Capítulo 587 – A Missão Concluída, e a Batalha da Costa de Rāze
— Desapareceu…!?
Diante do Indigo sumindo diante dos olhos, a Yakumo fica atônita. Mesmo tendo encurralado até esse ponto unindo forças com todo mundo, na hora final, deixou escapar.
A operação fracassou. Por minha culpa, tudo virou em vão. Esse sentimento transborda do fundo do coração, e o coração da Yakumo bate acelerado, "dokindokin".
O que faço, hein. Por ora, pedir pro pai desativar o [Prison], buscando com [Search] pra onde fugiu…!
— Yakumo! Se acalma!
Chega ao ouvido da Yakumo, desesperada e confusa, a voz da mãe, Yae.
"Bikutto", quando a Yakumo se assusta, olhando pra Yae, vê ela virando o rosto, direcionando olhar firme.
Isso mesmo. Primeiro, se acalma. Justamente em momento assim que precisa de coração límpido feito espelho, água parada.
Uma respiração profunda.
E, pensa. O [Prison] que o pai fez não se quebra nem se rompe sem ataque contendo poder divino. E esse poder divino, tá sendo selado pelo artefato divino nas próprias costas.
Por isso, a magia de teletransporte que ele usa também deveria estar selada. Então, como conseguiu sumir daqui, afinal?
— Figura… desapareceu?
"Hatto", a Yakumo afia a própria sensação diante do próprio pensamento. Na ponta, no canto do [Prison], sente fluxo de ar fraco.
— Ali!
A Yakumo lança dois kunai voadores tirados do bolso interno. Um acerta o [Prison], sendo repelido, mas o outro é bloqueado no espaço vazio, sem nada ali.
Simultaneamente, "jijiji", feito borrando, aparece no local a figura do Indigo, de capacete de mergulho e roupa de mergulho.
— …Sexto sentido aguçado. Talvez fosse melhor mesmo atacar direto, sem esperar essa barreira se desfazer.
Ainda parece que os joelhos pra baixo do Indigo estão apagados. Quando ele se move, dá pra ver algo tipo limite com o fundo.
Como imaginei, aquela roupa de mergulho deve conseguir vestir magia de ilusão.
— Que bom ter recebido melhoramento do Sukāretto.
De novo, a figura do Indigo desaparece no fundo. A Yakumo recua na hora, posicionando-se no canto do [Prison]. Aqui, não precisa se preocupar em ser atacada por trás.
Diante da Yakumo empunhando a katana, de repente, o Indigo aparece, golpeando a machadinha azul-metálica na mão.
Bloqueando isso, desviando, cortando de volta, de novo, a figura do Indigo fica invisível.
Nessa situação encurralada, não pode relaxar a atenção nem por um instante.
Pra conseguir responder de qualquer direção que venha o ataque, concentra todo o nervo, buscando presença ao redor.
Sentindo leve oscilação no ar, de repente, do espaço vazio, algo tipo arpão voa em direção à Yakumo.
— Ku!?
Reflexivamente, bloqueando isso com a katana, continuando, o Indigo aparecido, erguendo a machadinha, ataca.
A katana da Yakumo já tinha sido completamente balançada, sendo impossível bloquear o ataque do Indigo.
A Yakumo rola de lado no chão, desviando por pouco da machadinha golpeada pra baixo.
Rolando, usando a força do braço e da perna, feito repelida, cria distância do Indigo.
O cabelo levemente cortado se espalha, "parari", ao redor, e suor frio escorre pela bochecha da Yakumo. Aquilo agora foi por pouco. Se tivesse desviado sem repelir o arpão descuidadamente, poderia ter conseguido interceptar o Indigo. Erro de julgamento pequeno também pode mudar drasticamente o destino. Preciso ter cuidado.
— …Foi por pouco mesmo. Da próxima vez, não vou errar.
Sem perceber quando, na parte da armadura do pulso esquerdo do Indigo, tava fixado algo tipo dispositivo de lançamento. Ali, "gashari", carregando de novo arpão pra disparar, "jijiji", a figura do Indigo desaparece de novo.
A Yakumo afia a sensação, concentrando o espírito. O corpo do adversário não desapareceu. Só ficou invisível. O inimigo que precisa cortar tá ali.
Por um tempo, passa tempo tenso, "jirijiri". A mudança na situação aparece de repente.
Diagonal direita da Yakumo, de novo, do espaço vazio, arpão dispara. Simultaneamente, da diagonal esquerda, o Indigo empunhando machadinha ataca.
