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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 617

Golfinho e Leão-Marinho, e o Mar do Mundo

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Capítulo 617 – Golfinho e Leão-Marinho, e o Mar do Mundo

Um golfinho desenha arco bonito, saltando da superfície d'água, mergulhando de novo.

Continuando, segundo, terceiro, saltam em sequência. Toda vez, respingo d'água voa até a arquibancada.

O estádio aqui não tem placa de acrílico, então o respingo d'água voa direto.

Na arquibancada, tava indicada linha de perigo, "a partir daqui pra frente, pode receber água do mar", então decidimos assistir sentados na linha limite.

Mesmo assim, de vez em quando, respingo pequeno, "pippi!", voa, transmitindo pra gente o quanto intenso é o movimento do golfinho.

Dessa vez, três de uma vez saltam da superfície do lado direito, e, em seguida, três da mesma forma saltam do lado esquerdo, batendo respingo em sequência. Impacto enorme.

— Incrívveel! Legaal!

— Será que a minha consegue fazer isso também…

A Sutefu fica animada com o golfinho, mas a Arisu tava pensativa em algo.

O "minha" que a Arisu fala deve ser referência àquelas quatro Furaizu tipo tubarão…?

Não acho que seja impossível, mas sinto que não viraria show divertido igual esse aqui de golfinho, no entanto…

— Aquele deve ser golfinho-nariz-de-garrafa… esse tipo de show de golfinho, talvez daqui alguns anos, já não dê mais pra ver, sabe…

— E? Sério mesmo?

Fico surpreso com a fala solta baixinho pelo meu pai, carregando a Fuyuka animada no colo.

— Por espírito de proteção animal, sabe. No exterior também, um atrás do outro, foi sendo abolido, e parece que no Japão também…

Sério mesmo… pensando assim, talvez tenha sido bom ver antes disso mesmo. …Bom, não é que eu goste tanto assim de golfinho, no entanto.

Por que, é porque golfinho é animal que faz bullying igual humano, sabe… quando sofre estresse, parece que fazem bullying em grupo com indivíduo mais fraco.

Parece que isso é comportamento comum em animal que forma grupo. Tipo galinha e macaco também.

Parece que, se tiver indivíduo fraco, isso atrapalha o grupo, e, se o número de indivíduos fracos aumentar, o próprio grupo fica fraco, então, antes disso, esmagam de uma vez.

Sendo chamado de instinto de sobrevivência selvagem também, sinto sentimento sombrio meio indefinido. Mas não mostro nem um pouco disso diante de todo mundo animado com o show de golfinho na frente.

Bom, por ora, vamos aproveitar mesmo.

Quando os golfinhos se retiram pras piscinas dos dois lados, dessa vez, chegam os leões-marinhos.

No palco no fundo da piscina, combinando com o movimento do tratador, curvam cômicos, ou agitam mão (barbatana?), cumprimentando a arquibancada.

O leão-marinho, assim mesmo, mergulha, "dobon", dentro da piscina. Quando o tratador joga anel do tamanho de bola de basquete em cima dessa piscina, o leão-marinho, esticando o pescoço pra fora da superfície, captura brilhantemente com o pescoço o anel voando.

Sem deixar cair nenhum, coloca no pescoço um atrás do outro os anéis jogados. Que habilidoso, hein.

O leão-marinho que pegou todos os anéis vem até o lado do tratador, batendo as duas mãos (duas barbatanas?), "pachipachi", em direção à plateia, feito "sou incrível, né".

Em seguida, captura com a ponta do nariz a bola jogada de leve. Move mantendo o equilíbrio.

— Tá mantendo o equilíbrio com o bigode erguido, né.

— Mais que erguer, deve estar prevendo o movimento da bola com o bigode nivelado horizontalmente.

Parece que, daqui, a Yumina consegue ver direitinho o bigode do leão-marinho.

Pra animal selvagem, bigode funciona como órgão sensorial afiado. No caso de humano, parece que tem papel de proteção da pele, mas bigode de gato, se cortar, perde equilíbrio sensorial, parece que bate frequentemente nas coisas.

………..O Kohaku tem bigode, será? Se for estado de tigre gigante, sinto que tinha, no entanto… opa? Tinha?

