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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 616

O Aquário, e o Mundo Azul

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Capítulo 616 – O Aquário, e o Mundo Azul

『Muito obrigado por tudo!』

— Obrigada por se hospedar. Esperamos vê-los novamente.

No dia seguinte, conforme planejado, deixamos a pousada "Lua de Prata".

Depois de tanto tempo, viagem de água termal, foi divertida mesmo, hein. Toda a família também parece satisfeita.

No ônibus de transporte da pousada, da estação, de novo, viramos passageiros da linha convencional. Ritmo, "katatan, katatan", igual sempre, dá vontade de dormir mesmo, hein…

— E, hoje, vamos pro aquário?

— Uhum. Como já fomos no zoológico antes, pensei em experimentar o aquário dessa vez. Se for só passar por lá na volta, não deve cansar tanto assim. Meu pai e minha mãe, como esperado, não conseguem descansar mais que isso, né?

Nenhum dos dois é escritor famoso o suficiente, e acho que ficar mais de três dias sem trabalhar deve afetar a renda… provavelmente, deve ter alguma poupança, mas não posso deixar eles gastarem isso.

Ou melhor, seria bom se pudesse mandar remessa do outro mundo, hein. Se transformasse joia ou ouro em dinheiro aqui… espera, isso ia deixar rastro estranho.

Espera aí. Se for isso, remessa em espécie, que tal? Arroz, trigo, comida durável, entregando uma vez por ano na volta pra casa, tá bom.

Se pudesse entregar direto caixa com [Storage] aplicado, seria bom, mas… na Terra, ferramenta mágica perde mana rápido, ficando inútil, então coisa perecível tipo legume, carne, peixe, deve ser ruim mesmo.

Bom, se pensar em ganhar dinheiro, tem vários métodos tipo jogo de azar… usando magia, dá até pra fazer trapaça sem nunca ser descoberto, no entanto.

Mas, mesmo entregando dinheiro desse tipo, meu pai e o pessoal não devem ficar felizes. Como esperado, produto físico, arroz, trigo, sal, açúcar, e álcool também? Isso deve tá bom mesmo…

— Que animação! Aquário!

— Tem bastante peixe, né!

— Vou comer bastante!

Olhando pra fora pelo assento do trem, a Arisu, a Rinne, a Furei ficam animadas. Sinto que a Furei tá com algum mal-entendido, hein… não, tem praça de alimentação também lá, então talvez não esteja errada mesmo…?

Sendo aquário, tipo prato combinado de peixe grelhado… não, será que tá tudo bem, do ponto de vista de criança, comer peixe cozinhado que tava vendo no aquário antes? Não vai chorar? Não, não é que tão cozinhando direto peixe que nadava no aquário, no entanto.

Bom, nossas crianças não são frágeis assim, então acho que não tem problema nesse ponto, no entanto. Normalmente, elas mesmas desmontam e cozinham carne de fera mágica que derrotaram, afinal…

Do terminal da frente da estação grande onde o trem-bala para, onde também passamos na vinda, pego ônibus direto pro aquário.

Daqui, perto do mar, tá localizado esse aquário.

O ônibus corre uns quinze minutos, e, eventualmente, aparece o aquário alvo.

Aquário bem estiloso e elegante, com base branca. Parece que ainda não faz tanto tempo desde a construção.

『É o aquárioo!』

— A, espe…!

Descendo do ônibus, as crianças, exceto o Kuon, disparam correndo em direção à entrada. Será que foi ruim mostrar vídeo no smartphone dentro do ônibus sobre o que é aquário? Tensão das crianças alta demais.

— Criança é cheia de energia mesmo, hein.

— Mas entendo um pouco o sentimento. Fica animado mesmo, né!

Ouço a voz da Yae e da Rinze de trás. Se as esposas também tão animadas, tá tudo bem então.

De mãos dadas com a Fuyuka, comprando ingresso pra todo mundo, entramos no prédio junto com as crianças incapazes de esperar.

Passando pela entrada com teto alto, sensação de abertura, pegamos folheto que tava diante do mapa do interior.

