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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 619

Descanso, e o Beisebol de Quintal

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Capítulo 619 – Descanso, e o Beisebol de Quintal

Voltando da viagem de água termal de duas noites e três dias, no dia seguinte, como esperado, decidimos parar de sair pra qualquer lugar, descansando.

Mesmo assim, não é que fiquemos completamente sem sair de casa, decidimos ir com algumas pessoas fazer compra passeando pela vizinhança.

Membros são eu, o Kuon, a Arisu, a Yae, a Yakumo, a Hiruda, a Furei, a Eruze, a Rinne.

Exceto o Kuon, é "time que adora mexer o corpo".

O resto do pessoal fica de guarda-casa. A Rū e a Āshia parece que vão cozinhar a partir de agora. Bom, toda refeição, precisando pra mais de vinte pessoas, afinal… começando agora, talvez não dê tempo.

A Rinze e a Eruna pegaram emprestado mangá do escritório do meu pai na casa dos pais, lendo sem parar. A Sū, a Sakura, a Sutefu, a Yoshino também. Cada uma com gênero diferente, no entanto.

A Rinze lê mangá romântico, a Eruna lê quatro-quadrinhos ameno, a Sū lê mangá de aventura, a Sutefu lê mangá de humor, a Yoshino lê mangá escolar, a Sakura lê mangá de fantasia.

Não sei bem se é gosto próprio, mas parece que, lendo o primeiro volume, não consegue mais parar, digamos assim…

Meu pai também, profissionalmente, mesmo falando que é pra pesquisa, guarda obra que fez sucesso, afinal. Todo mundo deve ser interessante mesmo.

A Rīn e a Kūn também leem livro, mas essas duas leem livro especializado. O escritório do meu pai, incluindo material, tem gênero amplo, afinal.

A Rīn tava lendo "Ooparts, Legado da Civilização Super-Antiga", e a Kūn, livro chamado "Introdução ao Submarino".

Aquela criança, a Kūn, não pode ser, será que tá pretendendo fazer submarino…? Sendo que o Doutor fez a Vāru Arubusu, talvez esteja pensando "eu também".

A Yumina se ofereceu pra cuidar da Fuyuka. Mesmo meu pai e minha mãe tendo trabalho, não sendo tão ocupados assim, mas, ainda assim, presença que cuida da criança é grata, agradeceram. Parece que vai revezar com a Rinze e a Sakura pra cuidar.

Eu também queria ficar, mas, mesmo sendo vizinhança, sem pessoa responsável guiando, fico inquieto de qualquer forma…

Por ora, vamos em direção ao parque da vizinhança.

Mesmo metade ficando em casa, nove pessoas andando em fileira, e ainda mais, sendo tudo criança, deve chamar razoável atenção, hein…

Eu, a Yae, a Yakumo, grupo de irmãs mais velhas (aparentando), três pessoas, e mais seis crianças pequenas, combinação, mas, de fora, deve parecer grupo misterioso mesmo, hein.

Exceto eu, a Yae, a Yakumo, todo mundo, não importa como veja, parece criança estrangeira. Essa cidade não sendo tão urbana assim, estrangeiro chama atenção ainda mais. Bom, chama atenção, mas não vêm falar comigo. Provavelmente, deve ser porque não têm confiança de falar idioma estrangeiro.

Teve um, rapaz atrevido que falou com a Hiruda em inglês, mas, quando ela tirou a aliança de casamento com função de tradução, respondendo rápido no idioma do outro mundo, ele se retirou meio derrotado.

— Manda bem.

— Aprendi com a Okā-sama.

Entendi. Sogra, bom trabalho.

Andando um pouco, o parque de destino apareceu à vista. Aqui é razoavelmente grande, e, agora mesmo, tem pais e mães com crianças esparsamente.

Idade, deve ser criança menor que o Kuon ou eu. Bom, sendo dia útil, criança mais velha que isso deve estar na escola ou creche.

Nesse parque, tem escorregador, barra fixa, balanço, e algo tipo pequena pista de aventura feita de madeira. Tem banco e quiosque também, parecendo lugar bom pra descansar também.

