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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 609

A Ajuda, e a Rua Comercial

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Capítulo 609 – A Ajuda, e a Rua Comercial

— Delicioso!

— Que bom. Come bastante.

Minha mãe acaricia a cabeça da Rinne devorando pizza. As caixas de pizza espalhadas pela mesa inteira, uma após outra, viram caixas vazias, empilhadas ao lado.

Afinal, sendo mais de vinte pessoas… mesmo incluindo eu, mais da metade sendo criança, comem normalmente uma, duas fatias. Se oito pessoas mexerem, uma caixa já esvazia.

A Fuyuka, talvez sem fome, não quis comer. Em vez dela, digamos, a Buranka, deusa subordinada, participa do banquete. Ou melhor, participando, mas é só as crianças achando engraçado, dando comida pra ela.

Cachorro pode comer pizza mesmo…? Acho que se comer cebola, intoxica, né? Bom, sendo diferente de cachorro normal em vários sentidos, acho que deve tá tudo bem…

— Nossa, com essa quantidade de gente assim, até a comida vira coisa trabalhosa mesmo, hein… Tōya-kun, o que planeja fazer no jantar?

— Uuum, tava pensando em ir no restaurante familiar perto…

Diante da pergunta do meu pai, fico um tempo pensando. O restaurante familiar que fui antes, fui de bicicleta, né…

As crianças também conseguem andar de bicicleta, então não é impossível ir, mas, se tiver grupo de vinte pessoas de bicicleta, vai chamar atenção demais.

Vou eu primeiro, abrindo [Gate]?

— Magia de teletransporte, é… realmente é mundo de fantasia mesmo, hein. Isso, dá pra ir pra qualquer lugar?

— [Gate] só consegue abrir em lugar onde já fui uma vez, mas, se for [Teleport], se souber a direção e distância, dá pra ir a qualquer lugar. Existe possibilidade de sair em lugar estranho também, no entanto…

Respondendo isso pro meu pai, lembro de quando, com [Teleport], caí de repente durante a troca de roupa da Nia, líder do grupo de ladrões justiceiros "Gato Vermelho".

Se for teletransportar com segurança, [Gate] é melhor. Se for Terra, informação e imagem do destino também consigo obter facilmente.

Bom, usando [Teletransporte Interdimensional], também dá pra saltar sem ninguém perceber.

— Se for isso, ir pra ponto turístico, ficar em pousada ou hotel, também é opção boa, né. Refeição eles servem lá também, e dá pra fazer turismo também.

— !, Entendi! Tinha essa opção, hein…

Diante da fala do meu pai, sinto tipo escamas caindo dos olhos.

Sem perceber, achava que precisava voltar pra essa casa, mas será que dá pra hospedar lá também.

Se for pousada, a refeição também servem lá. Se for ponto turístico, dá pra fazer turismo também.

— Não, viagem normalmente é assim mesmo, sabe…

Meu pai solta voz meio exasperada. …É mesmo, viagem é assim mesmo, né…

A, mas a Rū e a Āshia tavam falando que queriam fazer comida com ingredientes daqui, né. Pra fazer comida pra vinte pessoas, falta bastante utensílio de cozinha e eletrodoméstico e várias coisas.

Preciso pensar em paralelo com cozinhar por conta própria aqui também?

— A, mas será que dá pra hospedar em pousada só a gente…?

Acho que lembro que não era impossível hospedar, mas tinha várias condições. Tipo consentimento dos pais.

Mesmo a Yae e a Hiruda, que parecem mais velhas, ainda parecem menor de idade. Se insistir que são maiores, talvez até desse, mas, se pedirem documento de identidade, aí complica.

Usando [Miragem], dá pra disfarçar com ilusão, mas, se pedirem pra tirar cópia, fica ruim.

— Nisso, acho que, se a gente for junto, não tem problema. Se não me engano, a Tsuzuri-san também tem alguns conhecidos donos de pousada, então, provavelmente, deve dar pra resolver algo assim.

— Eh? Isso quer dizer que vocês vêm junto até o destino da viagem?