Entendi, é pra seguir a rota. Curso de passar pelo primeiro andar, ir pro segundo andar, dar uma volta pelo segundo andar, e descer de novo pro primeiro andar.

Por ora, avançamos pelo corredor seguindo a rota do primeiro andar.

Na parede, tá escrito "O Mar do Japão", e o teto do corredor curto virava aquário, dando pra ver por baixo peixe nadando e afins.

— Peixinho

— É peixinho, né

De mãos dadas, a Fuyuka olhava fixamente o peixe nadando acima da cabeça. Ter aquário em cima, olhando de baixo, é sensação estranha mesmo.

Passando pelo corredor, virando a esquina adiante, de repente, espaço aberto se estende.

— Uwaa…

Quem deixou escapar isso, quem foi mesmo.

Diante dos olhos, tinha aquário grande tipo parede, e, dentro dele, vários peixes nadando serenamente. Aquário gigante com pé-direito aberto até o segundo andar.

Dentro do aquário azul brilhando na semiescuridão, vendo peixe grande e pequeno nadando, por um instante, esqueço de falar. Isso é incrível mesmo. Sensação exatamente de "mundo azul".

Não conhecendo tão bem os tipos de peixe, não sei qual peixe é qual, mas tem peixe tipo pargo, e tem até peixe tipo arraia pequena. Tem até algo tipo tubarão pequeno.

— Tem monte reunido!

— Redondinho!

A Rinne e a Sutefu ficam animadas apontando pro peixe formando cardume feito bola dentro do aquário.

Aquilo é… sardinha? Uhum, é sardinha-japonesa. Aqui tem placa de explicação.

Se não me engano, chama "bait ball"? Pra se proteger de predador, formam cardume, mas, ao contrário, dizem que isso acaba facilitando ser encontrado pelo predador, lembro de ter visto isso na televisão.

Da esfera, as sardinhas mudam de forma. Expandindo feito cobrindo a superfície da água, parece que o aquário gigante ganhou tampa de sardinha.

Toda vez que o cardume se move, "kurukuru", reflete luz brilhando, "kirakira", feito o próprio aquário emitindo luz.

— Bonito, né…

— Uhum…

A Rīn e a Sakura também parecem enfeitiçadas pela paisagem fantástica.

Além da sardinha, também tem bastante peixe, hein… eeto, robalo, peixe-cabra, isaki, carapau-verdadeiro, cavala-verdadeira… nomes de comida gostosa alinhados, hein…

Tem até tubarão-gato e arraia-voadora, é? Aquela arraia nadando ali deve ser arraia-voadora, será?

O mundo fantástico se expandindo dentro do aquário gigante, com luz solar descendo, observamos sem cansar.

Mesmo assim, não dá pra ficar boquiaberto aqui pra sempre, então vamos pro próximo canto.

Adiante do corredor, iluminação mais escura que o aquário gigante, e, na parede, tinha aviso "O Mar Frio".

Será que tem peixe que vive no mar frio.

Sakuradai, peixe-agulha, tainha-do-mar… não é só peixe, tem até polvo-gigante-do-pacífico e caranguejo-de-pernas-longas.

— Grande, hein, esse polvo-gigante…

O polvo-gigante-do-pacífico grudado em cima do fundo do aquário, só a cabeça, já tinha tamanho de bola de basquete.

— Mesmo assim, acho que é dos pequenos ainda. O polvo-gigante-do-pacífico é o maior polvo do mundo, se não me engano, tem uns que chegam quase a dez metros.

— Como você sabe disso, papai…

— Trabalhando de mangaká, acumula conhecimento geral estranho.

Será mesmo? De fato, sinto que, no trabalho, tem várias coisas que precisa pesquisar mesmo.

A Fuyuka também parece curiosa, no colo do meu pai, olhando fixamente o polvo-gigante grudado em cima do aquário.

— Mesmo assim, conforme o nome sugere, o sabor é aguado, e o polvo-comum parece mais gostoso.

Será mesmo. Você não é tão gostoso assim, é. Que bom, não ser caçado em excesso… depende da pessoa, tem quem goste mais desse tipo, então não dá pra afirmar, no entanto.