Também tem crianças chutando bola em espaço amplo. Nos dias de hoje, parque cheio de restrição e restrição, mas aqui parece que ainda é razoavelmente relaxado.

Antigamente, vim aqui pra fazer o carrinho de controle remoto correr com o vovô, hein…

— Otōsan, posso ir brincar!?

— Heika! Eu também!

— Não sai do parque, tá?

— 「「Simm!」」

A Rinne e a Arisu correm em direção aos brinquedos em primeiro lugar. Naturalmente, o Kuon também é arrastado junto.

— A Yakumo e a Furei não vão?

— Sendo que não é mais idade de ficar animado com brinquedo…

— Nós somos onē-chan, viu.

Uhum. A Yakumo e a Furei são filha mais velha e segunda filha, mas têm a mesma idade. Parece que a Yakumo nasceu alguns dias antes.

As duas, onze anos. Onze anos seria quinto ano do ensino fundamental? De fato, não é idade de brincar com escorregador ou brinquedo de parque mesmo.

Opa? Se for isso, vieram fazer o quê?

— Achei que, se for lugar amplo, dava pra treinar espada. Otō-sama, dá pra tirar espada de bambu?

— A, minha espada de madeira também—

— Não não não, espera espera, isso é ruim.

Diante da Yakumo e da Furei falando coisa assustadora com naturalidade, coloco freio nisso. Não importa quão relaxado seja o parque, se ficar pessoas segurando espada de bambu ou madeira, fazendo chan-chan-bara-bara desse jeito, com certeza, vão denunciar!

— Eh? Não é espada de verdade, é espada de bambu, viu?

— No Japão, mesmo com espada de bambu, é ruim mesmo, sabe…

Mesmo sem estar fazendo chan-chan-bara-bara de fato, só fazendo golpe de prática com espada de bambu, existe possibilidade de vir policial.

— Tá controlado firme mesmo, hein… arma que é arma, tá proibida, dessu gozaru?

— Sendo mundo sem fera mágica, afinal. Talvez seja porque arma não é necessária.

— Ei, Tōya. Manopla também não pode?

— Manopla… também, provavelmente, não pode mesmo, hein…

Não, não é que não pode, mas, com certeza, vai ser abordado pelo policial se encontrar.

Bom, se perguntar, respondendo "é cosplay", talvez dê pra disfarçar, no entanto.

Se for tipo soqueira… não, isso também tá fora. Mais que isso, é mais perigoso.

Não existe arma que não desperte suspeita mesmo carregando… não? Aquilo, será que dá?

Vou até o banheiro grande instalado dentro do parque, tirando dentro do cubículo, do [Storage], "aquilo", duas peças, voltando.

— Tōya-sama, o que é isso?

— Era coisa que tava no depósito da casa do vovô, mas… com isso, acho que não vai despertar tanta suspeita mesmo…

O que ofereço diante da Hiruda é espada curta feita de poliuretano espumado e capa de tecido, chamada shinai de esportivo chanbara.

Com isso, macio, mesmo acertando, não dói. Mesmo carregando, acho que não vai ser visto como perigoso.

Talvez seja abordado, mas, respondendo "tem partida em breve…", acho que deve tá tudo bem, no entanto…?

A Hiruda e a Yae, segurando o shinai macio, balançam levemente umas duas, três vezes.

— Que arma frágil, hein…

— Bom, é arma pra não machucar o adversário, afinal. Em termos de regra, é tipo quem acertar um golpe primeiro no adversário ganha, digamos assim.

— Regra simples mesmo, hein. Yae-san, vamos experimentar uma vez?

— Isso mesmo, dessu gozaru.

As duas, segurando o shinai macio, se posicionam frente a frente com uns dois metros de distância.

Quando as duas posicionam o shinai, num instante, ar tenso começa a pairar ao redor. E, o que é isso, hein? Partida de brincadeira, né…?

A Hiruda fica em posição "seigan", e a Yae fica na posição de iai, sem se mover. Não, será que tão se aproximando devagar pra distância de ataque do adversário? O que é essa atmosfera tensa, hein…

A Yae se move. Do avanço tipo relâmpago, o shinai sacado dispara em direção à lateral da barriga da Hiruda.