Não tem o dispositivo de lançamento no pulso esquerdo do Indigo. A Yakumo percebe que ele configurou pra disparar automático, instalando do lado contrário de onde ataca ele mesmo. Ataque simultâneo dos dois lados.
Se repelir o arpão, é cortada pela machadinha, se bloquear a machadinha, é perfurada pelo arpão. A ação que a Yakumo toma foi────
— [Gate]!
— Gu!?
O Indigo, sem perceber, se curva pra trás diante do impacto de ser perfurado de repente por trás.
Direcionando o olhar pra baixo, do plexo solar, arpão afiado se projetava.
Isso é…!?
Pelo próprio arpão que deveria ter disparado, ele mesmo é perfurado. E ainda por cima, por trás.
A Yakumo usou [Gate], bloqueando o arpão, e, simultaneamente, usando isso como ataque contra o Indigo.
O arpão teletransportado por pequeno [Gate] de diante da Yakumo até atrás do Indigo, mantendo o mesmo ímpeto do disparo, perfurou ele.
Do plexo solar do Indigo perfurado, partícula dourado-escura jorra feito sangue. Mas, ignorando isso completamente, mesmo assim, o Indigo golpeia a machadinha azul-metálica em direção à Yakumo.
Nesse momento, o Indigo percebe que a katana da Yakumo virou outra coisa diferente.
Não é mais aquela lâmina tipo cristal de antes, e sim, virou espada brilhando cor platina, contendo ar sagrado.
— Escola Kokonoe Manari, técnica secreta, Shiden Issen.
Pela espada sagrada balançada de lado feito relâmpago, conforme o nome, o artefato do deus maligno na mão do Indigo, Dīpu Burū, colidindo, é cortado ao meio.
"Goto!", o artefato do deus maligno caído no chão perde o brilho azul, e, soltando fumaça preta, derrete completamente.
— Kuku… até aqui, é… o resto, deixo a cargo de você, Sukāretto… glória pro deus maligno da destruição, que encerra este mundo cheio de vaidade e engano!
O Indigo desmorona no local. De dentro da roupa de mergulho estilhaçada, grande quantidade de areia se espalha pelo local.
Confirmando isso, a Yakumo cai de joelhos, "gakuri".
Foi por pouco… se o golpe do arpão perfurando o Indigo tivesse atrasado um instante sequer, minha katana poderia ter sido desviada.
Mas, de algum jeito, ganhei. Com isso, os apóstolos do deus maligno presentes aqui já não conseguem mais teletransportar, fugindo.
— De algum jeito deu certo… acho.
Do lado de fora do [Prison] cercando a Yakumo, a mãe, Yae, sorrindo, assentia pequeno.
『Chegaram!』
Sul do Reino Militar de Rāze, exército de Kyukuropusu tentando desembarcar pela costa próxima de Aizengarudo.
Descobrindo isso, a Herumuvīge da Rinze, em ação de patrulha, muda de direção, voando em direção à posição aliada.
『Não é só Kyukuropusu, também tem máquina gigante nunca vista!』
— Também vejo daqui. Kyukuropusu bem grande, hein. Claramente maior que o Overlord… uns duas vezes maior, será?
Respondendo à comunicação da Rinze, é a Rīn, pilotando a Gurimugerude. Menor que a arma decisiva antiga que enfrentamos antes, mas mesmo assim, deve ter quase cem metros. Isso tá avançando em nossa direção.
Igual o Kyukuropusu, tem olho único, mas também tem, no peito, olho único vermelho imitando olho. Não deve ser só padrão decorativo. Provavelmente, deve ser algum tipo de arma ou equipamento.
— Okā-sama, não é que quanto maior melhor, sabe? Máquina tem tamanho apropriado pra cada função. Se, por ser grande, o movimento ficar lento, ou a construção sobrecarregar articulação e parte motora, não teria sentido nenhum, afinal.
Voz assim dispara vindo da filha sentada atrás. Mesmo sem se virar, a Rīn consegue imaginar claramente que ela deve estar mostrando cara de orgulho.
— Sobrecarga, é… parece que tá andando normalmente, no entanto.
