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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 618

Pinguim, e o Presente do Aquário

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Capítulo 618 – Pinguim, e o Presente do Aquário

Cambaleante, "yochiyocha", pequeno pinguim caminha pela área rochosa. Bico grosso, ao redor do olho rosado. Pinguim-de-humboldt, é.

Área cercada por acrílico até altura da cintura, dos dois lados esquerdo e direito, à esquerda é área rochosa e à direita é aquário. Essas duas áreas conectadas por ponte acima, dando pra observar de baixo a figura do pinguim caminhando bamboleante, "yotayota", pela ponte cercada de acrílico.

— Que fofo, hein.

— Fofo mesmo… da próxima vez, vou fazer golem de pinguim.

Observando o pinguim nadando dentro do aquário, a Rīn e a Kūn tinham essa conversa.

Golem de pinguim…? Pinguim-mecânico, é? Por quê, hein? Sinto que aquele aí parece capaz de até voar no céu com jato…

— O pinguim daqui é grande!

— O sobrancelha desse aqui é impressionante…!

Aproximando do vidro que a Furei e a Yakumo espiavam, dentro tinha pinguim-rei, maior que os outros pinguins, e pinguim-de-penacho-amarelo, com sobrancelha (?) marcante.

Rei… pinguim-rei, é. De fato, quando penso em pinguim, imagino esse tipo de imagem. Por isso é rei, será?

— Opa? Mas, se não me engano, não tinha também pinguim-imperador? Será nome diferente?

Rei em outro país sendo chamado de imperador, ou algo assim?

— Pinguim-rei e pinguim-imperador são espécies diferentes, sabe. O imperador é uma cabeça maior, existindo só na Antártida.

Segundo explicação do meu pai, parece que foi descoberto depois do pinguim-rei, e, sendo espécie grande, deram nome de rei, mas encontraram outro ainda maior. O que fazer? Se for isso, só resta imperador mesmo!, deram nome assim, sensação disso. Sério mesmo, isso…?

Falando pinguim, tende a associar com Antártida, mas, na verdade, pinguim que vive na Antártida parece ser minoria. Parece que tem mais pinguim vivendo em continente levemente distante da Antártida.

Como esperado, viver em terra tão gelada assim deve ser difícil mesmo, hein…

Tendo vários pinguins de fundo, decidimos tirar foto todo mundo junto. Como tinha pessoa que falou "quer que eu tire?", aceitamos essa gentileza, tirando foto com todo mundo aparecendo.

Foto de família com meu pai, minha mãe, e a Fuyuka também juntos. A Arisu também tá junto, mas, já sendo tipo família mesmo, sem problema. …De novo, penso, mas tem bastante gente mesmo, hein…

Com isso, se eu também ganhar neto, quantas pessoas vira, hein…? …Não, não pretendo casar minhas filhas, então não tem relação. Só o filho do Kuon e da Arisu mesmo. Uhum.

Ao lado do pinguim-rei, no aquário, foca-manchada nadava animada. Filhote de foca-manchada, se não me engano, é completamente branco, né. Tinha vontade de ver um pouco, mas parece que não tem nesse aquário.

Esse aqui é… leão-marinho-sul-americano?

— Parece parente de leão-marinho, hein. "Chamado também de 'leão-do-mar' por causa do pelo tipo juba. Às vezes, também come pinguim ou foca-do-cabo…"

A Rīn, provavelmente pesquisando no smartphone, dá explicação. Esse aí come pinguim, é…? Tá tudo bem deixar isso perto desse aquário aqui…?

Enquanto fico preocupado, a Kūn, por algum motivo, mostra sorriso leve, continuando a explicação.

— "E ainda, o leão-marinho-sul-americano, um macho reúne cerca de dez fêmeas, formando harém…"

Opa? De alguma forma, sinto afinidade próxima crescendo. O leão-marinho-sul-americano também olha fixamente pra mim. Você também sofre, hein. É, é mesmo.

— Opa, aqui também tem castor!

Sentindo olhar de várias pessoas atrás, mas ignoro, indo do lado do leão-marinho-sul-americano até o castor-americano. Pelo fofo, hein.

Cauda grande tipo remo. Nas patas traseiras, também tem membrana natatória.