Mas a Hiruda desvia o shinai da Yae de baixo com o próprio shinai devolvido, e, aproveitando esse fluxo, "kurun", golpeia pra baixo em direção ao ombro dela.

Prestes a ser acertada por pouco, a Yae desvia isso no último instante, criando distância de novo com passo pra trás.

Perseguindo, o golpe direto da Hiruda ataca a Yae. Choque contínuo intenso onde nenhuma das duas deixa o outro golpear? continua. Não, mas o quê, isso, hein?

Eventualmente, "pan!", junto com som agradável, o desfecho é dado. O shinai da Yae acertou a perna da Hiruda.

— Fui pega. Não imaginei que ia golpear daquela posição.

— Não, foi aposta em cara ou coroa mesmo. Se tivesse previsto, teria perdido.

As duas, sorriso de "fiz o meu melhor", mas eu, tipo "não precisava tanto empenho assim mesmo"… sentimento sutil. Olha, as mães do parque também olham com olhar estupefato, viu.

— Tōya, Tōya. Isso, não tem manopla macia?

— Infelizmente, não tem.

— Eee

A Eruze solta voz insatisfeita. Não, luva de boxe ou luva de dedo aberto até talvez tenha, mas, se socar um ao outro usando isso no parque, com certeza, também vão denunciar mesmo.

— Parece interessante! Próxima sou eu, viu!

— A, eu também…!

A Furei e a Yakumo, cada uma recebendo shinai macio da própria mãe, se posicionam frente a frente.

De novo, atmosfera tensa e apertada começa a pairar. Com aquele shinai, bloquear ou desviar só dá pra fazer com a base levemente dura onde a haste tá inserida, então, de qualquer jeito, deve virar sensação desse tipo mesmo.

Incapaz de aguentar essa atmosfera, decido ir em direção ao Kuon e o pessoal que brincavam na pista de aventura.

Aquele lugar feito combinando tronco e afins tinha corda tipo rede pra subir, e algo tipo várias argolas metálicas grandes penduradas rente ao chão pra atravessar.

Tudo isso, coisa simples de criança brincar. Não vai ser fácil demais e sem graça pra Rinne e a Arisu?

Enquanto penso isso, vendo a figura da Rinne disparando correndo por cima da argola metálica pendurada no ar, reconsidero que não devo subestimar a criatividade das crianças.

Chamo a Rinne, que pulou da argola metálica, até aqui.

— Rinne. Esse brinquedo não é pra brincar desse jeito.

— Mas desse jeito é mais divertido…

— Se outra criança imitar, é perigoso, né? Na Terra, não tem magia de cura nem poção mágica, viu. Se se machucar, fica sem poder brincar por vários dias, sabe.

— A, é mesmo…

De algum jeito, convencendo a Rinne, aliviado, entra nos meus olhos a figura da Arisu balançando o balanço no máximo, e, do ponto mais alto, girando, "kurukuru", feito ginasta, aterrissando, "suta!".

Aa, mais, aa, mais…!

Por causa da técnica extraordinária da Arisu, chamando atenção demais, escapamos do parque feito fugindo. Não foi filmado vídeo, né? Bom, mesmo se tivesse filmado, com magia de anti-percepção aplicada, deve virar imagem cheia de ruído, no entanto…

— Aaa, queria brincar um pouquinho mais, hein…

— Não, é culpa sua, Arisu, viu?

Diante da Arisu reclamando, o Kuon corrige. Bom, a Yakumo e a Furei também tavam chamando bastante atenção com choque tenso quase real, então não é só culpa da Arisu, no entanto.

— A, tá jogando beisebol, viu!

Andando pela margem do rio, a Furei encontra pessoal jogando beisebol de quintal. Aa, aqui também fiz "catch ball" com o vovô. Que saudade.

— Vamos ver um pouco?

— Boa ideia. A, ali também tem banco, vamos descansar um pouco.