No aquário do outro lado, o caranguejo-de-pernas-longas movia as pernas compridas, "wasawasa". Bastante mesmo, hein… uns dez, será?

Olhando o caranguejo-de-pernas-longas, sem querer, lembro daquele velho apóstolo do deus maligno, sentindo desconforto, hein…

— Parece gostoso, dessu gozaru…

— Parece gostoso, sabe…

Enquanto a Yakumo e a Furei olham fixamente o caranguejo-de-pernas-longas, talvez sentindo perigo, vários caranguejos-de-pernas-longas se movem, "kasakasa", fugindo em direção ao canto do aquário.

Depois do mar frio, é "O Mar Colorido", será?

Junto com peixe, também tinha exposição de alga marinha. Diferente de agora há pouco, piso e parede de madeira dão clima quentinho.

Dentro da floresta do mar de algas, vários peixinhos nadavam em todas as direções. Tem peixe que também já ouvi falar, tipo Ainame, Shimasoi, garoupa.

Ainame, já comi antes. O vovô pescou antigamente, fazendo sashimi pra mim. Lembro que era razoavelmente gostoso.

Próximo é "O Mar do Tesouro".

Logo ao entrar, tinha presença chamativa. Peixe-lua gigante dentro de aquário cilíndrico.

Ouço bastante boato tipo "peixe-lua morre fácil" na internet, mas ouvi que isso é falso. Parece ser lenda urbana que se espalhou, com cada um espalhando por diversão histórias inventadas próprias na internet.

Mas é verdade que peixe-lua é delicado mesmo, não sendo bom pra nadar, incapaz de fazer curva rápida, parece que costuma bater no aquário. Isso parece virar estresse, e tem aquário que coloca cerca de plástico por causa disso.

Nadando tranquilo e vagaroso dentro d'água, o peixe-lua, de alguma forma, sinto conforto, hein…

— Esse peixe, será que dá pra comer?

— Eh? Como assim…?

Diante da fala repentina da Āshia, fico levemente chocado. Peixe-lua dá pra comer? Ou melhor, comer isso…?

Peixe-lua, meio desajeitado, mas com charme peculiar, comer isso, não sinto leve resistência, não?

— Dá pra comer normalmente, sabe. Sashimi, ou escaldar e misturar com missô-vinagre, e frito ou tempurá também é gostoso. O Tōya também deve ter comido quando pequeno.

— E!?

Diante da fala da minha mãe, recebo choque considerável. Desculpa, peixe-lua. Eu já provei você…

O peixe-lua, feito "que decepção", vira as costas em direção pra cá, nadando pro fundo. Desculpa… é uma pena não lembrar do gosto…

Despedindo do peixe-lua, avanço pro próximo canto. "O Mar da Dádiva", né.

De cima do aquário, ostra pendurada em corda. Não, no meio, tem corda passada pela casca de vieira com ostra grudada, será? Isso é ostra de cultivo, né?

Ao lado desse aquário de ostra, vários bichos tipo cobra nadavam.

Enguia… não, moreia, será? Vendo o nome escrito na placa de explicação, entendo que não é enguia, e sim moreia.

— A diferença entre enguia e moreia, não entendo bem…

— Enguia tem cor mais escura, próxima de preto. A que tem pontinho branco no corpo todo é moreia, e a que tem barbatana caudal em formato de leque é enguia. Enguia é encorpada, moreia é mais leve, e o sabor muda dependendo se é natural ou de cultivo, dizem. Mas parece que enguia tem valor nutricional bem mais alto. Deve ser ingrediente muito bom pra prevenir cansaço no verão e pra fortalecimento nutricional.

— O, oo…? Sabe bastante, hein…

— Ouvindo que ia pro aquário, pesquisei ontem na internet!

A Rū me olha com rosto satisfeito.

Vindo pra Terra, o smartphone da Rū e o pessoal também ficou capaz de conectar na internet. Não sei se isso é capacidade técnica da Doutora Babylon, ou serviço dos deuses.

Isso em si não é problema, mas fico preocupado se as crianças e as esposas não vão acreditar em boato falso ou lenda urbana que transbordam do mar da internet.

Provisoriamente, avisei que a internet também tem bastante mentira escrita, pra não acreditar de cara sem pensar.