Diante da fala do meu pai, acabo perguntando de novo, surpreso.

— Depende dos pais depois de tanto tempo. Isso não é nada demais, e nós também queremos criar bastante memória com os netos.

— É isso mesmo. Sendo família, depende mais da gente. Não precisa ser tão reservado.

Recebo pancada leve na cabeça, "kotsun", da minha mãe, que veio por trás sem perceber. Os dois, sorrindo, me olham de cima com olhar carinhoso.

A consideração dos dois é bastante grata. Grata, mas…

— Mas, o prazo, tá tudo bem?

— «Ugu»

Os dois, num instante, desviam o olhar de mim. Ei.

Minha mãe, além do trabalho como escritora de livro infantil, também tem trabalho de ilustradora fora disso. Deve ter prazo detalhado.

Meu pai, de qualquer forma, tem série mensal numa revista. Não sendo tão corrido quanto revista semanal, mas, uma vez por mês, deve ter prazo firme mesmo.

— Eu tenho dois trabalhos de ilustração, mas, se puder deixar a Fuyuka aos cuidados de vocês, deve terminar até amanhã… acho.

— Do meu lado… ainda falta bastante cenário de fundo, hein… tava pensando em pedir ajuda pra Tsuzuri-san…

Opa? Se for cenário de fundo, não seria melhor pedir pro assistente? Ou melhor, meu colega de classe, o Himura-kun, não era assistente do meu pai?

— O Himura-kun começou série própria há três meses, independente. A obra de estreia em capítulo único virou série direto, viu.

— E!?

Sério mesmo!? O Himura-kun ainda tem dezoito, né!? Não, dezenove? Mas, no mundo dos mangás, não é raro isso… será?

Antes, ele tinha transformado em roteiro a nossa aventura vista em sonho, mostrando pro meu pai e o pessoal, mas a obra que virou série não é essa.

Parece que é drama coletivo de juventude com garotos e garotas de poderes misteriosos, ambientado no interior. …Espera, eu já li isso, viu. Aquela que teve série nova recente na mesma revista do meu pai… aquilo era mangá do Himura-kun, é… era interessante, no entanto.

— Segundo enquete desse mês, ficou em segundo lugar. Incrível, né.

— Sendo ultrapassado pelo próprio discípulo, o Fuichirō-san devia ficar mais frustrado.

Diante do meu pai rindo, "hahaha", minha mãe direciona olhar levemente exasperado. Bom, o gênero do mangá do meu pai parece diferente mesmo.

Se comparado, o do meu pai é tipo gênero tranquilo, ameno. Ouvindo em detalhe, parece que na enquete fica um pouco acima da média, então, por enquanto, não deve ter cancelamento.

Mas, sem assistente que saiba desenhar cenário de fundo, hein. Depois do Himura-kun, parece que contratou assistente novo, mas essa pessoa, dias atrás, conseguiu emprego em empresa de design ou algo assim, saindo facilmente. Será que nem todo mundo que vem ser assistente de mangaká tem sonho de virar mangaká…?

— Se for isso, eu poderia…

— Não, o Tōya-kun é impossível, né. Sendo "pintor mestre", afinal.

Gunuu.

O "pintor mestre" aqui usado é gíria pra tarifar de forma irônica pessoa cujo desenho não é bom, ou melhor, é ruim demais a ponto de não conseguir entender, com estilo peculiar demais.

De fato, não é bom mesmo. Mas acho que tem certo charme no desenho, no entanto.

— Onde, afinal…? A pintura de paisagem que você desenhou só dava pra chamar de "Caos Rastejante"…

— Aa, aquilo mesmo dava vontade de baixar o índice de sanidade mental…

Sem educação. Aquilo foi porque meu pai e o pessoal viram de cabeça pra baixo. E ainda, a tinta escorreu um pouco, então parecia assim só por isso.

Recebendo notificação de "força de trabalho desnecessária" dos meus pais, viro o rosto emburrado. E, ali, meu olhar cruza firme com alguém presente.

— Rinze, vem aqui um pouco.

— ? O que foi?

