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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 608

A Revisita, e o Reencontro

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Capítulo 608 – A Revisita, e o Reencontro

O cartaz colado na entrada da casa do vovô: "Assim que chegar, liga imediatamente, filho idiota".

Será que isso ficou colado o tempo todo desde que ela percebeu sobre a gente? Tá sujo em vários lugares, e até levemente rasgado.

Essa área toda é terreno da casa do vovô, e o vizinho mais próximo é longe, então quase ninguém deve ter visto isso… mas, do cartaz, sinto raiva, ou melhor, determinação de "não vou deixar escapar de jeito nenhum!" da minha mãe.

Por um instante, penso em fingir "não tinha cartaz nenhum, viu?", ignorando, mas, se ignorar isso, tá claro como o dia que a raiva vai dobrar ainda mais.

Não tive coragem de ligar, então mando mensagem só "Chegamos…", enviando depois de hesitar várias vezes. Acabei enviando.

Se pegar o carro em disparada, deve chegar aqui em cerca de uma hora. Falta uma hora pro sermão infernal, hein…

— Otōsan, entra logo!

— Heika! Abre a porta!

A Rinne e a Arisu fazem barulho na entrada, feito incapazes de esperar. Tensão alta, hein. Diferença grande demais comigo.

— Entenderam? Precisa tirar o sapato pra entrar na entrada, tá? No Japão, basicamente, é proibido entrar com sapato calçado.

— Entendi!

Enquanto tento abrir a chave da entrada, ouço atrás a voz da Sū e da Sutefu. Da vez passada, exceto a Yae, todo mundo subiu com sapato calçado, afinal.

Abrindo a chave, abro a porta, "gachari". Na entrada meio escura, acende luz, "pachiri". Quando me viro, a Rīn tava apertando o interruptor de iluminação, e a Kūn tava grudada nisso, curiosa.

— Okā-sama, isso é interruptor de "eletricidade"!?

— Isso mesmo. Com isso, mesmo em lugar distante, dá pra acender luz. Assim, ó.

A Rīn liga e desliga, "pachiripachiri", a iluminação da entrada e do corredor. Por causa disso, as crianças também querem fazer, virando situação de luz piscando, "pachipachichikachika". Para com isso.

A Yumina e o pessoal levam as crianças, mostrando o interior da casa. Como esperado, o que fez sucesso foi a televisão, todo mundo ficou grudado na tela.

Como já mostrei filme e tal, já deveriam entender que tipo de coisa é, mas…

A propósito, sendo de manhã, o programa era quase todo telejornal.

A Kūn parece ter interesse em vários eletrodomésticos, abrindo e fechando a tampa do micro-ondas, "pakapaka", abrindo e fechando a tampa da panela elétrica, "pakapaka".

Falando nisso, da vez passada também foi assim, mas essa panela elétrica não dá pra cozinhar arroz pra todo mundo, né… comprar panela elétrica industrial? Não, cozinhando várias vezes, guardando tudo no [Storage], não tem problema? Mas sendo pra vinte pessoas… como esperado, talvez precise mesmo de panela elétrica grande.

— Otōsan, fora! Vamos lá fora!

Será que enjoou da televisão só falando coisa difícil, a Rinne puxa meu braço. Uhum, também quero ir, viu. Papai, aguardando sentença, então…

Mesmo assim, tendo vindo com tanto esforço pra Terra, deixar as crianças trancadas dentro de casa também dói no coração. Se tiver algo pra brincar…

— A, da vez passada, tinha o videogame que a Sū e a Sakura brincaram.

— Ooh, aquilo! Uhum, vamos todo mundo brincar com aquilo!

Diante da minha proposta, a Sū sobe correndo, "dadada", a escada pro segundo andar. Deve estar indo buscar o videogame antigo e os cartuchos guardados no armário.

Imediatamente, a Sū desce carregando o console e a caixa com os cartuchos.

Imediatamente, conecta na televisão, começando partida com a Sakura.

— Sutefu! Presta bem atenção na minha força!

— Yoshino, é bom ver a força da mamãe.

O que as duas jogam é aquele jogo de luta que fez sucesso enorme antigamente.