Mas, ostra e moreia… entendi, é exposição de produto do mar, é. Por isso, "O Mar da Dádiva", digamos.

Mesmo assim, vendo essa quantidade de moreia se movendo, "nyoronyoro", sinto levemente incômodo, hein.

Provavelmente, mesmo sendo enguia, deve ser igual mesmo. Se for uma ou duas, não sinto nada, mas, sendo grupo, hein…

De costas pra moreia continuando a se mover, "nyoronyoro", vamos pro próximo canto. "O Mar do Berço"…? Amamo?

— Amamo seria essa alga marinha longa e fina?

— Isso mesmo. Não é alga marinha, e sim planta com semente que cresce dentro do mar, parece.

Diante da dúvida da Rīn, respondo isso. Não é alga marinha, e sim erva marinha. Não é alga que se multiplica por esporo.

Vira esconderijo de ser vivo, local de desova, purifica a água, gera oxigênio dentro da água, sendo exatamente "berço do mar"… tá escrito na placa daqui.

De fato, não é sensação tipo wakame ou konbu. Sensação tipo grama de pampa, ou tipo arroz.

Outro nome, "Ryūgū no Otohime no Motoyui no Kirihazushi"… "corte do laço de cabelo da princesa Otohime do Palácio Dragão"? Planta com nome mais longo em nomenclatura japonesa… de fato, é longo.

Nome comparado a corte do cabelo trançado da princesa Otohime do Palácio Dragão, será? No exterior, chamado eelgrass… grama de enguia, chamado assim… até aqui, é enguia, hein.

Bom, não se move tipo "nyoronyoro", então não dá incômodo mesmo.

Mesmo com peixe nadando, será que não chamou tanta atenção da erva marinha, as crianças já se moveram rápido pro próximo canto.

Direita e esquerda do corredor, "Piscina de Maré" e "Mar Profundo", e, do lado de "Piscina de Maré"… poça de maré, foi instalada piscina de água rasa até altura da cintura, dando pra observar de perto o ser vivo ali dentro. Tem amêijoa, siri, e goby.

As crianças se aproximam daquele lado, perseguindo caranguejo e goby dentro d'água na altura dos olhos.

Do meu lado, o olhar vai pro isópode gigante do lado "Mar Profundo"… mar profundo.

Dentro da caixa de vidro, virado de barriga pra cima, com mais de quarenta centímetros, isópode gigante enorme sem se mover, exposto. Isso é taxidermia?

Objeto artificial refinado…? Não vai ser casca de muda mesmo, né… parece com muda de cigarra, mas…

De trás, olhando, é meio nojento mesmo, hein… quem não gosta de inseto, deve não gostar mesmo.

Outros peixes de mar profundo também tavam expostos, meu pai olhava com bastante interesse, mas a Fuyuka, sendo carregada no colo, mostra rosto de rejeição. Irmã, esse sentimento é correto. Ou melhor, se você gostasse vendo isso, ficaria levemente inquieto, sabe, irmão.

Passando pelo próximo canto de laboratório tipo pesquisa de organismo marinho, saímos temporariamente pra fora.

Aquele lugar tipo pátio interno tinha corredor curvo com teto, tendo exposição alinhada dos dois lados.

— Tem monte de peixe!

A Furei corre até o aquário instalado do lado de fora. Do lado do corredor com teto, aquário na altura dos olhos… ou melhor, tanque? Vários carpas nadavam ali dentro. Também tem crucian carp. Kinbuna e Ginbuna?

Perto, por algum motivo, tinha máquina de cápsula tipo brinquedo de máquina de garra. Por que num lugar desse tipo? Pensando isso, mas parece que o conteúdo é comida pra carpa. Espírito comercial forte, hein…

— Quer tentar dar comida?

— Vou dar!

— Quero dar!

Diante da fala da minha mãia, a Rinne e a Sutefu logo se animam. Talvez mais rápido pra reagir que carpa mesmo.