…Bom, o Kohaku também é mulher, afinal… bigode, deve não gostar mesmo…

Enquanto penso nesse tipo de coisa sem importância, o leão-marinho, fazendo a bola quicar, "ponponpon", feito jogando embaixo, mantendo apoiado em cima, gira o corpo de lado, "gururi gururi". E ainda mais, dobra pra trás, erguendo a cauda esticada, "pīn".

"Ooo", ouço voz de admiração escapando da arquibancada. Talvez seja natural, mas o corpo é flexível mesmo, hein!

O leão-marinho, devolvendo a bola pro tratador, "hyoi", quando sobe no palco circular no fundo da piscina, começa a tocar música.

Combinando com ritmo agradável e cheio de vida de baixo e pandeiro, o leão-marinho começa a balançar de lado a lado. Quando o tratador pede palmas, os espectadores também começam a bater as mãos igualmente.

Essa música é obra-prima da música soul feita na década de 1960. O vovô também gostava, fazendo ouvir com frequência. Minha mãe, que provavelmente também ouviu isso, balança de lado a lado com bom ritmo igualmente.

A Sakura, que ouviu isso de mim, e, provavelmente, a Yoshino, que ouviu da Sakura, também batiam a mão combinando com o ritmo, balançando.

Mas, combinando com a música "no amor, não pode se apressar. Precisa esperar com calma", o jeito do leão-marinho balançar a cabeça pra direita e esquerda, "patapata", com as duas mãos (duas barbatanas?), é cômico e encantador de alguma forma.

O leão-marinho, seguindo instrução do tratador, gira deslizando, "kurukuru", deitado no palco. Feito assistindo breakdance ou algo assim.

— Wa!

Enquanto fico admirado com o movimento do leão-marinho, sem nenhum aviso, o tratador salta na piscina. E, acenando pro leão-marinho, junto com o leão-marinho que igualmente saltou na piscina, giram dentro d'água, "gurugurugu".

O leão-marinho vem suavemente, "suii", até a beira da piscina da arquibancada, acenando (barbatana?) pros clientes, feito "obrigado!".

E, virando pra trás, "vem você também!", acenando pro tratador. O tratador, apressado, sobe na beira da piscina, curvando a cabeça pros espectadores. Posição invertida, hein.

Recebendo aplauso dos espectadores, o leão-marinho, junto com o tratador, se retira pros bastidores do palco. Parece que, com isso, termina o show de golfinho e leão-marinho.

— Foi divertido!

— Quero criar leão-marinho…

A Rinne grita animada, e a Eruna solta palavra preocupante. Uhum, isso, quando voltar pro futuro, pede… espera, no fim, quem vai se preocupar sou eu…!

— Tou-sama! Pelúcia! Tem pelúcia!

A Sutefu aponta pra direção onde, no caminho do estádio até a entrada da exposição do segundo andar, tinha loja vendendo pelúcia. Já as crianças, exceto o Kuon, estão super animadas.

Mas, comprando agora, também vai atrapalhar, e, se seguir o folheto, deve ter loja no final, então convenço as crianças de algum jeito a comprar lá. Com certeza, não vai terminar com um por pessoa, afinal…

Levando as crianças puxadas pela pelúcia, saudade, entramos de algum jeito no prédio do segundo andar.

— "O Mar do Mundo", é.

Entendi, o primeiro andar é mar do Japão, e o segundo andar é dividido em mar do mundo, é. O primeiro é… Oceania, é.

Falando em Oceania, é aquela região tipo Austrália, Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão.

— Waa…!

As crianças vão em direção ao aquário grande diante dos olhos. Dentro dele, peixe colorido nadava elegante.

Peixe vermelho, azul, amarelo, laranja, colore o aquário azul.

A, tem até peixe-napoleão e peixe-palhaço. Esses aí eram da Oceania, é? Não, se não me engano, peixe-napoleão também existia em Okinawa? Será que quer dizer que é distribuído amplamente?

— Aquele peixe, já vi em filme, sabe.

O que a Furei olha o tempo todo é peixe-palhaço-escondido. Bom, é famoso, afinal.