Chamo a Rinze pra cá, e, tirando do [Storage] um caderno de esboço, entrego pro meu pai e o pessoal.

— Isso, ela que desenhou, viu…

— De onde você tira agora… !

— Opa, isso tá bem bom, hein!

Minha mãe fica surpresa com eu ter tirado o caderno de esboço de espaço vazio, e meu pai fica surpreso com a ilustração desenhada no caderno, das crianças em forma de garota mágica.

Originalmente, foi quando as esposas se transformavam em roupa de proteção pra evitar veneno divino-demoníaco (fraco), e as crianças, vendo isso, começaram a falar que também queriam se transformar, que virou o início.

Sendo forma pós-transformação, a Rinze, animada, acabou desenhando o design de garota mágica pra todo mundo. (Exceto o Kuon)

Mesmo pra olho leigo, acho que essa habilidade de desenho tá em nível bem considerável. Ou melhor, acho até melhor que a do meu pai. Não vou falar isso pra não deixá-lo desanimado, mas.

— A Rinze consegue desenhar cenário de fundo também, né?

— Cenário de fundo?

— Tipo paisagem, cenário desenhado atrás do mangá, sabe.

— Aa. Sim. Coisa que nunca vi, é difícil, mas, se tiver material real, consigo de algum jeito.

Vai dar certo.

— Na verdade, eu queria que ajudasse no acabamento do mangá do meu pai. Deve ser principalmente desenhar cenário de fundo…

— Eh! Posso desenhar mesmo!?

— Se ajudar, vai ajudar muito. Naturalmente, vou pagar salário de assistente…

Assim que meu pai abre a boca, com sobreposição, a Rinze responde rápido.

— Vou fazer! Sempre quis ver como desenha mangá! Por favor, me deixe fazer!

— Hahaha, não sei se meu original vai servir de referência, mas.

Ah, é mesmo, a Rinze também tinha interesse em mangá e afins, né. Na lua de mel, também comprou não só romance, mas alguns mangás.

Talvez, pela mão da Rinze, mangá se espalhe até no outro mundo, hein.

………..Só agora percebendo, mas será que tá tudo bem deixar a Rinze desenhar mangá…?

Fico inquieto se não vai virar só mangá de gênero específico… talvez seja melhor formar outros mangaká também…

Melhor pedir pro meu pai mesmo? Passando pela internet, dá pra publicar até no outro mundo.

Não dá pra trocar e-mail, mas, o mangá que meu pai posta na internet, se eu transformar em papel com [Drawing], também dá pra outras pessoas lerem sem problema.

Com o estilo do meu pai, acho que também deve ser bem aceito por lá. Só que o pagamento só consigo dar na hora de voltar pra casa, mas…

De qualquer forma, vou pedir pra Rinze ajudar de assistente do meu pai por uma noite. Se minha mãe terminar o próprio trabalho, também deve poder ajudar meu pai.

— Então, a Fuyuka a gente cuida?

— Isso mesmo. Se fizer isso, consigo focar no trabalho. A Fuyuka também parece bem apegada com as onē-chan, afinal.

Minha mãe fala isso olhando a Fuyuka se divertindo animada no colo da Yae.

Sério mesmo, essa criança não teme estranho nenhum. Ou será que lembra de tê-las conhecido quando bebê? Parece completamente confiante e apegada.

As crianças também parecem bastante curiosas com a tia mais nova.

Se for isso, vou fazer os dois e a Rinze teletransportarem pra casa dos meus pais pra começar o trabalho.

Quando abro [Gate] com poder divino até a casa dos meus pais, meu pai e minha mãe param de se mover, com expressão boquiaberta. Levemente engraçado.

Com naturalidade, a Rinze passa primeiro pelo [Gate].

Em seguida, feito hesitante, minha mãe pula, e, depois disso, meu pai entra também.

No instante de fechar o [Gate], ouço grito da minha mãe, "O que é isso, hein! Incrível!", e acabo rindo um pouco.

— Māma? Pāpa?

De repente, sem os pais, a Fuyuka olha ao redor, "kyorokyoro". A, ruim. Será que vai chorar?