A Sū escolheu lutador de sumô com maquiagem, e a Sakura escolheu lutador de wrestling gigante. Por que escolheram personagem tão peculiar assim…?

Diante da batalha de vai-e-vem, as crianças também assistem a partida absortas.

Primeira rodada, a Sakura vence com pile driver decisivo. Segunda rodada, a Sū decide com tapa consecutivo.

— Kā-sama, ali! Avança ali!

— Ununu!

— Kaa-sama, não deixa escapar! Pega!

— Gumumu!

A partida acalorada se desenrola, mas, no fim, o lutador de sumô da Sū vence com cabeçada de foguete.

— Consegui!

— Ununu…!

Dali, as crianças, competindo entre si, entram animadas na luta pelo jogo de combate.

Sem perceber, virou formato de torneio eliminatório, com regra de "quem perde, troca".

O mais forte, como esperado, foi o Kuon, lutando de jeito calmo, lendo o movimento do adversário, decidindo com contra-ataque. Jeito de lutar bem típico do Kuon firme. Bom, isso tá bom, mas, por que escolheu personagem selvagem elétrico chocante…?

Enquanto observo as crianças se divertindo animadas assim com o jogo, bebo o chá que a Rū preparou, relaxando aconchegante.

A folha de chá tava deixada ali. Provavelmente, minha mãe e o pessoal devem ter vindo aqui várias vezes.

Quer dizer que, eletricidade, água, gás, essas coisas de infraestrutura, talvez não tenha sido Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo, e sim minha mãe e o pessoal que conectaram.

Enquanto penso nisso, percebo som de motor barulhento se aproximando de longe.

Ch, chegou…!

Correndo até a janela do jardim, vejo carrinho vermelho vindo em direção pra cá, do pé da colina.

Rover Mini Cooper 1.3i. Carro querido da minha mãe, herdado do vovô. Carro que recebeu vários ajustes e tuning absurdo de engenheiro folgazão conhecido do vovô.

Aquele Mini Cooper, num piscar de olhos, sobe a colina, estacionando fazendo derrapagem, "drift", diante do jardim. Direção agressiva igual sempre!

— O que é aquilo, o que é aquilo!

— Carro mágico-motorizado…?

— É carro! Legal!

As crianças, animadas, ficam grudadas na janela. Vendo minha mãe aparecer, abrindo a porta do carro com força, me afasto da janela, escondendo atrás do sofá. É hannya. Tem hannya ali…

— Tōya!

— Hii…!?

O som de passo da minha mãe contorna o jardim, indo em direção à entrada. Junto com som de porta abrindo, "gachari", a voz da minha mãe voa até a sala.

— Você, hein…! Uwa!? O que é essa quantidade de sapato!?

Desculpa, desculpa. Desculpa pela quantidade de sapato. Sendo vinte pessoas, afinal!

Por um instante, o som de passo para, mas, imediatamente, ouço passo pesado, "dokadoka", caminhando pelo corredor.

— Tōya, você, afinal, o que… eh!?

Minha mãe, entrando na sala, "correndo", vendo as crianças e as esposas, congela. Bom, é claro que se surpreende. Tantas crianças assim.

— Eh, eeto… creche…?

— Faz tempo, hein, sogra.

A Yumina se levanta, fazendo reverência elegante. Minha mãe, boquiaberta, vendo isso, finalmente reinicia.

— Eeto, você é a Yumina, né?

— Sim. Yumina Buryunhirude… não, Mochizuki Yumina. Sinto-me feliz por poder encontrar a senhora assim, não dentro de sonho.

Quando a Yumina responde sorridente, chega da entrada voz "Uwa, o que é isso, esse tanto de sapato!?". É meu pai. Veio junto, é. Os dois trabalham remoto, afinal.

— Tsuzuri-san, o Tōya-kun tá…eh!? C, creche…?

Reação idêntica à minha mãe. Casal parecido mesmo.

No braço do meu pai, entrando na sala, tá segurada uma garotinha piscando os olhos, "pachikuri". A garotinha, com cabelo em maria-chiquinha, vestindo roupa rosa fofa. É minha irmã, Fuyuka. Cresceu bastante, hein… acho que ainda deve ter menos de dois anos.

