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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 582

"\"Rei\" e \"Rei\", e os Óculos"

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Capítulo 582 – “\”Rei\” e \”Rei\”, e os Óculos”

— Deus caído, hein… virou coisa bem incômoda mesmo, hein.

Contando pra irmã Moroha e o pessoal a história ouvida do deus supremo do mundo, todo mundo, "uuun", franze a sobrancelha, começando a gemer.

No gazebo (quiosque) do jardim interno do castelo, os deuses tavam reunidos. Pensando de novo, é cena incrível mesmo, hein.

Deusa do amor, deus da espada, deus da agricultura, deus da caça, deus da música, deus da bebida, deus da guerra, sete deuses reunidos. (A vovó Tokie, deusa do tempo e espaço, ausente)

Bom, eu também tô incluído nisso, mas não tenho consciência nenhuma disso. Mesmo sendo isso, dizer "olá, sou deus" seria constrangedor demais pra falar em voz alta.

Conforme fala do deus supremo do mundo, será que, depois de mil, dois mil anos, vou conseguir ter consciência disso mesmo?

— Isso é coisa tão incômoda assim?

— Bom, né. Diferente de deus subordinado, originalmente, é poder de deus de verdade mesmo. Se relaxar, pode acabar levando rasteira, viu?

Diante da minha dúvida, a irmã Karina responde com sorriso contraído. Não, não pretendo relaxar, mas.

Continuando a fala da irmã Karina, a irmã Karen começa a falar com suspiro.

— A maioria de nós, deuses inferiores, administra alguma coisa. Eu, "amor", a Moroha-chan, "técnica de espada", a Karina-chan, "caça", esse tipo de coisa. Sendo especializada nisso, inevitavelmente, essa característica aparece no poder divino.

— O poder divino original do deus caído era "Corrosão". Conforme o nome, poder de invadir e corroer. Feito rastejando, penetra devagar desde ao redor, eventualmente, deixando tudo apodrecido. Poder incômodo mesmo.

Seria tipo célula cancerígena, é. Se demorar pra perceber, já vira coisa sem jeito de resolver. Como imaginei, precisa mesmo de descoberta precoce, tratamento precoce.

— O tal deus da Corrosão, virou deus caído e fugiu, é~ Como sempre, deve ser gente que não desiste fácil, hein. Mas, deve já não ter mais consciência mesmo, kero.

O Suika, com fala levemente suspeita, ri, "ketakeka", falando isso.

Ei, deus da bebida. De onde tirou essa garrafa de vinho que tá abraçando, hein? Não pode ser, será que de novo se infiltrou na adega da cozinha, pegando escondido? Depois vou ser eu que vou levar bronca do chef Kurea-san, viu.

Ou melhor, o Suika conhece o tal deus da Corrosão que virou deus caído?

— Vocês se conheciam?

— Nn~, um pouco só. Era cara detestável, insistente e cheio de ironia, nya~

Parece que o deus da Corrosão não era deus de personalidade muito boa mesmo. Bom, já dava pra imaginar isso, pelo próprio fato de ter virado deus caído.

— Que crime foi que ele cometeu pra virar deus caído, afinal?

— É mesma coisa que deus subordinado. Meteu a mão no mundo da superfície. Diferente deste mundo, mas.

O tio Kōsuke, deus da agricultura, fala isso bebendo chá.

Meter a mão na superfície… ou seja, quer dizer que usou poder de deus, dando grande influência ao mundo da superfície, né?

— Aconteceu de o deus destruidor precisar destruir mundo virado bagunça completa. Achando estranho a extinção anormal de várias raças, investigando detalhadamente antes de destruir, descobriram que o deus da Corrosão tava envolvido. E ainda por cima, ele mesmo desceu à superfície.

— Aa, isso aí é ruim mesmo~ Completamente sem chance~

Diante da explicação do tio Kōsuke, o Suika ri de novo, "ketakeka". Pras pessoas daquele mundo, não deve ser coisa pra rir, no entanto…

Mas, se não tivessem achado estranho e investigado, aquele mundo teria sido destruído tal como estava pelo deus destruidor, apagando a evidência, é.