— Os dois tão trabalhando, então a Fuyuka fica esperando com as onē-chan, tá?

— Ai

Quando acaricio a cabeça da Fuyuka montada no colo da Yae, ela acena, "kokuri", feito entendendo. Será que entendeu mesmo? Perigoso, será que minha irmã é gênia!?

— Como direi, é criança de coragem firme mesmo, hein.

— É mesmo. Tem calma, ou melhor, não se abala com nada… sinto vislumbre de grande potencial.

Também parece que a avaliação da Yae e da Hiruda é alta. Uuum, será que essa personalidade tranquila e serena saiu do meu pai, ou será do lado da minha mãe?

Sensação de mistura dos dois, no entanto. Se for isso, eu também deveria ser assim, no entanto… talvez, quando criança, eu também fosse assim.

Bom, no fim, o que fazer com o jantar, hein… comer pizza de novo também não dá…

Comprar bentō em conveniência ou supermercado…?

Enquanto penso preocupado, "sususu", a Rū e a Āshia se aproximam.

— Se for pra fazer compras, ir com muita gente chama atenção, então melhor ir só nós três. Com seu [Storage], Tōya-sama, não é difícil levar de volta.

— Isso mesmo. Se comprar os ingredientes, dá pra resolver de algum jeito. Dá até pra cozinhar o dia inteiro!

Entendo o que as duas querem dizer, mas fico pensando se a Āshia só quer cozinhar mesmo.

Se for ingrediente ou comida, tenho montanha guardada dentro do [Storage], então não vai passar fome, mas, já que viemos pra cá, quero fazer elas comerem coisa que só dá pra comer aqui.

Aquela pizza de agora há pouco também deve ter sabor diferente da feita com legume ou trigo produzido no outro mundo.

Se cozinhar arroz várias vezes agora, dá pra garantir quantidade suficiente até o jantar? Guardando no [Storage], sempre fica recém-feito.

Na pior das hipóteses, comprar só arroz branco cozido de supermercado ou loja de bentō também é opção.

— Então, vamos os três fazer compras.

— Eee! Também queremos ir!

Quem mostra rosto insatisfeito são a Rinne e a Sutefu. Se todo mundo vier junto aqui, vai ficar sem controle, então acalmo de algum jeito.

Falando que a Fuyuka também tá de guarda-casa, parece que desistem de fazer birra na frente da tia mais nova.

— Yumina, se acontecer algo, liga.

— Sim. Vai e volta com cuidado.

Com [Teletransporte Interdimensional], num instante, teletransporto pro beco atrás da rua comercial ao pé da colina. Aqui não tem olho de gente nem câmera de vigilância.

Imediatamente, abro [Gate], convidando a Rū e a Āshia pro beco.

Tiro mochila grande do [Storage], fazendo a Rū carregar nas costas. Diante das pessoas, fingimos colocar dentro disso, mas, na verdade, guardo direto no meu [Storage].

Naturalmente, só coloco quantidade que cabe. Se mudar de loja, dá pra guardar de novo sem se preocupar com olhar alheio.

Os três, atravessando o beco, saímos numa galeria comercial coberta, levemente antiga.

Quase não mudou desde que vim antigamente. Não passou tantas décadas assim, então é natural mesmo.

Sendo pressionada pelo shopping center visitado antes, sente-se levemente decadente. Mas aqui não tem tanta câmera de vigilância, então acho mais seguro.

Sendo dia útil de tarde, também tem poucas pessoas. Se for isso, a Rū e a Āshia, com aparência estrangeira, também não devem chamar tanta atenção.

— Okā-sama! Ali tem monte de legume! É quitanda!

— Āshia, não é Okā-sama, é Rū-san. Onē-sama também tá bom.

Encontrando a quitanda, o dono fica surpreso levemente, mas acolhe com sorriso a Āshia, com tensão explodindo, invadindo a loja.

— Bem-vinda. Foi fazer compra, é? Que bom.

— Rabanete, cenoura, repolho, cebola… os legumes daqui, na aparência, quase idênticos aos do outro mundo, hein.