Falando castor, é barragem. Esses aí têm hábito de roer árvore da beira d'água, derrubando, bloqueando fluxo d'água, construindo barragem. E, no lago dessa barragem, fazem ninho.

Naturalmente, como no aquário não dá pra fazer barragem, os castores tavam deitados, "gorogoro", com jeito preguiçoso.

Como direi, sem nem um pouco de traço selvagem… não, bom, talvez seja castor criado no aquário mesmo, no entanto.

Castor, se não me engano, é noturno? Se for isso, agora deve ser hora de soneca, será?

Aqui, parece que termina a "Praça dos Bichos Marinhos". Daqui, desce pro primeiro andar, voltando pro hall inicial, é.

— Pinguim foi fofo!

— Eu, a lontra…

— Eu, o golfinho preto e branco!

Descendo a escada ouvindo o animal favorito de cada um atrás, chegamos em espaço aberto e claro, com praça de alimentação.

— Boa oportunidade. Vamos comer aqui?

— Boa ideia, dessu gozaru!

— Tô com bastante fome!

Quando proponho, primeiro, chega voz de aprovação da Yae e da Furei, comilonas.

Na praça de alimentação, bastante cadeira e mesa alinhada, tinha alguns clientes comendo.

Por ora, vamos até o balcão, enfrentando o cardápio no letreiro.

Bastante lámen e curry, hein… o, tem até tempurá grande de camarão em tigela também.

Nugget de tubarão, curry de golfinho… mar de curry com golfinho e ilhota feitos de arroz. E coqueiro de camarão frito, é. Elaborado, hein.

Fofo, mas parece coisa mais pra criança, sinto leve resistência. Não, eu também sou criança, no entanto.

Esse aqui, cazuela de tonkatsu de missô de tubarão, que tal? Carne de tubarão me deixa curioso. Não, esse ramen de missô com mar de milho totalmente coberto de milho também é difícil de largar… barbatana de tubarão ramen…!? Nunun…!

Certo! Como esperado, vou de cazuela de tonkatsu de missô de tubarão mesmo! Vou devorar carne de tubarão!

Peço no balcão, recebendo campainha de chamada numerada. Sendo bastante gente, algumas se dividem, sentando em mesas diferentes. Água parece ser self-service, então preparo eu mesmo.

Sento junto com meu pai, minha mãe, e a Fuyuka. Essa praça de alimentação, num lado tinha aquário, e do outro, janela comprida com vista externa, e, dentro do aquário, pinguim e foca-manchada nadavam. Parece conectar com a "Praça dos Bichos Marinhos" do segundo andar.

— Pengin!

— É mesmo, é pinguim, né.

— Que bom que a Fuyuka também se divertiu.

Ao lado da minha mãe, a Fuyuka olha sem cansar o pinguim nadando dentro do aquário. Será que gostou do pinguim.

— Foi bem divertido, hein.

— Vindo já adulto, dá pra ver com perspectiva diferente também, né. Aquário, na idade da Fuyuka-san, também levamos o Tōya-kun, sabe, mas parece que ele não lembra.

— E? Sério mesmo?

Não lembro nem um pouco… não, tenho sensação de que fui, mas o que vi, não lembro absolutamente nada.

— Igual a Fuyuka-san, no começo, só ficou animado, mas, na segunda metade, parece que tava cansado, ficou meio dormindo.

Dormi, é… por isso, deve ter confundido com sonho… interior do aquário é fantástico, então talvez, aos olhos de criança, tenha refletido como espaço misterioso.

Enquanto penso isso, a campainha de chamada toca, então vou buscar a comida.

A cazuela de tonkatsu de missô de tubarão tem, em cima do arroz colocado na tigela, quatro tonkatsu pequenos, com molho de missô por cima. Vem com sopa de missô também. Isso parece gostoso.

— Itadakimasu

Primeiro, devoro o tonkatsu principal. Isso é carne de tubarão, é. Sabor leve tipo peixe branco. Combinando com o molho de missô, fica na medida certa. Faz o arroz avançar também.

A sopa de missô também tá gostosa. Lava o gosto do molho de missô que ia ficando enjoativo, refrescando. Com isso, dá pra atacar de novo o tonkatsu.

Diante dos olhos, a Fuyuka ficava animada com o curry de golfinho.

