Switch Mode

Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 612

A Jornada, e a Pousada

💗 Apoie o Nihon Project

Vire um apoiador mensal e ajude a manter as traduções saindo, com prioridade de capítulo e outras recompensas.

Apoiar no Apoia.se

Capítulo 612 – A Jornada, e a Pousada

— Rápidoo!

A Sutefu fica animada, olhando a paisagem passando pela janela.

As crianças sentadas na janela do trem-bala tão todas assim mesmo.

Quando andaram no trem mágico-motorizado, também foi assim mesmo. Sendo que o trem-bala é mais rápido, talvez seja por isso que se diverte.

Dentro do trem, além de nós, também tem razoável quantidade de outros passageiros, então avisei pra não ficar animado demais.

Bom, na verdade, com [Silence], apago o som ao nosso redor. Do lado de fora, deve parecer boca se mexendo sem som. Se aproximar, ouve normalmente, então deve pensar que tamos falando baixinho.

Mas, mesmo sem ouvir voz, dá pra ver a figura animada, então preciso tomar cuidado. Pode falar "criança sem educação, pais não souberam criar", coisa desse tipo.

O Kuon, a Eruna, a Yakumo, a Āshia, mesmo sem ser assento de janela, sentaram sem reclamar. Isso tá bom, mas, vendo o Kuon lendo com afinco o jornal que meu pai comprou na loja da estação, sinto que não é nada infantil mesmo.

Se estivesse lendo mangá de quatro quadrinhos, ainda pareceria criança, no entanto… bom, é bem do jeito do Kuon mesmo.

As esposas também parecem se divertir lendo revista de moda ou revista de mangá compradas na estação.

Até o destino é uma hora mais ou menos, então não deve ficar tão entediado assim.

— Okā-sama, quero ir no banheiro…

— Não minta. Agora há pouco também falou isso, tentando explorar o interior do trem, né. Não pode.

— Dessa vez é de verdade, viii!

Ouço discussão entre a Kūn e a Rīn, sentadas ao lado, do outro lado do corredor.

Agora há pouco, dizendo que ia no banheiro, foi pro vagão da frente, mas, demorando pra voltar, achando estranho, quando fui ver, esperta, tava explorando com curiosidade o interior do vagão da frente.

No momento que encontrei, tava tentando esticar a mão em direção ao extintor de incêndio no deque, então, no último instante, peguei ela, levando de volta pro assento original. Desde então, a Rīn tá vigiando o tempo todo.

Como esperado, dessa vez, deve ser de verdade mesmo, e a Rīn, levando a Kūn, desaparece em direção ao vagão com banheiro.

A Kūn, na estação também, "pashapasha", tirando foto com o smartphone feito fotógrafo de trem, ficava animada, afinal…

A Rīn, contendo isso, já parece bastante cansada. Espero que se cure com a água termal, no entanto…

— Essa roupa é bonitinha, hein.

— Acho que a roupa desse aqui combina mais com você, mamãe.

— É, é mesmo? Uuum, gosto mais de roupa fácil de mover, mas, se a Eruna diz, talvez experimente esse tipo também da próxima vez.

Do assento levemente atrás, na diagonal, ouço voz da Eruze e da Eruna. Parece animadas olhando revista de moda.

Será que vão comprar roupa da Terra de presente?

— Rinze, isso, dá pra fazer?

— Dá pra fazer, sim. Mas acho que essa cor não, e sim aquela cor combina melhor com a onē-chan.

— É mesmo? Se for isso, deixo a seu cargo. Quanto tempo mais ou menos leva?

— Nn… acho que consigo terminar até chegar no destino.

Opa? Alguma conversa fora do senso comum chega de trás, hein.

Mais que comprar de presente, era pra irmã mais nova fazer, era a resposta correta, é…

— Tōya-san, aquele tecido de bicho-da-seda ainda tem, né?

— Tem, mas…

A Rinze de trás pergunta por cima da minha cabeça.

— Dá pra tirar o kit de tecido cor sorbet, e minha caixa de costura, por favor?

Eee…? Sério mesmo que vai costurar aqui? Não, deve conseguir fazer mesmo, mas…

Provisoriamente, sem revelar, enfio a mão dentro da mochila sob os pés, abrindo o [Storage] ali, tirando os itens desejados pela Rinze.

