Capítulo 615 – A Cidade de Água Termal, e a Visita ao Templo
— Tou-sama, é de manhãã! Levanta!
— Guffu!?
Desde cedo da manhã, o mergulho da Sutefu desperta minha consciência. Mesmo sendo por cima do futon, recebi impacto considerável. Guoo…!
— Ei, Sutefu! Agora o Otō-sama tá em forma de criança, então não pode pular assim!
— A, esqueci…
Diante da voz da Furei repreendendo a Sutefu, dentro do futon, sofrendo de dor, sem perceber, acabo levantando o polegar.
A educação de dama da Sutefu, acho que devia ser mais rígida…
Aguentando a dor, me levanto.
— Bom dia…
— Bom dia, sabe. Sutefu, desculpa?
— U… Tou-sama, desculpa.
Instigada pela Furei, a Sutefu se desculpa, curvando levemente a cabeça. Não, bom, tá tudo bem, mas. Só que, quando tô em forma de criança, gostaria que tivesse consideração.
Meu pai e o Kuon já tavam acordados, bebendo chá enquanto assistiam notícia da manhã na televisão. Parece ser o chá de soba que meu pai comprou ontem. Tem cheiro bom.
— Tōya-kun, tá tudo bem?
— Nesse corpo, foi levemente pesado, hein…
— Desculpa, pai. Não deu tempo de parar, e, assim que chegou, mergulhou direto no futon…
Lembro que, mesmo no castelo, também era acordado desse jeito, hein… não pode ser, será que, mesmo no futuro, esse jeito de acordar continua sendo o padrão? Como esperado, mergulho todo dia seria pesado demais, viu…
— Vamos, vamos comer café da manhã. Todo mundo já foi na frente, viu?
Opa? Fui eu quem mais dormiu até tarde? Será que tava tão cansado assim.
De qualquer forma, não posso deixar todo mundo esperando. Trocando o yukata desarrumado, calçando chinelo, indo com passo apressado, mas sem correr, "patapata", em direção ao salão grande onde jantamos ontem.
No caminho, alcanço o grupo da Eruze e da Rinze, e o grupo da Eruna e da Rinne, chegando junto no salão grande, e todo mundo já tava sentado.
Também sentando apressado, igual ontem, junto com a voz da minha mãe "vamos comer", todo mundo começa a comer a comida diante dos olhos.
Arroz, sopa de missô, natō, alga temperada, salmão assado, verdura cozida escaldada, guisado, picles, tamagoyaki, feijão cozido, hijiki… cardápio bem típico de café da manhã japonês alinhado na mesa. Isso parece gostoso.
Natō, picles, alga também tem em Īshen, então dá pra comer até no outro mundo, mas o gosto é levemente diferente, hein… por quê, hein? Será por causa do terreno onde o ingrediente cresceu?
Enquanto penso isso, coloco no natō o molho e a mostarda que vêm junto, mexendo em círculo, "gurugurugu", até ficar branco.
Colocando um pouco disso no arroz, engolindo de uma vez! …Delicioso! O leve azedume do molho estilo ameixa dá acento gostoso. Consigo comer quantos pratos de arroz precisar.
Dentro da sopa de missô tem tofu frito e tofu. Ao beber, a boca levemente pegajosa por causa do natō fica refrescada. O guisado de abóbora também tá doce e gostoso.
No outro mundo, de manhã, invariavelmente, acaba sendo pão, mas, café da manhã desse tipo combina mais com meu paladar mesmo.
Não, café da manhã de torrada, ovo com bacon, salada, sopa, e café também não é ruim, no entanto.
Terminando o café da manhã luxuoso, bebemos chá enquanto discutimos o plano de hoje. Provisoriamente, ainda tem mais uma noite de hospedagem planejada aqui, então, hoje, decidimos ir pra cidade de água termal, onde não fomos ontem, comprar presente e afins. Almoço também comemos lá.
— Também tem banho de pé, então, por favor, mergulhem.
— Isso, espero com alegria.
A Iori-san, proprietária jovem, e minha mãe, conversam sobre isso. Banho de pé, é. Isso também deve ser bom.