Demorando pra levar a colher. Achando fofo, "será que tá hesitando com o golfinho fofo do arroz", sinto sentimento carinhoso.

— Dau

…Enquanto pensava isso, a cabeça do golfinho é cortada, sem piedade nenhuma, pela guilhotina da colher. No mar de curry, a cabeça do golfinho afunda. Ooou…

A Fuyuka pega com a colher a cabeça do golfinho coberta de curry, levando até a boca.

— Deliciosoo!

— Delicioso, é. Que bom, hein.

Minha mãe limpa com guardanapo a boca da Fuyuka, comendo curry com arroz, "pakupaku". Parece ser curry doce pra criança, e a Fuyuka parece ter gostado do curry.

Ao meu lado, meu pai comia o ramen de missô com mar de milho, aquele que fiquei em dúvida. Feito coberto de milho, só vejo amarelo… quantidade impressionante, hein… de fato, é mar de milho mesmo.

De relance, olhando pro lado, a Rū pediu ramen de barbatana de tubarão, e, mais que saborear, fechando os olhos, movendo a boca, "mogumogu", feito analisando.

Barbatana de tubarão, se não me engano, não tinha sabor em si próprio, tinha? Bom, acho que dá algum tipo de sabor, mas será que não confunde isso com o sabor da barbatana de tubarão. Depois, vou explicar.

— Obrigado pela comida

Terminando de comer a cazuela de tonkatsu de missô de tubarão, devolvo a louça no local de devolução. Foi bem gostoso mesmo. Incorporar tubarão na comida do castelo também seria bom.

Descansando um pouco até todo mundo terminar de comer, por fim, chegamos no cantinho de presente.

Doce, item, pelúcia, até decoração, tinha vários presentes relacionados a criatura marinha diversa colocados.

— Pelúcia!

Quando a Sutefu corre até a seção com pelúcia, exceto o Kuon, o resto das crianças também disparam correndo em uníssono, "waa!".

— Ei, não corre dentro da loja!

Mas tem vários tipos de pelúcia mesmo, hein. Golfinho, foca, lontra, pinguim… e? Tem até de isópode gigante…?

Isso vende, sério…? Enquanto penso, feito zombando de mim, tava colado cartão pop-up "tá vendendo agora!". Tá vendendo, é…

Não, sendo deformado, mas mesmo assim… comprar pelúcia deve ser mais criança ou mulher, então tem popularidade nisso, será? Criança gosta de inseto, afinal… não, será que isso é só menino?

Eu também, quando pequeno, sinto que gostava de inseto, mas, virando adulto, mais que isso, virou coisa que não curto tanto assim, hein…

Ter várias pernas, de alguma forma, sinto rejeição… camarão e afins não sinto nada, no entanto.

— Sutefu, vou dessa!

— Eu, essa…!

A Sutefu ergue pelúcia de golfinho, e a Eruna abraça pelúcia de lontra.

As outras crianças também parecem ter encontrado pelúcia do próprio gosto, a Yakumo escolheu foca, a Furei peixe-palhaço, a Kūn pinguim, a Yoshino leão-marinho, a Āshia castor, a Rinne golfinho-de-comerson, e a Arisu abraçava pelúcia de tubarão. A Fuyuka também segurava pelúcia de golfinho menor que a das outras.

— O Kuon não vai?

— Eu, pelúcia, não muito… mais que isso, isso aqui chama minha atenção.

O que o Kuon olhava, "chiratira", era brinquedo de cápsula girável por quinhentos ienes cada vez. Dentro, tem figura elaborada de criatura da Antártida.

Pinguim-imperador, pinguim-de-penacho-amarelo, pinguim-de-adélia, orca, foca-leopardo… figura bem realista, hein. Isso, eu também quero um pouco.

Trocando cinco mil ienes na máquina de troco, decidimos girar cinco vezes cada, eu e o Kuon.

Resultado, o Kuon não repetiu nenhuma, e eu repeti duas figuras que o Kuon não tinha. Por que, hein.

Naturalmente, sendo adulto (?), o repetido, dei pro Kuon, viu? Com isso, o Kuon completando a coleção, ficou feliz, então tá tudo bem. Uhum…

As crianças pareciam curiosas em pelúcia e brinquedo, mas as esposas pareciam ter interesse em presente, item, acessório.