— Sendo assim, como esperado, sem espaço pra clemência, tiraram a divindade, certificando como deus caído. Decidido a mandar pro "Mundo da Prisão de Gelo", ele descontrolou, tentando escapar. Mas o deus destruidor presente ali eliminou num só golpe, parece ser esse o desenrolar dos fatos.

A irmã Moroha fala isso com sorriso contraído, mas eliminar deus, assustador mesmo, francamente…

— Isso é o trabalho do deus destruidor, afinal. Ele possui poder de eliminar deus além do deus supremo do mundo. Até nós, se ele quisesse, desapareceríamos num só golpe, viu? Bom, sem motivo apropriado, não consegue eliminar, mas.

Isso quer dizer que, tendo motivo, consegue eliminar, é… personalidade parece razoavelmente displicente, será que anda destruindo mundo de qualquer jeito por aí, hein.

Opa? Falando nisso…

— Eu, o deus destruidor tinha me convidado pra virar o próximo deus destruidor, sabe…

— «Hã?»

Voz idiota dos deuses ecoa em uníssono. Ou melhor, o irmão Sōsuke também não tinha falado agora? Consegue falar, é…

— O Tōya-kun virar próximo deus destruidor, é… será que dá certo?

— Uuun, como irmã mais velha, sou contra. Irmão perigoso desse tipo, não gosto muito não.

— Sinto que ele tem talento pra isso, viu.

— De fato. Basicamente, ele não gosta de usar poder assim, sem necessidade. Mesmo assim, quando usa, não tem piedade.

— Nyahaha, se o irmão Tōya virasse deus destruidor, seria interessante mesmo, nya~

— Fumu. Poder de destruição também é poder próprio. Precisa treinar pra conseguir manejar bem.

Não, não vou virar, viu. E, irmão Sōsuke, para de tocar aí música sinistra e melodramática, por favor.

— Bom, deixando de lado o assunto do deus destruidor, precisa tomar cuidado com o poder do deus caído. Conforme o nome "Corrosão", pior cenário é perceber devagar, aos poucos, sem perceber, até ser tarde demais.

— Vou ter cuidado pra não deixar isso acontecer…

— Dar o golpe final no deus caído e no apóstolo do deus maligno, mesmo sendo pras crianças fazerem, contanto que não usem poder divino, vocês, o Tōya-kun, também podem lutar, viu? Apoiem direitinho, tá?

Mesmo sem a irmã Karen reforçar isso, já tinha essa intenção mesmo. Ou melhor, será que a irmã Moroha e o tio Buryū também não poderiam lutar?

— Se a gente lutar contra esse tal apóstolo do deus maligno, provavelmente, mesmo sem usar poder divino, não teria disputa nenhuma. Se descuidar, acabaria terminando num só golpe. Se for isso, sem dúvida, violaria a regra.

— É que não dá pra adulto entrar na briga de criança, digamos. Bom, fora isso, se for pessoal irrelevante, aceitamos, viu.

Merda, personagem trapaça forte demais não tem onde usar mesmo, francamente!

De fato, mesmo pedindo pros dois massacrarem o apóstolo do deus maligno, e nós só darmos o golpe final, os outros deuses não deveriam ficar satisfeitos. Acho que, sem dúvida, apareceria deus reclamando disso.

Ou seja, quer dizer que não posso facilitar mesmo, é.

Originalmente, é problema que deveria ser resolvido só pela gente humana da superfície, então, condição de não usar poder divino, tá sendo permitido participar, situação de vista grossa mesmo, afinal.

— E ainda, isso é trabalho seu, administrador deste mundo. Ajudamos até certo ponto, mas, se fizermos quase tudo, seria dizer que você é incompetente, né? Não fuja da provação de se aprimorar.

— Gu

Diante do tio Buryū cravando argumento correto absoluto. Isso mesmo, hein, isso é trabalho, hein… de deus.

Novato… a, não, será que trabalho de deus novo é bem duro assim mesmo. Bom, só resta fazer mesmo.

— Certo, então, vamos parar por aqui hoje.