A Rinze, recebendo alguns rolos de tecido e a caixa de costura, mesmo sendo assento apertado, sem hesitação nenhuma, começa cortando com tesoura direto no tecido.

Feito assistindo vídeo em avanço rápido, a mão da Rinze corta, dobra, costura o tecido com suavidade e precisão.

Isso deve ser a característica de subordinada dela, mas, toda vez que vejo, é habilidade absurda mesmo, hein… feito máquina de costura humana.

Antigamente, ouvi do meu pai que existe mangaká que aplica tinta direto sem rascunho, será que é coisa parecida com isso?

A Rinze já deve enxergar a coisa completamente pronta. Por isso, consegue cortar o tecido sem hesitação nenhuma com a tesoura.

Concentrada no próprio mundo, a Rinze continua fazendo a roupa em silêncio. Uwa, já tá pronta a parte do braço do ombro até a manga…! Se atrapalhar, vai ser ruim, então melhor deixar quieta…

Quase ao mesmo tempo que a Rinze murmura "terminei", chega anúncio no trem-bala avisando chegada no destino.

Descemos mochila e afins do compartimento de bagagem, começando a se preparar pra sair.

A roupa que a Rinze terminou, eu recebo, guardando discretamente dentro do [Storage].

Quando o trem-bala chega na estação, cada um de mãos dadas com a criança, saímos em fileira na plataforma.

Sendo cerca de uma hora, mas ficou sentado o tempo todo mesmo, afinal. Todo mundo alonga o corpo apertado. Mesmo assim, isso é conversa do meu pai, minha mãe, e as esposas, no caso das crianças e de mim, não tem cansaço tão grande assim. Corpo pequeno, afinal…

Subindo escada da plataforma do trem-bala, passando pela catraca, saindo pro corredor central amplo dentro da estação, onda de multidão vem avançando de uma vez, "wa!".

— Tem bastante gente, hein.

— É a maior cidade regional por aqui, afinal.

A Yae, segurando a mão da Yakumo, fica olhando ao redor boquiaberta, "kyorokyoro".

A Rū e a Āshia também tão de olho preso no bentō de trem da loja. Todo mundo parece impressionado com estação grande.

— Daqui é linha convencional, né?

— Isso. Eeto, é por aqui.

— Tsuzuri-san, antes disso, o bilhete.

— Ah, esqueci

Minha mãe, que começou a andar em direção à catraca da linha convencional, se vira de repente pela voz do meu pai.

Apressada, ainda segurando a mão da Arisu, vai em direção à máquina de venda de bilhete.

Comprando bilhete pra todo mundo, de novo, vamos pra plataforma da linha convencional.

— Tem várias linhas numa estação só, hein.

— Não só terrestre, tem até metrô que corre subterrâneo. Cada uma tem destino diferente, afinal.

A Yumina fica admirada com uma estação só tendo várias linhas. O trem mágico-motorizado do outro mundo só vai e volta de um lado pro outro numa linha só, afinal.

Mas, dentro da estação, tendo tanta escada de subir e descer e escada rolante assim, sinto que vou me perder facilmente sobre onde tá onde…

— Sensação de masmorra, hein.

A Hiruda fala isso, talvez pensando o mesmo. Bem dito mesmo, hein.

Se por acaso, por algum vírus e afins, a humanidade for extinta, e, daqui a milhares de anos, nova humanidade encontrar esse tipo de estação e linha subterrânea, será que também vão pensar, igual a Hiruda, que é masmorra?

A masmorra do outro mundo é campo de teste feito por grande arquimago da era da magia antiga, ou instalação de pesquisa feita por país antigo, então acho que não deve estar totalmente errado.

Enquanto mergulho nessa fantasia, passando pela catraca, descendo a escada, fico de novo na plataforma da estação. Sendo dia útil, e ainda mais perto do meio-dia, quase não vejo figura tipo funcionário de empresa.

Ainda falta um pouco de tempo pro trem chegar, então decidimos sentar no banco da plataforma pra esperar.

— Otōsan, quero beber suco!

A Rinne aponta pra máquina automática na plataforma, pedindo suco. Será que ficou com sede? Não, deve ter vontade de tomar também, mas isso parece só querer comprar na máquina automática mesmo.