Bem embaixo da margem, tinha quatro bancos colocados. Banco pra assistir beisebol, será? Tá levemente longe, então talvez seja diferente. Perto do campo de beisebol também tem banco. Aquele deve ser pra jogador sentar.

Fazendo todo mundo, que sentou no banco afastado, fazer de parede, tiro discretamente do [Storage] refrigerante em lata, entregando. Naturalmente, gelado, "kinkin".

Eu também sento no banco, bebendo suco de uva, olhando distraído pro lado do campo de beisebol. Time de uniforme branco e time de uniforme preto jogavam partida.

Olhando o placar, tava três innings, lado do ataque. Ainda no começo mesmo… não, beisebol de quintal, se não me engano, só vai até o sétimo inning?

Bom, não deve ser partida oficial, então acho que não tem regra detalhada. Se ambos concordarem, acho que tanto faz jogar sete ou nove innings.

Mesmo assim, seis a zero no terceiro inning, é. Diferença considerável, hein.

— O time de uniforme branco de lá, todo mundo é mulher, dessu gozaru.

— E? Sério mesmo?

Confirmando bem, conforme dito pela Yae, com certeza, tem bastante mulher? …Tem gente com físico bom pra mulher, mas, parece que todo mundo é mulher. Time de mulher contra time de homem, é.

Quem tá perdendo é o time feminino. Como esperado, será que aparece diferença de força muscular e afins?

Enquanto penso isso, "kan!", junto com som grande, a bola batida voa em direção pra cá.

— Opa

A Eruze captura tranquilamente a bola de beisebol macia voando, sem luva nenhuma. Os jogadores que viram isso ficaram meio paralisados.

— D, desculpa!

A mulher que era catcher tira a máscara, curvando levemente a cabeça.

— Imagina. Vou devolver!

— E?

— A, Eruze, controla a força──

Antes de eu terminar de falar, mais rápido, "shubi!", junto com som cortando vento, arremesso tipo raio laser crava na luva da catcher. Atrasei…

A catcher fica desnorteada com a bola aparecendo de repente na mão. Sendo a Eruze, deve ter mirado com precisão, mas… que controle é esse, hein.

De alguma forma, do outro lado tá agitado, hein… opa? O pitcher e a catcher vêm em direção pra cá?

— Aquele, desculpa! Se tiver tempo agora, será que pode entrar de reforço!?

— E? Eu?

Diante das duas curvando a cabeça de repente, a Eruze fica levemente surpresa.

— Tem uma pessoa passando mal, sem conseguir formar time… por favor!

— Do time contrário também recebemos aprovação de que não tem problema, então, por favor, não teria como ajudar!?

— Eeto…

A Eruze olha de relance pra cá. Bom, acho que tá tudo bem. Se não usar força total. Moderando bem a mão, tomando cuidado pra não ganhar demais nem perder demais.

Recebendo o olhar da Eruze, aceno levemente, "kokuri".

— Se for eu que servir…

— 「「Muito obrigada!」」

Enquanto a Eruze vai em direção ao banco do lado do campo, seguimos junto.

No banco, tava sentada mulher com rosto pálido. De alguma forma, parece que não tá se sentindo bem essa pessoa.

Se aplicar [Recovery] discretamente, será que cura?

— Olha só. Falei que bebeu demais ontem. Sendo primeiro encontro em grupo depois de tanto tempo, ficou empolgada demais…

— Tô arrependida… urp

Uhum, talvez seja melhor não curar mesmo. Essa onē-san talvez seja melhor refletir um pouco, pro próprio bem futuro.

— Eruze, já sabe, mas…

— Já sei. Não vou usar força total, viu. Vou fazer bem feito.

Chamando discretamente a Eruze, chega piscadela de volta, feito "deixa comigo". Será que tá tudo bem mesmo, hein…

Parece que a Eruze vai jogar no center. A Eruze também já teve leve experiência de beisebol em Brunhild, então conhece as regras. De vez em quando, também tinha jogado misturada no time da Ordem de Cavaleiros.

Enquanto penso nisso, o jogo recomeça.

"Kakin!", com som bom, o time feminino de novo é acertado. A bola batida cai suave bem na frente do center onde a Eruze tava.