— Feeei…

Estraçalhado pelo tio Buryū e a irmã Moroha, mesmo depois dos dois irem embora, continuo deitado em cima do chão do campo de treinamento, incapaz de me mexer.

— Ai, ai… [Refresh]…

A fadiga sai do corpo, e a dor do corpo se alivia.

Em treino de musculação e afins, com destruição do tecido muscular, e recuperação disso, digamos, "super-recuperação", o tecido muscular fica mais grosso e forte que antes, mas, se recuperar com magia, não recebe esse benefício.

O treino com a irmã Moroha e o pessoal é basicamente pra aprender "técnica", então, mesmo sem ganhar músculo, não tem problema nenhum. Isso dá pra resolver com magia de reforço físico.

Primeiro, sinto que meu corpo, virado raça divina, já não deve crescer mais que isso… não, segundo a história do Kuon e o pessoal do futuro, parece que ainda cresce um pouco mais.

O pico físico do humano é dos vinte aos vinte e cinco anos, será? Não, já não sou mais humano, então talvez isso não se aplique…

— Por que o "Rei" tá fazendo esse tipo de coisa, afinal?

— Nn?

Diante de fala familiar com tom de voz não familiar, ergo só a cabeça, direcionando o olhar ao redor.

Olhando, tava de pé a Riiru na ponta do campo de treinamento. …Não, não é a Riiru, né. Tom de voz de agora há pouco, e cara poker face diferente do normal. É o Haru, presente dentro da Riiru.

— "Por que", perguntando isso… pra ficar um pouco mais forte, só isso.

— Você é o "Rei", né? Se for "Rei", mesmo sem ser forte, se tiver general capaz entre os subordinados, não teria problema, não?

— Tem coisa que não dá pra deixar por conta dos outros.

Levantando o corpo superior, "yo", direciono o olhar pra Riiru… não, pro Haru. Ela… agora, ele, é. Ele mostrava expressão levemente insatisfeita.

— Se o "Rei" for pessoa capaz de fazer tudo, o povo daquele reinado deve ser feliz. Mas, no momento que esse "Rei" desaparecer, ninguém consegue substituir. O mundo fica em desordem, virando mundo de conflito sem fim. Se for isso, não seria melhor o "Rei" não fazer coisa desnecessária, deixando a cargo de gente capaz?

— Esse tal "Rei" capaz, seria a Meru?

Diante da minha pergunta, sinto o Haru prender a respiração, "gu". Acertei em cheio, é.

Bom, isso também é um método mesmo. Eu também recebo aviso frequente do Kōsaka-san pra "não fazer tudo sozinho".

— …A irmã era "Rei" maravilhosa. Todo mundo, obedecendo o que a irmã dizia, nunca erravam. Justamente por isso, quando a irmã desapareceu, exigiram de mim a mesma coisa. Mas, percebendo que eu não conseguia fazer isso, cada um começou a fazer o que bem entendia. O mundo cristalino virou desordem, virando mundo de conflito sem fim. Não consegui substituir a irmã…

O Haru murmura isso com voz pequena, feito se auto-desprezando.

Isso é aquilo que o Kōsaka-san falava, né? Se o topo excessivamente capaz desaparecer de repente, aquela organização desmorona facilmente.

Se dono empresário workaholic continuar gestão workaholic, aumenta funcionário "sim-senhor", atrapalhando crescimento sustentável da empresa, ou impossibilitando formar funcionário com autonomia e responsabilidade… tipo isso.

O clã Oda depois do Incidente de Honnō-ji também desmoronou rápido, né.

No instante que desapareceu Oda Nobunaga, topo destacado sem substituto, o clã ruiu facilmente, "garagara".

Bom, isso também deve ter parte de terem perdido simultaneamente o sucessor Nobutada, mas.

— Guarda rancor da Meru, que jogou o cargo de "Rei" em você?

— Da irmã? …Como será, hein. Guardo rancor do Endemyuon, mas…

Oo. Parece que ainda guarda rancor, hein, Ende.