Mas, na verdade, também existe história de que o peixe do filme é espécie diferente. Bom, essa conversa não muito relevante, deixa quieta.

Curioso com o Kuon olhando fixamente peixe em outro aquário, indo até lá, peixe tipo tubarão longo e fino tava grudado firme, de costas pra parede. Embaixo também tava grudado feito virado de barriga pra cima.

— É rêmora, é.

— Rêmora?

— Tem algo tipo ventosa em cima da cabeça, e, como se parece com dinheiro antigo japonês… moeda pequena, foi assim que ganhou o nome, mas, na verdade, parece que não tem relação nenhuma com tubarão, sendo parente de peixe-lobo.

Do topo da minha cabeça e do Kuon, chega explicação do meu pai, carregando a Fuyuka. E, esse aí, não é tubarão, é?

Rêmora, se não me engano, gruda em tubarão grande ou tartaruga marinha, recebendo sobra de comida deles, né?

Recebendo restos usando nome falso… começo a ver isso como cara bem esperto, hein… não, o nome não é culpa dele, no entanto…

De costas pra rêmora, vamos pro próximo canto. "Europa", é.

— Opa, tem foca.

No aquário grande do lado esquerdo, uma foca-baikal nadava serena.

Único no mundo vivendo só em água doce… foca. Esse aí, não fica no mar, é? Vivendo no Lago Baikal da Rússia, chamado foca-baikal, é.

…Rússia não é Europa, não seria…? …Bom, detalhe assim, tanto faz…

Redondinho, gordinho, com rosto tipo velho, mas nada elegante mesmo, hein.

Deslizando, "suii, suii", pra direita e esquerda, rasteja no fundo, nada de costas virado pra cima, e por aí vai.

— Nada bem. Não tem movimento desperdiçado.

O movimento da foca chama atenção da Yakumo. Vindo deslizando, "suii", quando gira feito subindo pela parede, "kururi", dessa vez, volta virada pra cima. De fato, não tem movimento desperdiçado. Sensação de nadar com força mínima.

Mas, ficando o tempo todo dentro d'água, respiração tá bem, será? Pensando isso, mas, na explicação, tá escrito que é boa em mergulhar, conseguindo ficar submersa uns quinze minutos normalmente. Assim que é.

— Tem camarão grande, viu!

— É lagosta, é.

No aquário pequeno ao lado onde a Rū e a Āshia espiavam, tinha lagosta. Também chamada de camarão-lagosta, esse aí. Sendo pinça enorme, mais que camarão, parece lagostim gigante mesmo.

Bom, se não me engano, lagostim também deve ser parente de camarão, então talvez não tenha tanta diferença assim.

Despedidos pela foca-baikal, vamos pra próxima "África".

De frente, tinha aquário grande, e, dentro dele, tava feito dividindo água e terra tipo margem de rio.

À primeira vista, parece não ter nada… será que tem algo?

Aproximando, olho a placa de explicação do aquário. Lontra-sem-garras? Tem lontra? E, cadê?

Olhando bem dentro do aquário, perto da beira d'água, em cima de piso de madeira feito, tinha algo tipo coisa preta enrolada. Será aquilo?

Completamente de costas pra cá, sem se mover nem um pouco. Sinto impulso de querer bater no aquário pra fazer virar pra cá, mas isso é violação de etiqueta do aquário. Isso, ensinei direitinho pras crianças no ônibus também. …Se der azar, talvez o aquário quebre, afinal…

Sem jeito, enquanto observo por um tempo o monitor de explicação da lontra-sem-garras perto ali, o lontra-kun (san?) enrolado, "mukuri", ergue o rosto. Assim mesmo, deitando, rolando, "gorogoro", em cima da tábua, se estica, esfrega o rosto com as duas mãos, "goshigoshi", fazendo esse tipo de movimento.

— Que fofo, hein.

— Fofo…

A Eruze e a Eruna, brilhando os olhos, observam a lontra. De fato, fofo. Movimento parecido igual gato mesmo, hein.

Levantando, estica o pescoço até a beira d'água, bebendo água, "pichapicha". Por um instante, vira o pescoço pra cá, mas, imediatamente, sem se importar, volta a beber água. Cara despreocupada, hein… bom, não deve conseguir ficar preso ligando pra cada visitante mesmo.