— Tomate e batata têm formato levemente diferente. O que é isso, afinal…? Legume que nunca vi.

A Āshia e a Rū, observando os legumes alinhados na loja, direcionam olhar pro legume verde tipo bastão, com verrugas ásperas.

— Isso aí é gōya. É levemente amargo, mas, refogando com tōfu e carne de porco, virando gōya champurū, fica gostoso.

— Gōya champurū! Já li isso num livro!

— Então isso é gōya!

— O, oi

Diante das duas ficando animadas de repente, o dono com barba fica levemente assustado. Desculpa.

As duas colocam vários gōya dentro da cesta que tava disponível, "dosadosa". Outros legumes que chamam atenção também são jogados um atrás do outro dentro da cesta.

— Ei ei, vai comprar tanto assim?

— Fa, família grande, sabe…

Respondo como desculpa diante da dúvida do dono. Ou melhor, não consigo pensar em outro motivo…

— Consegue levar? Vai ficar pra tarde, mas, se puder esperar, entrego, viu?

Entregar? Ah é, existe esse sistema, é. A rua comercial, tentando não perder pro shopping center, também tem várias estratégias, hein.

Mas isso ajuda bastante mesmo.

Observo com sorriso amargo a dupla mãe-filha capturando legume um atrás do outro.

— Então, pode fazer, por favor?

— Certo. Então, escreve aqui endereço e telefone.

O dono, "pi", arranca folha de nota pendurada no pilar, entregando junto com caneta esferográfica.

O endereço da casa do vovô tá tranquilo, mas contato, como faço, hein… número do celular do meu pai deve tá bom. Depois mando mensagem avisando.

Com a possibilidade de entrega, a dupla Rū-Āshia ganha ainda mais impulso.

Isso e aquilo, acabaram comprando quase todo tipo de legume da loja.

Se deixasse assim, tinha risco de comprar tudo, então parei. Como esperado, isso ia incomodar outros clientes.

— Não, do nosso lado, é grato, mas… tá tudo bem mesmo? Melhor confirmar com os pais…

— Tá tudo bem. Por favor, calcule a conta.

Entrego vários maços de nota pro dono da quitanda. O dono digita o valor do produto na caixa registradora, e recebo o recibo e o troco.

— Sempre agradecido. Então, entrego de tarde, viu.

— Muito obrigada. Conto com vocês, então.

Levando a Rū e a Āshia, satisfeitas de tanto comprar, saímos da quitanda.

— A, ali tem açougue!

— Lá também tem peixaria!

— Espe, um de cada vez, viu!?

Persigo as duas correndo pela galeria coberta, ao encontrar o próximo alvo. Quantas vezes mais vou precisar repetir isso, hein…

Dali, circulando por açougue, peixaria, loja de arroz, padaria, e ainda entrando no supermercado, comprando até conserva, bentō, doce, sorvete.

O que mais demorou tempo foi, como esperado, a loja de utensílio de cozinha e itens do lar, onde a tensão das duas explodiu diante de equipamento de cozinha nunca visto.

Querendo comprar isso e aquilo, enquanto penso o que fazer, essa loja também tinha serviço de entrega pra quem comprasse acima de certo valor, então decidi pedir.

Como esperado, coisa tipo panela de barro ou forno holandês é impossível pra criança carregar de volta.

Mas, mesmo assim, comprar sem discernimento isso e aquilo, também fico pensando se tá certo.

Cortador de ovo, será que precisa mesmo? Se for isso, mesmo eu, com material, consigo fazer, viu?

Sanduicheira quente também dá pra fazer sem comprar. Ou será que tem significado em comprar localmente?

Depois, na loja de eletrônicos, comprei panela elétrica grande, fritadeira sem óleo, batedeira manual e afins. Essa loja também tinha entrega, então ajudou bastante…

Não queria chamar atenção, mas acho que acabei chamando bastante mesmo…

Espero que, mesmo virando boato, fique só no nível de "parente da família Mochizuki comprou tudo em compra impulsiva".


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