— Quando a irmã desapareceu, senti muita tristeza, feito abandonado. Também tinha raiva daí também. Bom, a maior parte dessa raiva era direcionada pro Endemyuon, mas… mais que tudo, senti o peso da existência chamada "Rei". Virando "Rei", conhecendo de novo a grandeza da irmã, sentindo, ao mesmo tempo, a própria impotência…

Ouço que, tendo predecessor grandioso, o sucessor precisa fazer trabalho ainda superior a esse pra receber avaliação igual, ao menos.

O Haru, sucedendo a Meru, provavelmente, deve ter recebido também expectativa excessiva do povo ao redor, lutando contra essa pressão.

— Virando "Rei", pela primeira vez, sinto que entendi o sentimento da irmã. Consigo me esforçar por quem precisa de mim mesmo. Mas, por que preciso desgastar este corpo por quem só precisa do meu "poder"? Pra eles, "Rei" pode ser qualquer um. Contanto que tenha esse "poder". Talvez tenha sido esse tipo de motivo que a irmã decidiu atravessar mundos com o Endemyuon.

— Bom, servir sacrificando a si mesmo por gente que nem olha pra você, é difícil mesmo, né…

Se o povo deste país fosse completamente indiferente a mim mesmo, e até gente próxima dentro do castelo não sentisse nada por mim também, eu não teria vontade nenhuma de ser rei.

Logo jogaria isso fora, indo pra outro país, curtindo a vida alegremente.

Existe gente que talvez criticasse isso como irresponsável, tendo "poder", mas, o que tem de errado em viver minha vida como bem entendo? Não tenho espírito de auto-sacrifício até esse ponto. Gente capaz de fazer isso é chamada santo, será?

Por sorte, consegui criar vários laços com o pessoal reunido neste país e com o povo deste mundo. Por isso, passei a gostar deste mundo. Quero proteger essa gente que gosto. Por isso, consigo me esforçar.

O Haru não deve ter tido esse tipo de gente por perto. Ouço que as Phrase são meritocráticas pra bem ou pra mal. Deve ter bastante gente que desistiu do Haru, inferior à Meru. Como resultado, o mundo cristalino ficou em desordem.

— A irmã ri, sabe. Não só a irmã. A Nei e a Rise também parecem se divertir. Até tem uma filha chamada Arisu, vivendo com mais vitalidade do que vivendo como "Rei" no mundo cristalino. Achei que realmente devem estar felizes mesmo. Pensar que o Endemyuon deu essa felicidade a elas, meu estômago revira de raiva, mas… acho que foi bom mesmo assim.

— Como direi… você realmente gosta da Meru, hein.

Diante do Haru falando isso, com expressão auto-depreciativa, resignada, acho que ele realmente gosta da Meru mesmo. Normalmente, seria natural ficar bravo por terem jogado o cargo de "Rei" em cima dele.

— Disse que entendi o sentimento da irmã, né? Esse corpo é da Riiru, e eu sou só resíduo de "Rei" chamado Haru, mas… "Rei" só usado, quero dizer pra jogar fora, igual a irmã. O verdadeiro "eu" já deve ter sido, no mundo cristalino, esmagado até o núcleo, virando destroço mudo mesmo.

Com expressão auto-depreciativa, feito desistindo, o Haru fala isso.

Será que tá bem o verdadeiro "Haru", restado no mundo cristalino, hein.

Mesmo com base já criada pelo Yura, só o fato de ter criado novo poder chamado "Kuōsu", acho que não era "Rei" incapaz não.

— …Opa, parece que a Riiru vai acordar. "Rei" deste país. Agradeço pela conversa.

— Não é "Rei", é Tōya. Mochizuki Tōya. Já é hora de decorar isso.

— Isso mesmo. Nos encontramos de novo, tal Tōya.

"Fu", mostrando sorriso, os olhos da Riiru se fecham devagar. No instante seguinte, feito reagindo de repente, "pachipachi!", a Riiru pisca os olhos.

— Hawawa!? Opa, aqui é…?

— Terceiro campo de treinamento do castelo.

— Opa, Vossa Majestade…!

De repente, de pé em lugar desconhecido, com pessoa pouco conhecida perto, faz sentido ficar surpresa mesmo.