— Bom, pelo menos isso, deveria ter resolvido antes de colocar em combate real mesmo. Deve ter aplicado magia de inscrição de redução de peso, ou encantamento de reforço de durabilidade. Mas, sendo grande até esse ponto, o próprio peso também é arma, né. Redução de peso, talvez não tenha… não, se conseguir alternar conforme a situação, tipo [Gravity]…
Enquanto a Rīn ignora a Kūn ficando pensativa, "butsubutsu", de novo, chega comunicação vinda da Herumuvīge da Rinze.
『A retaguarda de Kyukuropusu disparou pro céu veneno divino-demoníaco (fraco)!』
No céu, com som tipo fogo de artifício explodindo, "paan!", espalha-se pó dourado no céu onde tavam a Rīn e o pessoal.
A Rīn e o pessoal, já vestindo o traje de combate, contramedida contra o veneno divino-demoníaco (fraco), não estão passando mal.
O problema é a redução de função do Frame Gear, mas…
— Kukuku… não pensem que o mesmo truque vai funcionar várias vezes. Guerra é repetição de desenvolvimento de arma. Quem negligenciar contramedida vai perdendo, é isso que precisam saber!
Operando o console no assento traseiro da Gurimugerude, a Kūn confirma o status de saída da máquina. Depois de um pequeno intervalo, esse resultado é exibido no monitor.
— Queda de potência 18%! Vejam! Reduzi pra menos de vinte por cento! É a vitória da nossa equipe de desenvolvimento!
Sinceramente feliz, a Kūn ri alto. Diante dessa excentricidade da filha, a Rīn solta pequeno suspiro.
Bom, algo que caía quarenta por cento agora ficou reduzido a menos de vinte por cento, então entendo o sentimento de felicidade, mas, como mãe, gostaria que ela contivesse um pouco mais.
De novo soltando pequeno suspiro, a Rīn abre o canal completo da máquina exclusiva.
— Igual sempre, primeiro, vou disparar [Salva Geral] com a Gurimugerude, tá bom?
『Isso mesmo. Se conseguir reduzir até certo ponto…』
『Uhum. Enquanto a Gurimugerude tá em resfriamento, eu vou avançar na frente pra proteger』
Chega comunicação da Yumina, na Buryunhirude, e da Sū, na Orutorinde Ōbārōdo.
O poder de ataque do [Salva Geral] do Frame Gear especializado em bombardeio de extermínio, Gurimugerude, disputa primeiro ou segundo lugar entre todas as máquinas exclusivas, junto com o Overlord da Sū, mas, depois disso, precisa de intervalo de vários minutos sem defesa.
Por isso, o papel da Gurimugerude é: primeiro, [Salva Geral] geral, depois, resfriamento, e, então, apoio de retaguarda pros companheiros.
Dessa vez também, igual sempre, primeiro, a Gurimugerude se posiciona na frente do inimigo, expandindo todo o armamento.
— [Salva Geral]!
A tempestade de balas de cristal disparada voa em direção ao exército de Kyukuropusu diante dos olhos.
Normalmente, recebendo essa bala, o Kyukuropusu deveria reduzir bastante o número.
— Eh?
Mas, os Kyukuropusu da frente se alinham, aglomerando, protegendo feito escudo, do temporal de bala de cristal, os Kyukuropusu de trás.
Naturalmente, os Kyukuropusu da frente viram ninho de vespa. Mas, mesmo já com a função parada, feito não deixando passar o resto das balas de cristal pra trás, permanecem firmes no local.
Não, mais que "permanecer firmes", seria mais correto dizer que os Kyukuropusu ao lado, e atrás, não permitem desabar.
Usando literalmente como escudo os Kyukuropusu que receberam a bala de cristal, aguentaram o [Salva Geral].
Kyukuropusu caído é só umas dez e poucas unidades. Nem um terço do normal.
"Bushuu", soltando fumaça branca contendo resíduo de líquido de éter brilhante, "kirakira", a Gurimugerude para de funcionar.
Imediatamente, a Overlord da Sū e os cavaleiros pesados avançam pra frente, formando defesa pra proteger a Gurimugerude.
『Surpreendida. Nunca imaginei que fariam esse tipo de coordenação…』
『Não é que a forma seja igual, quer dizer que o conteúdo é diferente do que até agora?』
Diante do Overlord, a Eruze e a Rinne (de novo trocou com a Eruna) montadas na Geruhirude saem à frente.
Já parece ter começado a batalha dentro do mar entre o Cavaleiro Marinho e o Kyukuropusu. Às vezes, coluna d'água por torpedo disparado pelo Cavaleiro Marinho se erguia na superfície do mar.