— Essa caneca é fofa, hein. Rinze, não quer comprar junto?

— Onē-chan, e esse chaveiro de pinguim?

— A! Isso também é bom, hein!

E, na seção de item, as irmãs Eruze-Rinze,

— Rū-dono, essa sopa de barbatana de tubarão parece gostosa, dessu gozaru…

— Yae-san, também tem molho de ostra de amadurecimento completo, viu!

— Mumu, aquele também parece gostoso, dessu gozaru…!

E, na seção de alimentos, a Yae e a Rū tão em dúvida,

— Esse biscoito daqui parece bom pra distribuir pra bastante gente, hein.

— Yumina-anē-sama, esse parece que aquele batata-doce de isópode gigante tá vendendo bem, viu?

— Uuum… aquele parece que escolhe a pessoa, no entanto…

E, na seção de doces, a Yumina e a Sū discutiam.

De novo, isópode gigante, hein… isso, deve ser batata-doce em formato de isópode gigante, né? Não vai ser tipo dentro tem de verdade, né…

— Isópode gigante dá pra comer, sabe…

— E…?

Meu pai murmura baixinho, se afastando na direção da minha mãe.

Ei, meu pai. Não pode ser, você não comeu, né…?

Sendo pai que quer desafiar qualquer coisa que interessa, sinto que talvez seja possível mesmo… não pode ser, será que quem fez eu comer peixe-lua também foi meu pai…?

B, bom, deixando de lado a suspeita do meu pai, também preciso comprar presente pra distribuir pro pessoal do castelo.

Mas, como esperado, distribuindo pra bastante gente, tendo a tendência de escolher coisa embalada individualmente.

Pro pessoal da Ordem de Cavaleiros, biscoito serve? Esse furikake tipo aquário também parece bom… arroz também tem no outro mundo, afinal. O pessoal de Īshen deve ficar feliz.

Pro mordomo Raimu-san, e o primeiro-ministro Kōsaka-san, caneta esferográfica ou caderno de anotação deve ser bom, né? Caneta de golfinho é levemente fofa demais?

Aa, também preciso comprar pro Doutor e o pessoal do time de desenvolvimento, e pra Sheska e o pessoal da Babylon Sisters, né. Se voltar sem comprar, com certeza, vou receber crítica sarcástica…

De qualquer forma, acabei comprando quantidade considerável. Mesmo assim, é quantidade que todo mundo consegue carregar.

Se for pra lugar sem olho de gente, vou guardando aos poucos com [Storage]. Se, de repente, bagagem grande desaparecer, vai parecer suspeito, afinal.

Certo, comprei presente, resta só voltar mesmo. Antes disso, algumas pessoas foram no banheiro.

Enquanto esperamos, as crianças e as esposas observavam o pinguim nadando no aquário da parede da praça de alimentação.

Foi bem divertido mesmo, hein, aquário.

Poder falar dessa lembrança com as crianças vai ser daqui a mais de dez anos, é… o eu do futuro, provavelmente, deve estar esperando com expectativa o retorno das crianças pra isso.

Voltando do banheiro, saímos do aquário junto com todo mundo.

Por fim, tiramos foto de todo mundo na frente do aquário. Espero que isso também vire uma página de lembrança boa.

Entrando no ônibus em direção à estação, deixamos o aquário pra trás. No ônibus da volta, as crianças, com pelúcia na mão, tavam de bom humor, mas, quando chegamos na estação, todo mundo já parecia com sono, feito bateria acabando.

— O que faz? Descansar em algum lugar antes de voltar?

— Não, melhor voltar pra casa com magia de teletransporte mesmo. Andar da estação daqui até a casa do vovô também deve ser pesado.

Vendo as crianças cabeceando, "utsurautsura", apoiadas na mãe no banco da estação, proponho isso. Sendo muita gente, dividir em táxi também seria coisa demais.

Por ora, indo pro corredor subterrâneo sem olho de gente, aplicando magia de anti-percepção por precaução, do local tipo patamar sem câmera de vigilância, com [Gate], voltamos pra casa do vovô.

Assim que chegamos em casa, as crianças caem no sono em cima do sofá ou tapete. Finalmente, a bateria acabou, é.