Na verdade, eu mesmo não conversei tanto assim com a Riiru.

Quando a personalidade do Haru vem à tona, parece que a Riiru só tem memória vaga tipo sonho. O Haru, ao contrário, lembra firmemente da memória de quando é a Riiru.

— Opa, me perdi, é que, hã, por que motivo tô aqui…

— Aaa! Achei! Ei, Riiru, não pode se afastar de mim assim!

Do outro lado do campo de treinamento, a Arisu vem correndo em disparada total. Atrás dela, também vejo a figura do Kuon vindo apressado. Feito guardião mesmo. Realmente virando cada vez mais tipo irmã mais velha de verdade.

— Desculpa, Arisu-onee-chan…

— Tudo bem, se tá tudo bem. Assustei quando você desapareceu de repente virando as costas.

Parece que a Riiru tava junto com a Arisu, indo até onde tá o Kuon, mas, de repente, sumiu.

Ou melhor, deve ser porque a consciência do Haru emergiu, vindo até onde eu tava, né.

A Arisu, "a", faz cara de quem lembrou de algo, direcionando o olhar pra cá.

— Vossa Majestade. Será que dá pra ganhar smartphone pra Riiru?

— Opa? Não tinha dado ainda?

Ah, é isso, se tivesse smartphone, dava pra fazer contato sem problema mesmo. Sendo que selei com [Prison] o Som de Vida Ressonante da Riiru, a Arisu também não conseguia saber a localização dela.

Tiro do [Storage] um smartphone padrão não registrado, entregando na mão da Riiru.

De quebra, achando bom fazer troca de contato também, sou impedido pela Arisu.

Segundo ela, quem deve trocar contato primeiro com a Riiru é ela mesma, irmã mais velha. Sim, sim, entendido.

Observando com sorriso as duas mexendo animadas no smartphone, o Kuon vem até aqui.

Opa? Por que o Kuon tá de óculos, hein?

— Pai. Tem visitante te esperando.

— Eh? Visitante?

— Sendo que o smartphone parecia desligado, vim eu mesmo. Por ora, tá esperando na sala de recepção.

Ah, é isso, desliguei porque ia treinar com a irmã Moroha e o pessoal.

Mas visitante? Não deveria ter compromisso nenhum hoje, no entanto. Ou melhor, quem, afinal?

— Se apresentou como Gurashī. Como esperado, é pessoa insistente demais… recebi este óculos. Disse que era pra fortalecer amizade…

— A

Ouvindo a explicação do Kuon, consigo imaginar na hora quem veio visitar. Pessoa desse tipo só existe uma. Mas por que essa pessoa, justamente, aqui, hein?

Não entendo bem, mas, por ora, vou encontrar ela. Se não for rápido, o pessoal do castelo vai ficar tudo cheio de óculos.

— Oo, Tōya-dono. Desde o casamento, hein.

— Ehm, há quanto tempo…

Entrando na sala de recepção, ali, tava o deus dos óculos, com óculos sem aro, me aguardando.

Será hábito, ou consciente, o deus dos óculos empurra o óculos com o dedo, "kui", e, sem motivo, o óculos brilha inutilmente, "kira".

À primeira vista, é jovem magro e alto, uns vinte e poucos anos, cabelo preto comprido, discreto, mas o óculos se autoafirma de forma anormal, brilhando, "kirakira", chamando atenção considerável. Sem dúvida, o óculos deve ser o corpo principal mesmo.

— Passei por vários países vizinhos explicando a maravilha do óculos. A partir de agora, quero me concentrar de verdade em espalhar o óculos. Por isso, pensei em pedir cooperação do Tōya-dono.

— Haa, cooperação…? O que exatamente devo fazer, afinal…?

Diante da minha dúvida perguntando, feito esperando por isso, de novo, o óculos do deus dos óculos brilha, "kiran".

— Naturalmente, é torre publicitária! Se você, provavelmente a pessoa mais famosa deste mundo, usar óculos, com certeza, todos os humanos do mundo inteiro vão passar a usar óculos!

— Eeee…?

Era venda forçada de óculos, inesperadamente.


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