— Não, isso, mais que "conteúdo"… sinto que é o sistema de comando diferente. Até agora, era comandante disparando só ordem simples tipo "avancem", "lutem", demitido, sendo trocado por comandante que ordena coisa detalhada tipo "avancem protegendo todos", "derrotem quem parece derrotável"…
Dentro da Gurimugerude imobilizada, a Kūn fala isso.
— Talvez estejam usando sistema de comando parecido, ou melhor, superior, ao dos golens de guerra. Se for isso, vão fazer movimento diferente de até agora? Igual exército, obedecendo exatamente comando do comandante, fazendo luta racional com alta disciplina… manejando vários golens feito próprio braço e perna, usando isso…
— Ou seja, quer dizer que não vai ser fácil dessa vez.
Diante da análise longa da filha, a mãe conclui isso diretamente. Resumindo de forma simples, é isso mesmo…, a Kūn faz bico, insatisfeita.
『Confirmado atrás, indivíduo especial vermelho, diferente do Kyukuropusu gigante. Provavelmente, apóstolo do deus maligno』
A comunicação da Rinze é transmitida pra todos na máquina exclusiva.
Ouvindo isso, a Yumina, através da mira de fuzil da Buryunhirude, confirma essa máquina no grupo vindo do mar, atrás.
O corpo metálico-vermelho brilha refletindo luz do sol. Comparado a outros Kyukuropusu, tem silhueta levemente esbelta, mais próxima de Frame Gear. Mesmo assim, ainda tem câmera-olho único, e, na mão, segura espada fina metálico-vermelha igual.
Já vi essa espada fina antes.
Igual ao que o apóstolo do deus maligno, que bloqueou nossa invasão e roubou a "Arca" nas ruínas de Gandirisu onde encontramos ela antes, usava.
Apóstolo do deus maligno de casaco preto, óculos de sol preto tipo óculos protetor, máscara de peste.
Esse grupo deve estar sendo liderado por esse homem. Se for isso…
— Vamos tentar acertar um golpe?
A Yumina fixa a mira do fuzil da Buryunhirude na cabeça do Kyukuropusu vermelho.
Razoavelmente longe, mas não impossível de acertar. Ao contrário, dessa distância, não deve estar alerta mesmo.
E, assim mesmo, prestes a puxar o gatilho… para.
No momento que tentava disparar, viu a figura do Kyukuropusu vermelho desviando.
O [Olho Mágico da Visão de Futuro], característica de subordinada da Yumina, às vezes, ativa mesmo sem uso consciente.
Costuma ativar frequentemente em situação tipo "fazer isso seria em vão", ou momento de crise extrema.
A Yumina acha que isso ativa inconscientemente, instintivamente, pra evitar situação desvantajosa pra si mesma.
Provavelmente, deve ter tentado impedir a situação desvantajosa pro nosso lado, de disparar aqui, sendo desviado pelo adversário, ganhando desconfiança dele.
A Yumina afasta a câmera da mira de fuzil da Buryunhirude.
— Sakura-san, magia de apoio, por favor. Início de combate!
『Okkē』
Nos dois ombros da Rosuvaise, pilotada pela Sakura, equipados algo tipo canhão, "Sinfonik Hōn", tá montado.
Erguendo nos dois ombros o Sinfonik Hōn tipo trompa, a Rosuvaise expande vários círculos mágicos sonoros.
『Yoshino』
『Vamos lá!』
"Dan! Dan! Dan! Dan!", seguindo ritmo agradável de tambor, a guitarra da Yoshino é tocada.
Ouvindo o compasso inicial, as rainhas montadas na máquina exclusiva riem, "kusuri", "essa música, hein".
Essa música, feita na década de 1960, depois virou tema de filme de comédia romântica, virando hit revival.
Tendo assistido esse filme, elas gostavam muito dessa música. Será escolha proposital sabendo disso?
Eventualmente, flui o canto da Sakura. Letra louvando mulher maravilhosa ativa o líquido de éter dos Frame Gear no campo de batalha, elevando a saída.
『Guerreiros de Rāze! Continuem!』
Montado no cavaleiro preto emprestado, o rei-guerreiro do Reino Militar de Rāze dá ordem de ataque.
Recebendo essa voz, todos de uma vez, os Frame Gear, fazendo tremor no solo, começam ataque total em direção ao exército de Kyukuropusu.
Os cavaleiros de Brunhild, dessa vez, sendo que a maioria saiu com o Cavaleiro Marinho, o Frame Gear em terra fica principalmente a cargo do grupo de guerreiros do Reino Militar de Rāze.