Voltando pro quarto, pegando carteira e afins, encontrando todo mundo no saguão, saímos pra cidade de água termal.
Descendo a ladeira suave, não deve demorar tanto assim, então decidimos ir andando.
No caminho, passando pela frente da loja de soba onde comemos ontem, chegamos na cidade de água termal com prédio de madeira tipo retrô alinhado.
Tem lugar com leve cheiro de enxofre e vapor subindo, "mokumoku". Aquilo deve ser o banho de pé, será?
— Vamos deixar o banho de pé pro final?
— Isso mesmo. Depois de cansar de andar, deve ser mais agradável entrar.
Ao lado dessa conversa do meu pai com minha mãe, eu esperava, de mãos dadas com a Fuyuka. A Fuyuka já consegue andar sozinha, mas, se deixar por conta própria, não sei pra onde vai, afinal.
— Niitan, wanwa. Tem wanwan.
— É mesmo, wanwan é fofo, né.
A Fuyuka fica levemente animada, vendo tia carregando poodle. Parece que essa criança gosta de animal.
Será que é porque a Buranka sempre tá junto? A propósito, a Buranka fica de guarda-casa. Nessa oportunidade, espero que ela também respire fundo um pouco.
A Fuyuka me chama de "niitan", mas será que reconhece direitinho como irmão? Não gostaria de receber tratamento igual a irmão do vizinho. Se "niitan" for igual a "onī-san", tudo bem, mas, se for "onī-chan", o sentido muda.
— Fuyuka, quer comer doce?
— Comeu
Recebendo o caramelo pequeno que tiro do bolso, a Fuyuka coloca na boca, mastigando, "mogomogo", sorrindo despreocupada, "nihee".
Que criatura fofa é essa! Sobre minha irmã ser fofa demais, questão sem discussão possível!
Como direi, diferente da minha filha, mas de um jeito diferente também fico completamente derretido.
Irmã, então, é criatura fofa assim, hein.
— Tá completamente apaixonado, dessu gozaru…
— Uwaa… sensação de coisa absurda, hein…
— É, é tipo obsessão por irmã, sabe?
As esposas atrás falam algo, mas não ligo, não ligo.
— Por ora, vamos tentar entrar naquela loja de presente ali?
A loja que minha mãe aponta tinha aparência bem típica de loja de presente. A faixa de tecido no verde, com letra branca "Cantinho de Presente", reforça isso ainda mais.
Entrando, tinha vários presentes sem espaço sobrando. Doce tipo manjū de água termal, produto tipo sabonete e toalha de banho, objeto decorativo de madeira entalhada e acessório, e, por algum motivo, até lanterna pequena comum em ponto de água termal.
Ouvi do vovô. Aquela lanterna, antigamente, dizem que era chamada de "três itens sagrados" do mundo de presentes…
Os outros dois, se não me engano, eram flâmula triangular longa e chaveiro no formato da prefeitura local (existem várias teorias).
Comprar…? Não, se pudesse usar como lanterna, ainda vá, mas, como decoração, sinto que fica meio sem graça…
Com certeza, não combina de jeito nenhum na sala do castelo…
— Waa, isso é fofo, hein.
— Mamãe, esse também é fofo, viu!
A Eruze e a Eruna, as duas, ficam animadas vendo lenço ou toalha com personagem. Parece pato de toalha na cabeça, mergulhando em água termal. Pato de água termal? Só parece pato sendo cozido, mas, fofo, será que é…?
Cada um se espalha dentro da loja, examinando presente do próprio gosto.
De relance, olhando pro lado, o Kuon presta atenção em brinquedo de artesanato de madeira.
O que o Kuon olhava é o chamado quebra-cabeça de madeira, o que segura na mão é dois pequenos tabuleiros com entalhe, sobrepostos em formato de cruz.
Seguindo o passo certo, dá pra desmontar facilmente, mas o Kuon, sacudindo, espiando pela fresta, tá tendo dificuldade.
— Quer que eu desmonte pra você?
— A Arisu deve tentar desmontar à força, então não. Provavelmente, algo dentro tá preso…
— Deixa eu ver.