— !? Você… Tōya, é!?

— …Merda

Sendo a Fuyuka fofa demais, acabei me inclinando pra fora da sombra do sofá. Forma de criança do próprio filho meu. Óbvio que ia perceber.

— E, eto, faz tempo, se,…!?

Já que fui descoberto, não tem mais jeito, então decido resignar, cumprimentando… quando penso isso, sou pego firme pelas duas axilas, erguido.

— Fuichirō-san! Olha! É o Tōya, o Tōya de quando era criança! Incrível!

— Ee… realmente. Não sei mesmo o que aconteceu, mas fico feliz mesmo.

Minha mãe me ergue, empurrando em direção ao meu pai, balançando pra cima e pra baixo, "bunbun". Para, para…! Vou passar mal…! Vai sair o que tá dentro!

— Aquele, sogra, por aí já…

— Opa, foi mal.

Puxado pela Yumina, finalmente sou liberado. Não pode ser, será que a Fuyuka também é tratada assim? Se ela virar rebelde no futuro, eu não sei de nada.

— Certo, agora, me explica direitinho tudo até agora. Já aviso, se tentar enrolar ou disfarçar…

— Eeto… vou explicar de forma resumida…

Diante do olhar tipo prendendo no lugar, finalmente, consigo explicar essa situação aos meus pais.

— Entendi… conseguiu permissão de deus, ficando capaz de voltar pra casa, e as crianças vieram do futuro, é… espera, não faz sentido nenhum!

Bom, faz sentido mesmo. Eu também, até hoje, tenho parte difícil de acreditar.

Meu pai fala isso, olhando ao redor as crianças na sala.

— Eeto… quer dizer que, então, todas essas crianças aqui são meus e da Tsuzuri-san netos… é isso?

— A, não, só a Arisu ali não é nossa filha, é noiva do Kuon do lado dela…

— Noiva!? Já tem parceiro de casamento nessa idade!? Espera, Kuon?

Bom, é claro que fica curioso. Mesmo nome do vovô, afinal. Quando minha mãe direciona olhar pro Kuon, ele se levanta rápido, curvando levemente a cabeça.

— Muito prazer, Ojī-sama, Obā-sama. Sou Mochizuki Kuon, filho primogênito de Mochizuki Tōya. Fico extremamente feliz de poder conhecer vocês dois dessa vez.

— A, é…

— C, como vai…

Os dois ficam boquiabertos diante da saudação fluente do Kuon. Uhum, eu também, quando conheci o Kuon pela primeira vez, fiquei assim mesmo.

Enquanto mergulho nessa lembrança, minha mãe puxa firme meu braço.

— Espe espe espe, Tōya! Essa criança é realmente seu filho!?

— Meio desrespeitoso isso, hein… quer dizer, "não parece descendência sua"? Talvez o sangue do lado do papai tenha saído mais forte, né? Ai, ai!?

— Uma palavra a mais.

Recebo pancada de soco na cabeça. O quê, oras, só falei a verdade!

Mas acho que também tem parte parecida com a personalidade da minha mãe. Tipo sem piedade com inimigo, ou frieza de encurralar o adversário até o fim.

— Kuon… deu nome do seu pai, hein.

— Parece que sim. Quem deu o nome fui eu do futuro, então não sei bem dizer.

— Eeto, essa criança é do Tōya e de quem…

— Sou eu. É filho meu e do Tōya-san. Educado, cheio de senso de justiça, gentil com as garotas, é filho muito bem-educado, motivo de orgulho!

"Mufū!", a Yumina estufa o peito com rosto satisfeito. Estimuladas por isso, as outras esposas também começam a se apresentar, cada uma querendo apresentar a própria criança primeiro.

— Otō-sama, Okā-sama! Essa criança é minha filha com o Tōya-sama, Āshia!

— Essa criança é filha minha e do Tōya, Sutefu!

— Sou filha minha e do meu marido, Yakumo. Sendo filha mais velha da família Mochizuki…

Dali, virou hora de apresentação em série. Meu pai e minha mãe, "awaawa", acariciam a cabeça de cada uma.