Levando a Eruze e a Eruna, parecendo ainda com pena da lontra, vamos pro próximo canto. Próximo é "América", é.

— É golfinho! Preto e branco!

A Rinne corre até o aquário grande na frente. Ei, não corre!

Dentro do aquário, dois golfinhos coloridos em preto e branco nadavam. Golfinho-de-comerson, é.

Cabeça, barbatana peitoral, barbatana dorsal, barbatana caudal são pretos, o resto é branco. Isso é o chamado "golfinho-panda" popularmente, né?

Menor que o golfinho-nariz-de-garrafa visto agora há pouco. Dos dois golfinhos-de-comerson nadando dentro do aquário, um é grande e outro pequeno. Pai e filho, será? Irmãos? Ou será casal?

Igual o panda do zoológico, deve ser popular igualmente, tem bastante cliente tirando foto.

Como lembrança, também tiro foto das crianças com o golfinho-de-comerson de fundo. Sendo proibido flash, fica levemente escuro, mas, combinando com o azul de fundo, consegui tirar foto fantástica.

O próximo canto também parece "América", mas o clima muda completamente.

Passando pela porta automática, ouço canto de pássaro e som de vento feito estando dentro de selva.

Na realidade, não deve estar de verdade, e sim música de fundo, mas, em todo canto, tinha planta ornamental colocada, com clima exatamente de selva. Isso deve ser América do Sul, será?

— Tem lagarto, dessu gozaru.

— Não é peixe, hein.

A Yae e a Hiruda olham iguana-verde do outro lado da placa de acrílico. Ao lado, no aquário pequeno, tinha sapo e afins. Ser vivo de beira d'água, deve ser isso? Se não me engano, esse aí nada, afinal.

A Yae olha fixamente a iguana, mas… uhum, aquele aí, parece que dá pra comer, sabe. Vi na televisão que tem gosto tipo frango.

Não sendo sapo diante de cobra, mas direciono olhar pro aquário oposto da iguana completamente parada.

Dentro dele, peixe longo e grande nadava. Pirarucu, aruanã… peixe até eu já ouvi falar.

Se não me engano, pirarucu é o maior peixe de água doce do mundo, era? Sem mudar de forma por cem milhões de anos, chamado "fóssil vivo", parecia.

Segundo a placa de explicação, pirarucu chega a mais de três metros de comprimento.

Uuum… no outro mundo, peixe maior que isso tem aos montes, afinal… sinto que a grandiosidade não tá passando completamente.

Eu ainda tenho sensação da Terra, então entendo que esse peixe é grande, mas será que o resto do pessoal não sente nada em particular?

Todo mundo tá indo em direção ao jacaré do outro lado… espera, jacaré?

Jacaré-de-óculos, é. Jacaré pequeno, é.

— Não se move, hein.

— Será que tá dormindo?

Mesmo sendo observado firme pelas crianças, o jacaré-de-óculos, com olho fechado, não se move nem um pouco. Conforme a Furei fala, será que tá dormindo? Ou será que a natureza dele já é assim mesmo, hein?

As crianças, perdendo interesse no jacaré parado, se movem pro próximo aquário, dessa vez, brilhando os olhos. Diferente do jacaré parado de agora há pouco, dezenas de peixinhos nadavam livremente em todas as direções.

Vermelho, azul, amarelo, colorindo dentro d'água. Peixe tropical.

Guppy, tetra-neon, platy, molly… iluminado pela luz da iluminação, a escama brilha, "kirakira".

Isso é peixe divertido de observar, hein. Entendo que tem gente que vicia em peixe tropical.

Olhando o aquário brilhante, sinto sensação tipo espiando dentro de caleidoscópio.

Aqui parece terminar o canto América, mas, no local da saída, tava colocado esqueleto de pirarucu.

Cheio de osso, hein… claro, sendo natural. Até a ponta da cauda e da barbatana tem osso. Parece difícil de comer… opa, isso, tive pensamento parecido com o da Yae e do pessoal.

Próximo é "Ásia", é.