Recebo do Kuon o quebra-cabeça em cruz, pequeno o suficiente pra caber na palma da mão, coloco em lugar plano, "pin!", batendo com o dedo.
"Kururu!", girando levemente, parando, ergo com cuidado a peça de cima do quebra-cabeça em cruz, "sutto", e, facilmente, a peça se divide em duas.
— Incrível! Conseguiu!
— Entendi, tinha suporte travando dentro, é.
Isso mesmo. Esse quebra-cabeça tem suporte dos dois lados do entalhe, e, mesmo soltando um lado, o outro lado vira travamento, sem soltar.
Sacudindo pra direita, o suporte esquerdo sai, sacudindo pra esquerda, o suporte direito sai. Sempre um dos dois cumpre função de travamento, impedindo a peça de sair.
— Entendi, por isso, girando, com força centrífuga, recolheu os dois suportes, é.
— Sua Majestade, entendeu bem!
— Não, magoa te elogiar assim, mas, na verdade, eu tinha isso antigamente. Por isso, já sabia desde o início como resolver.
Brinquedo de brinquedo de cápsula que o vovô comprou pra mim. Eu também não conseguia tirar de jeito nenhum, e tenho lembrança do vovô resolver com cara satisfeita. Por isso, tive vontade de fazer a mesma coisa.
— Por isso, não sei como resolver os outros quebra-cabeças ali. Se tiver algum que chama atenção, talvez seja bom comprar e tentar?
Na loja, além do quebra-cabeça em cruz, também tinham vários quebra-cabeças de madeira tipo esférico, formato de barril, formato de bala. Parecem muito mais difíceis que o em cruz. Nem sinto que consigo resolver.
Será que tem gabarito de como resolver? Sinto que dá pra achar pesquisando na internet, mas…
O Kuon, parecendo ter gostado do quebra-cabeça de madeira, começa a examinar com cuidado. Isso, presente é presente, mas é presente pra si mesmo, né. Bom, isso também vale mesmo. Guardar de forma física a lembrança de hoje não é coisa ruim.
Direcionando olhar pro resto do pessoal, a Rū e a Āshia, como esperado, prestam atenção em produtos relacionados a doce. Além do clássico manjū de água termal, também tinha pudim de água termal, biscoito de água termal, cidra de água termal e afins.
A relação entre água termal e pudim ou biscoito não fica clara, mas, se falar isso, o manjū também é assim. Provavelmente, devem usar na hora de fazer com água ou vapor de água termal. Se usar água termal na produção, adotar esse nome não deve estar errado.
Nessa prateleira, meu olhar para em doce meio-transparente, tipo coberto de açúcar, dentro de pote grande. Porque, na etiqueta pendurada nesse pote, tinha escrito a palavra "Kohaku" [âmbar].
Sem pensar muito, pego esse pote.
— Isso é kohaku-tō. Doce feito com ágar. Vai comprar?
Enquanto observo esse doce, meu pai, espiando por cima da minha cabeça, explica.
Entendi, sendo feito com ágar, é semi-transparente, é.
O doce tipo joia dentro do pote tem cor vermelha, azul, amarela, laranja, verde, roxa, colorido.
Kohaku-tō, hein. Isso, não tem jeito, precisa comprar mesmo, né.
Lembro do tigre branco, que provavelmente, agora mesmo, deve estar dormindo esparramado feito não é tigre nenhum, no sofá do castelo, pegando esse pote.
Não só pro Kohaku, precisa comprar algo pro Ruri e o Kōgyoku, o Sango e o Kokuyō também, hein.
Não é que só compre presente aqui, então podia deixar pro próximo lugar, mas, pra prevenir contra o caso de não achar nada, vou comprar cinco… não, eu também quero comer, então vou levar dez de excedente. Guardando no [Storage], data de validade não importa, afinal.
Todo mundo também parece ter comprado presente até encher a cesta.
Terminando de pagar, saindo pra fora, fingindo descansar um pouco, em lugar sem olho de gente, com todo mundo fazendo de parede, guardo um atrás do outro o presente comprado dentro do [Storage].
— Realmente, magia conveniente mesmo, hein. Contrabando à vontade, viu.