Eu também, por último, apresento a Arisu, e, com isso, provisoriamente, termina a apresentação de todo mundo.

Foi levemente engraçado ver a expressão sutil da minha mãe, sendo chamada de "obā-chan", "obā-sama".

— Eeto, de cima, Yakumo, Furei, Kūn, Yoshino, Āshia, Eruna, Rinne, Kuon, Sutefu. E, noiva do Kuon, a Arisu, é… uhum, decorei.

Minha mãe olha ao redor todo mundo, acenando várias vezes, feito confirmando. Ao lado, meu pai também acena levemente.

— Sensação de ter virado professor de creche ou algo assim, hein.

Meu pai fala isso com sorriso levemente amargo. Bom, é bastante gente mesmo… sendo bastante esposa, é natural mesmo, mas…

— Falando nisso, da vez passada também veio nessa forma, mas por que forma de criança?

Minha mãe joga a dúvida sobre minha forma, só agora percebendo. "Da vez passada" deve ser referência ao que descobriram com detetive ou algo assim.

— Provisoriamente, nesse mundo, sou tratado como morto, sabe. Se pessoa desse tipo ficasse circulando por aí, viraria alvoroço grande, e tocaria na regra desse mundo. Isso, absolutamente, quero que mantenha em segredo. Se isso vazar pro público, nunca mais vou conseguir vir pra Terra.

Aqui é ponto importante. Essa volta pra casa é, no fim, boa vontade de Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo. Não posso quebrar isso. Quando reforço isso, meu pai acena profundamente.

— Entendi… de fato, pessoa morta reviver não pode ser chamado de outra coisa além de obra divina mesmo, né.

— É mesmo, se fosse só coração parado, ainda existiria possibilidade de ressuscitação, mas… você foi completamente cremado, e até enterrado no túmulo, viu…

— A, aquele osso, parece que é falso, sabe. Antes do meu corpo ser queimado, o deus puxou meu corpo e alma pro reino divino saindo do caixão, colocando falso no lugar, disseram.

Diante da minha explicação, os dois arregalam os olhos. Bom, é normal se surpreender. Eu também, ouvindo isso recentemente, fiquei surpreso.

Bom, por causa de terem chamado o corpo inteiro pro reino divino, reparando, virei estado próximo ao corpo de deus, com mana absurda e todos os atributos. Erro fatal de Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo.

— Es, espera um pouco!? Se for isso, o osso enterrado no nosso túmulo é osso de quem, afinal!?

— Tōya-kun, como esperado, ossos de pessoa desconhecida estarem juntos no nosso túmulo é meio…

Os dois falam comigo, apressados. Não, falei que era falso, oras. Não é osso de verdade. É produto fabricado.

Ouvindo isso, os dois soltam suspiro de alívio.

Enquanto conversávamos assim, "kuuu…", de algum lugar, soa barulho de barriga roncando.

As esposas direcionam olhar em uníssono pra Yae.

— Não fui eu, viu!?

— Tou-sama, tô com fome…

A Sutefu olha em minha direção com voz sem ânimo. O som de agora há pouco era da barriga da Sutefu, é.

Olhando o relógio, falta pouco pro meio-dia. Barriga também deve começar a roncar mesmo.

— Vamos fazer compras agora?

— Eu quero ver o ingrediente daqui!

Diante da fala da Rū, a Āshia levanta a mão, "sim, sim!". Uuum, se for comprar ingrediente agora e cozinhar, vai demorar tempo. Vamos comprar bentō?

Pensei também em pedir pizza, mas, provisoriamente, aqui é casa não usada, afinal. Melhor evitar chamar atenção, será?

Uuum, enquanto penso preocupado, minha mãe interfere despreocupada.

— Não tem problema nenhum. Se fizer de conta que todo mundo é filho de parente, e os pais estão viajando, deixando a gente cuidar aqui enquanto isso. Nem é mentira completa, afinal.

— Entendi. Crianças de parente, é.