Passando pela porta automática, logo à esquerda, no aquário, duas tartarugas marinhas nadavam.

Deve ter uns um metro. Dá pra montar em cima. Será que o Urashima Tarō montou nessa aí.

— É levemente diferente do Sango, hein.

— O Sango, mais que isso, é tipo tartaruga terrestre, afinal.

Conforme a Rinze fala, tem diferença levemente entre tartaruga marinha e o Sango. O Sango, sendo fera invocada, tem quatro patas grossas, mas a tartaruga marinha não tem isso, tendo quatro membros grandes e achatados. Tartaruga marinha, conforme o nome, basicamente vive dentro do mar, quase nunca subindo pra terra, exceto na hora de desovar.

— O Zaratan também tem perna, mas mora no mar, viu.

— O Zaratan é… levemente diferente, sabe…

O Zaratan que a Arisu fala é o besta gigante Zaratan.

De fato, aquele aí também é tartaruga terrestre, mas mora no mar, ou melhor, no fundo do mar. No caso dele, sendo corpo demais gigante, o corpo deve ficar mais leve dentro d'água mesmo. Não deve conseguir nadar igual tartaruga marinha.

— O que é isso? Tem monte de coisa tipo minhoca!?

No aquário que a Sū olhava do lado oposto, dezenas de garden-eel-manchado espiavam a cabeça do chão de areia, alinhados.

Corpo comprido erguido em curva suave, ficando parado em cima da areia. De alguma forma, também parece alga marinha. Nome em inglês, "spotted garden eel"… enguia-de-jardim-manchada? Alinhados assim, deve ser por isso que parece grama.

Sendo chamado "chin-anago", esse aí também deve ser parente de moreia mesmo… por não se mexer, "nyoronyoro", não sinto desconforto. Enquanto penso isso, meu pai joga informação desnecessária.

— O corpo do chin-anago fica enterrado na areia, sem aparecer, mas é super comprido, sabe. Deve tá enfiado uns trinta centímetros dentro da areia, ondulando.

…Pensando assim, sinto leve rejeição, hein… coisa tipo "nyoronyoro" enfiada em tanta quantidade assim debaixo da areia… uumu…

Fugindo do chin-anago, saindo do canto "Ásia", à esquerda, vejo o aquário grande visto primeiro ao entrar. Aberto até o primeiro andar.

Oo, entendi. Também dá pra ver do segundo andar, é.

Igual sempre, o cardume impactante de sardinha, refletindo escama prateada, "kirakira", brilhando, gira dentro d'água, "guruguru".

Junto com as crianças, mergulho de novo no mundo azul fantástico. Fazer aquário em Brunhild também talvez seja interessante. Conectando mar e aquário com Gate, fazendo passagem de peixe, não precisa nem cuidar deles.

Não, se invadir fera mágica estranha, vira problema, hein. Como esperado, melhor gerenciar com aquário direitinho mesmo…

— Tōya-sama?

— Opa

Chamado pela Rū, retorno do mar dos pensamentos. Todo mundo já começou a andar em direção ao próximo canto.

Próximo é… "Água-Viva do Conforto"?

Na parede do canto meio escuro, tava instalado aquário circular redondo. Feito instrumento de nave espacial retrô. Espiando, tinha várias água-vivas pequenas nadando dentro d'água, "pyokopyoko".

Água-viva do conforto… será que traz conforto mesmo? No outro mundo, também tinha fera mágica tipo água-viva gigante venenosa, mas, comparado com aquilo, isso aqui é fofo.

Algumas esposas fazem rosto amargo, talvez lembrando de slime, mas será que sentem conforto mesmo?

Apressado por elas, saindo da zona de água-viva, passando por corredor levemente longo com lista de empresas patrocinadoras e afins, tinha de novo porta automática conectando pra fora.

— "Praça dos Bichos Marinhos"?

Inclino levemente a cabeça diante da letra escrita na parede diante da porta automática. Bicho? A, mamífero marinho, é.

Além da porta automática, tinha área rochosa cercada por acrílico até altura da cintura, e, em cima disso, mamíferos marinhos pequenos em preto e branco nos recebiam.

— Pinguim!


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