Que reputação ruim. De fato, é isso mesmo, mas.
Com [Storage], deve conseguir passar sem prender em alfândega e afins.
Antes de mais nada, eu já nem consigo mais fazer passaporte, então não posso viajar pro exterior, mas. Bom, dá pra ir com magia de teletransporte mesmo.
— Kaa-sama, tá vendendo dango!
— Ooh, boa, dango. …Aquilo é dango, mesmo? Parece que tá fervendo, "gutsugutsu"…?
Direcionando olhar pra conversa da Sutefu com a Sū que ouço, na frente da loja, dentro da panela fervendo, "gutsugutsu", o funcionário mergulhava algo tipo dango.
Direcionando olhar pro lado, na flâmula erguida, tinha escrito "Konnyaku em Bolinha".
— Aquilo não é dango, é konnyaku sendo vendido, sabe.
— Konnyaku!
— Konnyaku? Konnyaku é aquele negócio meio elástico tipo slime, será?
Slime, hein… bom, a textura talvez seja parecida mesmo.
Ouvindo "slime", não deixo passar despercebido a Yumina, a Eruze, a Rinze, a Yae, as quatro, mostrando rosto extremamente incomodado.
Bom, aquelas quatro têm certo trauma, afinal…
De qualquer forma, konnyaku em bolinha também desperta minha curiosidade. Vou experimentar comer.
Pago o funcionário, recebendo três konnyaku em bolinha. Nos três konnyaku em bolinha em cima do prato de isopor, vem junto mostarda. A Sutefu tá bem sem mostarda mesmo.
— Toma. Tá quente, então come com cuidado, tá?
— Obrigada, tou-sama!
Entrego pra Sutefu o konnyaku em bolinha sem mostarda, e passo mostarda no meu próprio konnyaku em bolinha. A Sū parece indecisa, mas decide passar um pouquinho de mostarda.
— Quenteee…!
Cozido com shoyu e caldo, temperado, o konnyaku em bolinha tá bem impregnado do gosto, delicioso. A mostarda também dá acento picante bom. Mas, sendo bem quente mesmo, acabamos comendo esfriando dentro da boca, "hofuhofu".
A Sutefu e a Sū também parecem comer devagar, esfriando, "fūfū".
Vendo a gente comendo na rua, como esperado, a Rū e a Āshia também pedem igualmente konnyaku em bolinha, e, puxados por isso, o resto do pessoal também vai pedindo um atrás do outro.
Bom, a Yumina e as quatro parecem estar recusando, talvez lembrando de slime.
Comendo konnyaku em bolinha, olhar o mapa da placa da cidade de água termal, discutindo pra onde ir depois, também é algo elegante. É levemente falta de educação, no entanto.
Terminando de comer o konnyaku em bolinha, minha mãe aponta com o dedo um dos mapas da cidade de água termal.
— Parece que tem santuário perto, vamos fazer visita antes de ir.
Santuário, é. Vamos rezar pela segurança da viagem também.
Esse santuário não é tão longe assim, mas fica em terreno elevado, subindo escadaria razoável até chegar.
Eu, as esposas, as crianças, tamos bem, mas meu pai e minha mãe, sedentários, parecem cansados, com respiração levemente ofegante. Especialmente meu pai, tá péssimo. Claramente falta de exercício.
Circulando por trás do meu pai que terminou de subir a escada, escondido, ativo [Refresh] envolto em poder divino.
Meu pai, com o cansaço completamente recuperado, direciona olhar surpreso pra cá.
— Isso também é magia? Muito obrigado.
— De nada.
Aproveitando, também recupero minha mãe. Do lado da minha mãe, não parece tão cansada assim, no entanto.
No terreno do santuário, vejo esparsamente figura de turista. Sinto que é pouco, mas, sendo dia útil, deve ser assim mesmo.
Primeiro, é visita ao templo. Entrego moeda pra cada um, ensinando o jeito de duas reverências, duas palmas, uma reverência.
Antes de passar pelo torii, curvo profundamente, passando pela lateral do caminho do santuário. Isso porque o meio é caminho de deus.