Seria tipo irmãs mais velhas grandes, e irmãos mais novos pequenos. Se for isso, pode dar certo. Tendo o dono da casa aqui, também não tem problema.

Por ora, decidindo pedir pizza, meu pai abre o site da pizzaria no notebook que trouxe no carro, deixando as crianças escolherem o que quiserem.

Enquanto isso, decido conversar um pouco com minha mãe.

— Provisoriamente, tô planejando ficar duas semanas, mas será difícil levar tanta gente assim pra vários lugares?

— Colocar no trem também deve ser trabalhoso, hein… como esperado, mover de carro deve ser mais fácil, mas, com nosso carro, hein…

O carro querido da minha mãe, Mini Cooper, é de quatro lugares. Não importa como pense, é impossível. Mesmo alugando carro grande, seria virar ônibus de vinte lugares.

Como esperado, talvez seja mais tranquilo só eu ir até o destino, levando todo mundo com magia de teletransporte. Levemente sem graça, mas…

Mesmo assim, queria colocar no trem pelo menos uma vez. Não, já andaram de trem mágico-motorizado, né…

Enquanto conversava assim, minha mãe arregala os olhos, surpresa.

— …Espera um pouco. Você consegue usar magia?

— Eh? Aa, todo mundo consegue usar, sabe? Na Terra, é nível de dá pra soltar bem pouco fogo ou água. Falei pras crianças, provisoriamente, pra não usar na Terra.

— Sobre o filho que virou mago sem perceber.

— …Para com isso, parece que quer dizer outro sentido.

Bom, é normal surpreender. Coisa tipo magia não existe nesse mundo, afinal. Isso também preciso evitar que descubram. Quando for usar, preciso sempre aplicar anti-percepção com poder divino…

— Opa?

De repente, direcionando olhar pro corredor, vejo cachorro grande branco sentado no genkan da casa. Aquele é… trouxe junto, é?

Me aproximo, chamando.

— Eeto… você é a deusa subordinada…

《Faz tempo, Tōya-sama. Aqui, recebi o nome de "Buranka"》

Chega telepatia do cachorro branco.

Buranka…? Aa, aquele nome de lobo fêmea completamente branca que aparece em "Registros Animais de Seton"?

Quem deu o nome deve ter sido meu pai. Se fosse minha mãe, acho que teria dado nome simples tipo "Shiro" ou "Pochi".

Essa criança é a forma transformada da deusa subordinada, superior da deusa subordinada que derrotamos.

Se oferecendo pra pagar o pecado do subordinado como guarda-costas da Fuyuka, mas parece que se adaptou sem problema como membro da família.

— Tem algum problema?

《Nenhum em particular. O corpo da Fuyuka-sama e da família, com certeza, vou proteger.》

Ooh, confiável. Mesmo sendo de nível mais baixo, deus é deus. Verdadeira deusa guardiã mesmo.

— Aaa! Cachorrinho!

Enquanto converso com a deusa subordinada… Buranka, a Sutefu, com olho vivo, percebe isso, correndo, abraçando a Buranka.

『Guffu!?』

Não tá usando [Accel], mas, diante do tackle considerável, a Buranka solta grito. Isso agora, não foi telepatia, e sim voz normal saindo da boca, né?

《T, Tōya-sama, essa pessoa é…!?》

— Aa… minha filha.

《Não pode ser!?》

Fazendo barulho na entrada, a Arisu e a Rinne, que já tinham escolhido a pizza, espiam pra cá, e, encontrando a Buranka, os olhos brilham, correndo em direção a ela.

— É cachorro!

— Cachorroo!

《Espe, espera…!?》

Com seis mãos, sem cerimônia, "washawasha", acariciam a Buranka. Essas crianças têm mais força que adulto comum por aí, afinal… desculpa, aguenta firme…

— E, o quê, cachorro?

— É cachorro mesmo!

— Cachorrinho…!

Ouvindo o barulho, a Yoshino, a Furei, a Eruna também participam, e, finalmente, todo mundo acaricia a Buranka sem parar.

Sob tempestade de carinho, a Buranka gira os olhos, "guruguru". Crianças, provisoriamente, aquele cachorro também é deus, viu…


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