedir ajuda… é melhor pensar assim?
— Isso mesmo. Se pensar mais ou menos assim, tá bom. Mais que isso, aquele lado, tá bem?
A vovó Tokie aponta atrás de mim. Ao mesmo tempo que me viro, se ergue grande pilar de areia.
Corpo de leão gigantesco, asa de águia, e cabeça de caveira. Fera mágica absurdamente grande flutuava no ar.
O tamanho é parecido com o Reonowāru do Norun. Besta gigante? Não, deve tá virando. O tamanho tá meio termo.
— Isso não é coisa que atravessou o tempo, não. É algo que originalmente já habitava esse deserto.
— É isso. Se não me engano, isso é… Esfinge Caveira, era? Foi atraída pelo sangue das feras derrotadas, é?
A Esfinge Caveira é fera mágica que, mesmo tendo rosto tipo esqueleto, gosta de sugar sangue. Não sei se é por causa do lugar sem água, o deserto, ou se é só preferência mesmo, mas, sem dúvida, foi atraída pela quantidade absurda de sangue derramado dessa vez.
『Gaororoon…』
Dentro dos olhos fundos, vejo só escuridão estagnada. Mesmo sem globo ocular, sei que aquele olhar me capturou.
A boca do esqueleto se abre, e, de dentro dela, se estica algo tipo língua fina e longa, tipo agulha. Deve sugar sangue do corpo da presa com essa língua longa.
Feito falcão encontrando presa no chão, a Esfinge Caveira ataca de cima em nossa direção.
『Garororoooooon!』
『Barulhento, tolo』
Em direção à Esfinge Caveira atacando, o Kohaku golpeia a garra pra baixo. A garra rasgadora, cortando não só o ar, mas também o próprio espaço, corta em pedaços quem avançava.
『Garoeaiewee!?』
— Yo, e
Corto ao meio com espada de cristal a Esfinge Caveira caindo em nossa direção coberta de sangue. Ah, o pelo desse aí vira dinheiro razoável. Falhei.
Com o túnel do tempo desaparecendo, o suprimento de fera mágica para. Em mais algumas horas, deve conseguir exterminar tudo.
Quando voltar, deve levar bronca da Yae e o pessoal, hein. Haa… já sinto melancolia antecipada.
『Experimento de ativação número 125 ── falha』
Dentro da caixa de vidro cilíndrica preenchida de líquido roxo-claro, a luz fraca emitida pelo núcleo espinhoso tipo confeito dourado se apaga.
Sentado diante disso, observando gráfico flutuando no monitor, dedos pequenos dourados correm apressados sobre o console.
『Ajuste concluído. Continuando pro experimento de ativação número 126』
"Gopo!", bolha flutua no líquido roxo-claro, e, eventualmente, feito pulsando, o núcleo espinhoso começa a repetir devagar brilho intermitente.
Golem pequeno dourado observa isso silenciosamente. Nos dois olhos dele, chama de obsessão sombria queimava tremeluzindo feito brasa.