…Opa? Se for isso, será que eu posso passar por ali…? Não não, mesmo sendo deus, sou deus novato, precisa respeitar quem tá na frente. Uhum.
Purificando mãos e boca no temizuya, finalmente, visita.
Minha mãe, como representante, toca o sino, jogando oferta em dinheiro, e todo mundo faz igual.
Curvatura profunda duas vezes, depois palma duas vezes. E, prece…
Por favor, que a viagem termine bem, com segurança e diversão.
『Ho ho ho. Não precisa se preocupar, tá tudo bem, viu』
…!? Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo!?
Sem perceber, ergo o olhar pro céu. Deve estar observando do reino divino!
『Aa, olha, foi descoberto. Foi Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo quem falou que, em território sagrado desse tipo, existe possibilidade da voz daqui chegar』
『Desculpa, sem querer…』
『Bom bom. Desculpa incomodar, Tōya-kun. Então, aproveitem tranquilos, só a família』
Ouço também a voz da irmã Karen, e da vovó Tokie. O que vocês tão fazendo, hein, no reino divino…
Por último, curvando profundamente de novo, terminando a visita ao templo.
— Ali, parece que dá pra tirar omikuji, hein.
— Também tem omamori, dessu gozaru.
Na direção que a Rīn e a Yae direcionam olhar, dentro de lugar tipo escritório de administração do templo, tinha uma miko.
Omikuji, é. Será que vamos ver sorte boa ou má da viagem?
Junto com algumas crianças querendo tirar omikuji, aproveitando, decido tirar também.
— Shōkichi… bom, normal, é?
Se não me engano, omikuji vai na ordem daikichi, kichi, chūkichi, shōkichi, sueikichi, kyō? Mas também ouvi falar que existe ordem daikichi, chūkichi, shōkichi, kichi, sueikichi, kyō.
De qualquer forma, shōkichi parece ficar na posição de nem bom nem ruim.
— Viagem: se tiver companhia, será bom…
Companhia, tenho demais. Isso quer dizer que é bom, né?
Por sorte, parece que ninguém tirou "kyō", ainda bem.
Basicamente, dá pra levar omikuji pra casa, mas, considerando isso como fazer laço com deus, decido amarrar no local de amarrar omikuji. As crianças também, imitando eu, começam a amarrar.
— Opa?
De relance, virando, no lugar do escritório de administração, as esposas tavam aglomeradas comprando algo.
Não pode ser, será que tão comprando flecha protetora ou placa de madeira pra pedido? Não, será omamori. O que seria, afinal, será que não é omamori de amor realizado ou de conexão de casal… não vai ser, né?
Esticando o corpo, também olho o local onde os omamori tavam colocados no escritório de administração, e realmente tem vários tipos de omamori mesmo.
Ascensão de sorte financeira, prosperidade nos negócios, segurança no trânsito, segurança doméstica, sucesso nos estudos, proteção contra desgraça… a, também tem harmonia conjugal.
Não pode ser, será que o que todo mundo comprou é isso? Pensando isso, sentindo felicidade e também vergonha, ao lado, tinha dois omamori com quantidade claramente menor.
Bênção de filhos e prece por parto seguro…
Quando me viro devagar, as esposas, completamente vermelhas, desviam o olhar todo mundo. Provavelmente, meu rosto também devia tá vermelho.
— Isso, algum dia! Achei que ia precisar em breve!
— I, isso é coisa difícil de conseguir no outro mundo, sabe!? Já que é oportunidade rara! Isso, já que é oportunidade rara!
A Eruze e a Yumina levantam voz apressadas. O resto do pessoal também alinha palavra de desculpa tipo "isso mesmo" ou "também comprei outros, viu?".
Não, não é que tô falando que fizeram algo errado…
— O que tá fazendo, vamos, hein.
— Sim! Já vamos!
Diante da voz da minha mãe, feito aliviadas, "pyuu!", as esposas correm pra longe. Eeto…
— Desculpa, também, por favor, esse e esse…
— E…?
Pra mim, comprando igual às esposas, omamori de bênção de filhos e prece por parto seguro, a miko dentro do escritório de administração mostra expressão sutil, sensação bem desconfortável mesmo.