— [Levitação]

Aplicando magia de flutuação, levo uma a uma as crianças pro futon estendido pelas esposas. Meu pai e minha mãe ficaram animados, "ooo!", com as crianças flutuando, "fuyofuyo", no entanto.

O Kuon, único acordado entre as crianças, também parece com sono, então, quando falo pra ir dormir, sem falar nada, acena, "kokuri", subindo a escada do segundo andar.

— Haa… como esperado, casa é aconchegante mesmo, hein…

Bebendo o chá que a Rū serviu, minha mãe fala isso. Não, aqui é casa do vovô… bom, o nome tá no da minha mãe, então não tá errado, será.

A Fuyuka também, abraçada com a pelúcia de golfinho, dorme profundamente. Deve ter se agitado bastante mesmo.

A Buranka, que veio nos receber, deita naturalmente ao lado da Fuyuka.

— Foi divertido, hein, aquário.

— Como esperado, também quero aquário em Brunhild, viu.

A Yumina e a Rū falam isso animadas, mas, se for construir e administrar de verdade, acho que deve ser trabalhoso mesmo, viu…

— Falando nisso, como é o país do Tōya, afinal?

— Aa, eu também quero saber isso.

— Como é, perguntando assim… é país pequeno normal mesmo.

Quando meu pai e minha mãe perguntam, respondo isso honestamente, mas recebo olhar meio gelado das esposas. E? O que foi?

— Aquele, "normal" acho que não se aplica…

— Que país que nenhum grande país possui, tendo centenas de máquinas de guerra gigante em formato humano, ressuscitou tecnologia mágica antiga perdida, e recebeu bênção de grande espírito, o que tem de normal nisso, quero saber em detalhe.

Recebo essas palavras de negação total da Rinze e da Rīn. Não, bom, de fato, normal… não deve ser, né…?

— Máquina de guerra gigante em formato humano…?

— …Não sei bem, mas entendi que o Tōya-kun fez algo absurdo.

— Isso é cruel!?

Machuco discretamente com a fala do meu pai. Do meu lado, sinto forte a sensação de que só fui levado pela correnteza, virando assim.

— Não tem foto do país, tipo isso, não?

— Provisoriamente, tenho isso que virou álbum…

Na verdade, imprimo foto que eu e as esposas tiramos aos poucos, fazendo álbum em vários volumes. Achando que ia precisar depois que as crianças voltarem. Provavelmente, o eu do futuro também deve ter isso, então acho que dá pra falar sobre lembranças dessa época com as crianças enquanto olha isso.

Coloco em cima da mesa vários álbuns grossos, "dodon".

— Grosso, hein…

— Bom, sendo nove pessoas, né… inevitavelmente, a quantidade…

Aa, enquanto tô aqui, vou comprar porta-retrato digital. Aquele que faz slideshow automático.

Se entregar pro Doutor, deve fazer versão mágico-tecnológica. Com certeza, até os reis vão querer também.

— Hee, isso é o castelo, é? Coisa imponente mesmo. Essa criança é quem?

— É a Rapisu-san, governanta-chefe. Ao lado é o Raimu-san, mordomo.

— E!? Montada em robô desse tipo!? Que inveja, também quero montar!

— Isso é "Cavaleiro Pesado", né. Modelo de produção em massa de Frame Gear pro cavaleiro comum, dessu gozaru.

Minha mãe e o pessoal, olhando a foto do álbum, ouvem várias explicações das esposas.

Será que dá pra levar de verdade pro outro mundo mesmo, hein. Não, não é que seja impossível levar, mas, se for, ia levar um ano pra voltar, e tem aquele paradoxo temporal também, afinal… se pedir pra Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo, será que dá pra resolver de algum jeito?

…Não não, mesmo com a volta pra casa uma vez por ano já sendo bastante consideração, isso seria egoísmo demais.

E, mais, se for depois do futuro que as crianças voltaram, o problema desaparece. O eu do futuro, provavelmente, deve levar os dois pro outro mundo. A Fuyuka também… vai ficar tudo bem? Depois de voltar, não vai contar pra ninguém, né?

Se falar "fui pro outro mundo", vai virar tratada como criança estranha, viu…

Observando a família animada olhando o álbum, penso vagamente nessas coisas sem importância.


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