— Toma, dinheiro. Coloca o valor certo antes de apertar o que quer, tá?

— Entendi!

Quando a Rinne recebe dinheiro de mim, corre feliz até a máquina automática.

— Uuum, esse aí do desenho de uva!

Quando a Rinne, esticando o corpo, aperta o botão, "goton", cai garrafa PET de suco de uva.

— Otō-sama, eu também quero!

— Tou-sama! Eu tambéém!

Vendo a Rinne comprando suco, as crianças se alinham diante de mim, uma querendo mais que a outra. Sem jeito, vou entregando dinheiro em ordem, mas será melhor entregar de uma vez certa quantia como mesada?

— Se for isso, eu vou desse preto aqui!

— A

A Arisu, recebendo dinheiro, acaba apertando botão de café enlatado. E ainda mais, é preto.

— Arisu, isso é café, viu. É aquele preto e amargo que você não gosta.

O Kuon aponta isso pra Arisu, que comprou café enlatado. Sendo que tá escrito pequeno em katakana "café" na lata, afinal. Queria que percebesse antes de comprar.

No outro mundo também tem grão de café. Sendo cultivado só em algumas regiões, sem se espalhar muito, mas, de vez em quando, eu bebo, então encomendamos pro castelo.

No futuro, será que a Arisu também teve oportunidade de beber, conhecendo sobre café, é. Parecendo não gostar, no entanto. Não, é normal criança não conseguir beber café puro mesmo.

— Toma, com isso, compra diferente, por favor.

— Pode!? Obrigada, Kuon!

O Kuon recebe o café enlatado da Arisu, entregando no lugar o dinheiro que dei. Meu filho, como sempre, tem manha demais…

— Sensação de sagacidade que não parece ser filho do Tōya-kun, hein.

— Não fala isso. Fico meio incomodado, sabe…

Sentado no banco ao lado, meu pai murmura baixinho, tendo visto tudo isso.

Acho que o Kuon puxou mais pro lado do meu pai, na verdade. Tipo personalidade calma.

Eu, sendo comparado bastante com minha mãe pelos parentes, mas onde, afinal? Pensando isso, mas, de fora, parece que somos parecidos mesmo. Não sou tão tirano assim, viu? Provavelmente…

O Kuon, recebendo o café enlatado, puxa o lacre, bebendo um gole, fazendo cara amarga indescritível. Não consegue beber, é? Como esperado, até o Kuon, no paladar, é igual a criança mesmo, hein.

— Kuon, vem aqui.

Chamo o Kuon, recebendo o café enlatado, entregando dinheiro de novo. Recompensa pro filho que aceitou o café pela Arisu, mesmo sem conseguir beber… nem chega a tanto assim, mas.

— Obrigado, Otō-sama.

O Kuon, com dinheiro em mãos, volta pra máquina automática. Observando com carinho, bebo o café enlatado, "gubiri"… amargo…

Eh, café da Terra era assim tão amargo assim? Não pode ser, será que meu paladar também virou criança?

— Eu bebo?

— Por favor…

Meu pai, percebendo minha careta, fala comigo. O café preto rejeitado passa da criança pro pai, e, daí, ainda pro pai desse pai, finalmente sendo bebido com gosto.

— A, chegou.

Diante da voz da Yoshino, ergo o rosto achando que o trem chegou, mas, na direção que ela aponta, não tem nem sombra nem forma de trem. Só a linha do trilho continua sem fim.

De relance, olhando o painel eletrônico em cima da plataforma, com certeza, o horário de partida tá se aproximando. Não pode ser…

— Talvez seja pelo som?

— Nn. Desde agora há pouco, "katatan, katatan", vem se aproximando.

A Sakura, de pé ao lado, responde sem se importar. Não, não ouço nem um pouco, viu? Voz das pessoas na plataforma, anúncio da estação, som do trem chegando, não consigo identificar nem um pouco.

Concentrando poder divino no ouvido, talvez consiga ouvir, mas, será que essas duas fazem isso naturalmente, sem esforço nenhum, hein…

Eventualmente, também consigo ver o trem, corpo prateado com linha verde, entrando na plataforma.

Quando o trem para na plataforma, "pushū!", junto com som, a porta abre, e os passageiros descem em fileira na plataforma.