A Eruze, avançando, pega a bola, e, direto, "shuba!", arremessa pra primeira base.

O arremesso tipo flecha igual antes, "zupan!", com som bom, crava na luva da primeira base posicionada.

— A, out…

O senhor árbitro extrai voz rouca.

Uuum, provavelmente, a Eruze deve estar moderando bastante, mas, mesmo assim, virou jogada digna de profissional, hein…

Mas, só a Eruze do center sendo nível profissional, não resolve. Acertada em sequência, "kakinkakin", num piscar de olhos, ponto adicional é marcado.

Agora mesmo, a onē-san terceira base que tentava pegar a bola, a bola bateu no tornozelo dela, mas tá tudo bem?

— T, time!

A onē-san pitcher pede interrupção temporária. Jogadores incluindo a Eruze se reúnem no monte do pitcher. De alguma forma, consigo ver o desenrolar depois disso, hein…

— Troca de pitcher!

Viu só. Bom, só resta fazer isso mesmo, no entanto.

A Eruze fica de pé no monte do pitcher. Sendo que, no outro mundo, de vez em quando também arremessava, a Eruze também deve conseguir ser pitcher.

Só que, a Eruze, apesar de ter velocidade e controle bons, não consegue fazer curva nenhuma, sabe…

"Zudon!", junto com som feito tremor de terra, a bola arremessada pela Eruze crava na luva da catcher.

— S, strike!

A batedora, o árbitro, e a catcher recebendo, arregalam os olhos todos. Tá tudo bem mesmo…? Deve ter arremessado com o poder controlado ao máximo agora há pouco, mas não teria saído em torno de cento e cinquenta quilômetros por hora…?

Depois disso também, a Eruze continua arremessando bola super rápida, num piscar de olhos, elimina três strikeouts consecutivos. Pelo menos, ponto adicional não deve entrar mais que isso, será.

— D, desculpa…!

— N, não, a culpa é minha, por não conseguir pegar direito…

Achando isso, a onē-san catcher, segurando a mão esquerda, volta pro banco. Achaa… recebendo aquela bola continuamente, com certeza, ia acontecer isso mesmo, hein…

A Eruze, se desculpando, direciona olhar pra cá. Já sei, viu.

Aproximando da onē-san catcher aplicando gelo, aplico magia de cura. Se curar completamente, desperta suspeita, então fiz curar aos poucos. Quando o jogo terminar, deve estar curado.

— Se não se importar, no lugar dela, eu recebo os arremessos da Eruze-dono. Sendo que já tô acostumada a receber, não tem problema.

— A senhora terceira base também parece ter machucado o tornozelo. Se não se importar, eu também gostaria de participar no lugar.

A Yae e a Hiruda se apresentam pra troca de jogador. "Vendo a justiça e não fazendo é falta de coragem", digamos assim, mas talvez seja só porque acharam divertido mesmo.

Essa oferta, a onē-san catcher e terceira base aceitam com alegria. O tornozelo da onē-san terceira base tava inchado vermelho, e, nela também, aplico discretamente a mesma magia de cura que na onē-san catcher.

Justamente calhando a ordem de batida ser da onē-san terceira base, a Hiruda fica de pé no box de batida.

A pitcher do adversário, arremessando com força, "bazun!", não sendo tanto quanto a Eruze, mas dispara bola com nitidez.

— Strike!

Será que a Hiruda deixou passar a primeira bola. Talvez tenha tentado observar a situação.

— É razoavelmente rápido, hein.

— A pitcher do outro lado é jogadora que até já foi ao torneio de Kōshien, sabe. Como esperado, não deve ser fácil assim…

Enquanto a onē-san terceira base fala isso, vejo a bola branca voando em direção ao céu distante, junto com som agudo de taco de metal, "kaan!". Oo, voou longe, hein.

— H, home run…

Diante do árbitro murmurando baixinho, a Hiruda curva levemente a cabeça, começando a correr devagar contornando as bases. Por um instante, boquiaberto, nosso lado, eventualmente, ferve com barulho amarelo alto igual grito, "kyaa!".

Será que começou reviravolta?


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