Minha mãe entrega cem ienes não só pra Rinne e o pessoal, mas pra todas as crianças. Mil ienes de comida de carpa, hein… desculpa por tanta criança. Depois devolvo direitinho…

As crianças, recebendo cem ienes, giram a alavanca, "gachagacha", ganhando comida de carpa. Achava que fosse migalha de pão, mas era algo tipo pelota tipo ração de cachorro.

Quando as crianças jogam a comida, as carpas mordem em uníssono.

Retiro o que falei antes. Mais que a Rinne e a Sutefu, a carpa é muito mais rápida na mordida. Abrindo a boca, "pakupaku", parece exigir pra cá, "rápido, rápido".

Feito "eu, eu", a carpa se aglomera na comida. As crianças também se espalham, dando comida pra carpa daqui e dali. Aquilo, será que, sendo dia útil, sem gente, hoje, não receberam tanta comida assim?

Vendo isso, direciono olhar pro aquário do lado, e ali tinha ugui, oikawa, e até amago.

No aquário mais adiante disso, iwana e yamame nadavam.

Entendi, aqui é onde coloca peixe de rio… enquanto penso isso, de novo, máquina de cápsula salta aos meus olhos. Nn? Comida de novo?

— Exclusivo pra Iwana e Yamame…

…Não, bom, entendo que a comida é diferente da carpa, no entanto.

As crianças, tendo dado toda a comida da carpa, por algum motivo, olham pro meu pai com olhos brilhando.

Com sorriso levemente contraído, dessa vez, meu pai compra comida de Iwana-Yamame pra todo mundo. Desculpa, depois devolvo…

— Rishu!

— Eh?

De repente, a Fuyuka, deixada aos cuidados pelo meu pai, de mãos dadas comigo, grita, olhando pra cima. Direcionando olhar pra lá, dentro de tubo tipo cano feito de tela de arame, um esquilo corria atravessando.

À esquerda, tinha algo tipo local de alimentação do esquilo, e à direita, algo tipo ninho, dentro da tela de arame. Ali, conectando pelo teto, tubo em cano de tela de arame.

Ou melhor, por que tem esquilo, hein? Sendo aquário?

Olhando bem a placa de aviso, tá escrito "A Origem do Mar". Aa, deve ser conexão de montanha e rio até o mar… deve ser isso.

Mar e montanha tão conectados por relação estreita. Folha caída de árvore da montanha, e mineral contido no solo da floresta, esses nutrientes, atravessando água de chuva e água subterrânea, escoam pro rio, eventualmente, chegando até o mar.

Isso, eventualmente, gera fitoplâncton, virando comida de molusco e zooplâncton, expandindo cadeia alimentar até peixe pequeno, peixe grande.

O nutriente da montanha vira nutriente do mar, e, se a montanha morrer, o mar também morre. É relação inseparável mesmo.

No outro mundo, os espíritos se esforçam, então tá tudo bem… mas isso não significa que possa relaxar em cima disso.

Pra proteger o meio ambiente natural, preciso fazer o que consigo fazer.

Enquanto penso nisso, passando pelo corredor tipo pátio interno, entrando de novo no prédio, à esquerda, tinha escada rolante. Segundo andar daqui, é.

A escada rolante em si, já tomamos na plataforma da estação, então as crianças não ficaram tão animadas assim com isso.

Subindo a escada rolante, de algum lugar, chega som grande de respingo d'água e aplauso de gente.

— Opa, isso é…!

Embaixo dos olhos, arquibancada alinhada em formato de tigela. Feito arquibancada de campo de baseball, no centro disso, tinha piscina grande.

Dessa piscina, um golfinho salta pro ar, caindo com respingo grande. Show de golfinho, é.

Quando o golfinho salta de novo da superfície d'água, dessa vez, girando verticalmente algumas vezes, "kurukuru", cai. Uoo, gira bastante, hein!?

— É golfinho!

— Irugya!

A Fuyuka também fica extremamente animada com o golfinho de movimento chamativo. O golfinho também, feito recebendo bem, dessa vez, gira de lado, "kurukuru", "bashan!", caindo.

— Já que veio, vamos ver da frente?

Minha mãe leva as crianças animadas, descendo a escada do estádio.

Sendo dia útil, não tá totalmente lotado. Nós também descemos até o meio do estádio pra assistir o show de golfinho.


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