Depois que os passageiros terminam de descer, levamos as crianças, entrando no trem. Sendo dia útil, o interior tá esparso de gente, tendo assento suficiente pra todo mundo sentar junto.

Igual do trem-bala, as crianças, uma querendo mais que a outra, sentam no assento de janela.

A porta do trem fecha, e, "gototon", junto com som, começa a andar devagar de novo.

As crianças, pela janela do trem que aos poucos ganha velocidade, observam sem cansar de novo a paisagem passando.

Já é o terceiro trem só hoje, mas realmente não cansa mesmo, hein…

— Sensação de coisa boa, isso, né.

— É mesmo. Até agora, não tinha condição de fazer viagem longa assim, afinal…

Diante da fala pensativa da Yumina, sentada ao lado, sem perceber, também acabo acenando.

Desde a lua de mel, tava cheio de apóstolo do deus maligno e criação de artefato divino, afinal… achando "quando se acalmar", ficou adiando e adiando sem perceber.

Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo já falou que dá pra voltar pra casa uma vez por ano. Ano que vem, sem as crianças, deve ficar viagem de volta solitária, no entanto…

Precisamente falando, até o momento que as crianças voltarem pro futuro, não posso levá-las pra Terra. Senão a história fica estranha, afinal…

Se pedir pra vovó Tokie, talvez consiga ajustar de algum jeito, mas, sendo coisa relacionada a deus maligno, ainda vá, mas, pedir pra deusa do espaço-tempo corrigir paradoxo temporal por assunto particular meu, seria demais incomodar, né.

A próxima vez que meu pai e minha mãe conseguirem ver os netos vai ser, no mínimo, daqui a mais de dez anos… nn?

Não, espera? Será que basta o eu do futuro, de quando as crianças voltarem, mover também o tempo com [Teletransporte Interdimensional], voltando pra casa um, dois anos depois desse eixo temporal atual?

Se for isso, meu pai e minha mãe também conseguem ver o crescimento dos netos. Mesmo com o tempo dos dois mundos desviando, se voltar pra Terra a cada poucos anos, eventualmente, o tempo alcança, será?

Talvez não seja ideia ruim. Quando voltar, vou perguntar pra Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo. Talvez seja zona cinzenta, mas…

Pro meu pai e o pessoal, talvez vire volta pra casa sem sentido nenhum, alternando entre o eu atual sem netos, e o eu do futuro com netos já nascidos.

Esse ano, do outro mundo atual, ano que vem, do outro mundo futuro, e daqui a dois anos, do outro mundo atual de novo, alternando… não, será que o eu atual não precisa ser a cada ano exatamente? Opa? Se o eu do futuro vier pro passado, o pai do futuro não consegue mais ver os netos, e… eeto, opa? Ruim, minha cabeça começou a embaralhar…

Depois, vou pensar de novo conversando direito com as esposas…

De novo dentro do vagão, seguimos correndo, "gototon, gototon", entre as montanhas e florestas, num trem parador diferente do trem-bala.

Eventualmente, correndo por cerca de uma hora, chegamos na estação do destino. Demorou mais que esperava, hein.

Assim que desço na plataforma, sinto de leve cheiro de água termal no ar.

Cheiro de enxofre, ou melhor… não, enxofre é inodoro, né? Acho que ouvi que, na verdade, é cheiro de sulfeto de hidrogênio ou algo assim… bom, de qualquer forma, é cheiro de água termal.

— Tsuzuri-senpai! Aqui!

Passando pela catraca, saindo da estação, ao lado do micro-ônibus estacionado de frente, tinha mulher de quimono acenando.

Essa mulher, parecendo levemente mais nova que minha mãe, corre em direção pra cá com sorriso.

— Iori! Faz tempo, hein!

— Tsuzuri-senpai também, sem mudar nada!

Essa deve ser a kōhai da minha mãe, é. Se não me engano, era a proprietária jovem da pousada onde vamos ficar? As duas, de mãos dadas, celebram o reencontro.

— Iori-san, faz tempo.

— Mochizuki-senpai, tudo bem?

Nn? É conhecida do meu pai também, é? Se for isso, será amiga de época de estudante?