O Reino Militar de Rāze, originalmente, é país que valoriza a própria bravura, mas, considerando Frame Gear também tipo arma, acumularam treino com Unidade de Frame.
Eventualmente, acostumando com a operação, chegando a mover feito o próprio corpo, a técnica de combate deles chegou a até dar trabalho pros cavaleiros de Brunhild. Com aquele grupo de guerreiros, deve conseguir lutar suficientemente contra Kyukuropusu.
『O primeiro golpe é meu!』
O cavaleiro preto pilotado pelo segundo príncipe do Reino Militar de Rāze, Zanberuto Garu Rāze, conforme a fala dele, perfura com a lança na mão o Kyukuropusu diante dele.
Jovem que já desafiou o tio Buryū, deus da guerra, sendo completamente esmagado antigamente.
Recebendo profundamente a lança do Zanberuto na barriga, mesmo assim, o Kyukuropusu, sem parar o movimento, tenta golpear a clava na mão.
『Afunda!』
O cavaleiro preto do Zanberuto, soltando a lança, socando com o punho a lateral perfurada.
"Gushatto!", a armadura da barriga se distorce, e o Kyukuropusu perde o equilíbrio, caindo.
『Como imaginei, socar é mais rápido mesmo!』
Nos dois punhos do cavaleiro preto pilotado pelo Zanberuto, tava segurado algo tipo arma simplificada feita de material cristalino.
Equipado nos quatro dedos, arma pra reforçar golpe, soqueira.
O pessoal do Reino Militar de Rāze, de qualquer jeito, gosta de lutar com mãos nuas, desejando equipamento igual à Geruhirude da Eruze. Diante disso, a conclusão que o Tōya chegou é esse equipamento adicional.
Segurar e socar. Só isso, é arma. Naturalmente, pra reforçar poder de ataque, nos quatro anéis, tá fixado rebite afiado, sendo, em certo sentido, arma bem maligna.
Derrotando inimigo, celebrando, o cavaleiro preto do Zanberuto recebe, feito ataque surpresa lateral, clava golpeada de outro Kyukuropusu.
— Merd…!
O Zanberuto tenta sacrificar o braço pra bloquear, mas, antes disso, com som tipo esmagar, "gakya!", o Kyukuropusu atacando é lançado longe espetacularmente.
『O que tá fazendo, com essa desatenção. Não só a frente, olha mais ao redor!』
— Irmã mais velha!
Diante da máquina exclusiva vermelha de pé ali, o Zanberuto solta voz de alegria. Quem lançou longe o Kyukuropusu foi a Geruhirude pilotada pela Eruze.
Desde que foi completamente esmagado pelo Buryū, ele chama o Ende e a Eruze de irmão mais velho, irmã mais velha. Dizem que é por respeito, sendo discípulos do Buryū, mas quem recebe isso não aguenta bem.
Mesmo dizendo pra parar de chamar assim, ele nunca para, e, no fim, os dois desistiram.
『Não fica parado, se move! Entende a movimentação sua e dos aliados também!』
— C, certo!
Diante da voz da Eruze, o Zanberuto posiciona o punho em direção ao Kyukuropusu.
A câmera-olho da Geruhirude ergue o olhar pro Kyukuropusu gigante atrás dos inimigos.
『Precisamos resolver aquele gigante』
『Eruze-okaa-san, eu também quero lutar!』
『Depois, tá!』
Enquanto soca o Kyukuropusu se aglomerando, a Eruze responde à Rinne, no assento traseiro, soltando voz de tédio.
A Eruna, filha da Eruze, monta na Herumuvīge da Rinze, e a Rinne, filha da Rinze, monta na Geruhirude da Eruze.
De algum jeito, na hora de lutar com Frame Gear, criou-se essa combinação.
A Eruze, se acontecer algo com ela, julga que a Eruna teria dificuldade em manejar a Geruhirude, sendo melhor assim.
O senso de combate da Rinne, sem dúvida, é mais parecido com o dela mesma, e a capacidade de julgamento de situação da Eruna deve ser parecida com a irmã mais nova.
A Eruze mima excessivamente a própria filha, mas a Rinne também é filha querida, sem problema nenhum.
『Bom, então, vamos lá』
A Eruze bate os dois punhos da Geruhirude, "gangan", saindo correndo feito estourando em direção ao Kyukuropusu atacando.