— Todo mundo, essa pessoa é a Tsukise Iori-san, quem vai cuidar da gente na pousada. Certo, cumprimentem!

『Muito prazer!』

— Sim! Igualmente, muito prazer!

Junto com as crianças, também cumprimentamos, curvando a cabeça.

— Desculpa vir de repente com tanta gente assim.

— Não, imagina! Justamente tinha cancelamento repentino de grupo, e tava com problema! Timing muito bom mesmo! Ouvi pelo telefone, mas realmente tem bastante criança, hein!

— A, eeto. S, são crianças de parente, sabe. Justamente vieram todas pro Japão em bom timing. A, nossos filhos são esse aqui e…

Minha mãe, depois de olhar a Fuyuka carregada pelo meu pai, olha rápido pra mim. Diante disso, ergo o dedo indicador diante da boca.

— A… e, eeto, sobre o filho de vocês…

A Iori-san, feito percebendo algo, desvia o olhar com constrangimento. Deve saber que meu filho morreu. Mesmo já passados mais de três anos, é assunto pesado demais pra virar tópico.

— Aa, tá bom tá bom. Hoje vim pra me divertir mesmo. É aquele ônibus a condução?

— A, sim!

A Iori-san nos direciona pro micro-ônibus estacionado atrás. Com minha mãe na frente, todo mundo entra em fila animadamente, "wai wai", no ônibus. Só a Kūn, tentando de novo espiar embaixo do carro, foi arrastada pela Rīn pra dentro.

O interior do micro-ônibus, entrando pela esquerda, tinha fileira de dois assentos, à direita, fileira de um assento, e no fundo, assento pra quatro pessoas, decoração completamente comum.

Incluindo motorista e a Iori-san, não dá pra sentar duas pessoas, mas, tendo assento auxiliar, de algum jeito, todo mundo consegue sentar.

Bom, a Fuyuka podia sentar no colo de alguém também, mas, tendo cadeirinha certinha, sento ela ali, e eu e o Kuon decidimos sentar no assento auxiliar.

Direitinho, tinha cinto de segurança no assento auxiliar também, então colocamos direito.

— Então, vamos partir!

Junto com a voz da Iori-san, o micro-ônibus começa a andar devagar. As crianças, andando de carro pela primeira vez, igual do trem, curtem a paisagem da janela.

Se só o deslocamento já diverte tanto assim, de fato, foi correto não usar magia de teletransporte.

Mesmo assim, pra economizar o custo da viagem, será que não teria problema pular o trem-bala e a linha convencional da volta? Também tem outros lugares que quero ir além do ponto de água termal, afinal.

O micro-ônibus corre pela estrada de floresta, e a paisagem vista pela janela dá sensação de interior pacato.

Eventualmente, o ônibus começa a correr pela estrada à beira do rio, e, depois de dez minutos, vejo de longe cidade de água termal com loja e prédio tipo retrô alinhados.

Casa de madeira antiga, e poste de luz tipo lampião a gás alinhados pela rua, dando sensação de ter viajado no tempo pra era Taishō ou início da era Shōwa. Talvez porque sou japonês, sinto nostalgia diante dessa sensação rústica. Isso seria nostalgia, é?

Também tem alguns clientes de pé mergulhando o pé em água termal. Parece que tem quantidade razoável de turistas.

Dali, o ônibus avança um pouco mais, chegando numa pousada silenciosa, construída num terreno elevado, levemente afastada da cidade de água termal.

Design com bastante anos, mas o prédio em si parece novo. Será que reformaram recentemente?

O ônibus para, e a Iori-san desce primeiro, recebendo a gente descendo do ônibus.

— Bem-vindos à pousada de água termal "Lua de Prata"!

— Eh?

Diante da fala da Iori-san, sem perceber, paro. Não só eu, as esposas e as crianças também piscam os olhos, "pachipachi".

Nunca imaginei que iríamos hospedar em pousada com mesmo nome que a de Brunhild. Isso seria coincidência? Ou será destino de deus?

Sem entender, só ficamos olhando pra cima, pra pousada de nome tão familiar assim.


💚 Gostou do capítulo?

Um PIX rápido ajuda demais a manter o site no ar. Arrecadado esse mês: R$ ...

Fazer um PIX

Comentários

Opções

não funciona no modo escuro
Redefinir