Capítulo 620 – A Ajudante, e a Batalha Acalorada
Com o home run da Hiruda, o ponto voltou um, mas, depois disso, dois strikeouts consecutivos. O próximo batedor, a Yae, também bateu home run, devolvendo mais um ponto, mas, no batedor seguinte, three-outs-change.
Nesse ponto, terminando o final do terceiro inning, sete a dois, é.
A partida realmente parece ir até o sétimo inning mesmo. Faltando mais quatro innings, dá pra vencer?
No monte do pitcher, tá a Eruze, e a Yae, colocando proteção de catcher, posiciona a luva. Como a Hiruda tá na terceira base, não deve deixar passar entre curto e terceira. Se a Hiruda usasse força total, sinto que até bola indo pra primeira base ela conseguiria pegar, no entanto…
Bom, antes disso, a Eruze deve não deixar acertar mesmo…
— S, strike!
"Zuban!", feito máquina de arremesso de super velocidade, a bola disparada pela Eruze é engolida pela luva da Yae. Ainda parece que tá moderando, mas aquilo não deve estar saindo acima de cento e setenta quilômetros por hora, hein…
A batedora tentou balançar mesmo, mas atrasou completamente. Bom, é difícil mesmo.
No fim, "zuban! zuban! zuban!", strikeout! Batedora fora! Três out consecutivos, mudança com nove bolas.
Final do quarto inning, ataque do nosso lado. Uma pessoa strikeout, seguindo, é a vez da Eruze.
Sinto atmosfera de alerta vinda da pitcher adversária. Provavelmente, deve ter percebido que o arremesso não é de gente comum, mas, agora…
Arremessando, a bola disparada pela pitcher caiu, "suton!", perto da Eruze. Fork ball, será? Isso é difícil de acertar.
Se for normal, né.
— Fu!
O taco da Eruze, tipo colhendo, feito swing de golfe, captura com precisão a bola caída.
"Kakiin!", junto com som refrescante, a bola branca voa em direção ao céu distante.
— H, home run!
Provavelmente sendo bola decisiva, sem direcionar olhar pra pitcher paralisada, a Eruze circula tranquila a base. Terceiro ponto, é.
Talvez perturbada, a pitcher adversária leva hit do próximo batedor. Achando que a maré virou pro nosso lado, mas, imediatamente, tendo cobertura ao redor, facilmente, dupla eliminação no próximo batedor. Pena.
Final do quarto inning, só um ponto, é. Sete a três.
— A Eruze-sensei e o pessoal, será que consegue vencer?
— É… se continuar assim, deve conseguir vencer, mas…
Na cadeira ao lado, a Arisu e o Kuon tinham essa conversa. Bom, se chegar na vez da Eruze, Yae, Hiruda, ponto garantido mesmo, afinal. Logo, deve alcançar. Mas…
Direcionando olhar pro campo, "zuban!", igual sempre, junto com som pesado de impacto, a Eruze produzia strike.
Começo do quinto inning, também três strikeouts. Contendo em zero pontos.
Próximo, final do quinto inning, dando volta completa, é a vez da Hiruda. A catcher se levanta, posicionando a luva fora do box do batedor.
— É intencional, hein.
— Bom, é natural fazer isso mesmo, né.
Deliberadamente, faz quatro bolas, andando o batedor forte pra primeira base.
Como estratégia pra vencer, deve ser válido mesmo. …Bom, nosso lado tá em tempestade de vaia, no entanto.
Depender demais de ajudante também sinto que não é bom, então, do meu lado, penso "bom, não tem jeito mesmo".
A Hiruda, que andou pra primeira base, também solta suspiro leve, feito "que remédio".
Os próximos dois são strikeout facilmente. E, chegando a vez de bateria da Yae, de novo, intencional. Sendo situação excelente com corredor na primeira e segunda base, mas…
— Striik, três!
— Não deu.
No fim, final do quinto inning, zero pontos. Continua sete a três. Faltando dois innings, virar reviravolta é difícil, será?
— No começo, todo mundo fazer home run foi ruim mesmo, hein. Com isso, ficaram completamente alertas.
— É mesmo. Bom, se a Eruze-kaa-sama e o pessoal quisessem vencer de verdade, deveriam conseguir mesmo, mas…
Bom, mesmo. Mesmo com intencional, deve conseguir facilmente até saltar no ar, fazendo home run.
Bom, isso, gostaria que evitasse mesmo, no entanto.
— Opa?
"Gakin!", junto com som, bola branca rola, "botebote", diante da Eruze.
A Eruze avança pra frente, pegando imediatamente, arremessando pra primeira base, conseguindo out.
— Bateu a bola da Eruze, hein.
— A bola da Eruze-kaa-sama é rápida, mas só vai reto mesmo, afinal…
Se souber que a bola vai certo pra luva posicionada, se acertar o timing, quer dizer que dá pra bater com o taco.
Existe até teoria dizendo que, em centro de treino de rebatida, praticar com bola devagar é mais eficaz que com bola rápida. Pra acertar com precisão bola devagar, precisa golpear com forma e ponto firme, afinal.
Bola rápida talvez tenha efeito no sentido de acostumar o olho com a velocidade, mas, acostumando, fica fácil de acertar, não virando treino significativo mesmo.
A bola da Eruze também, se continuar assim, talvez sofra hit… não, se a Eruze aumentar ainda mais a velocidade, mesmo acertando, virar hit deve ser bem difícil mesmo.
De fato, na batedora que acertou agora, deve ter chegado impacto considerável na mão.
Provavelmente, a bola da Eruze a sério deve ultrapassar facilmente trezentos quilômetros por hora, hein… provavelmente, se acertar, quebra o osso do braço do adversário. Bom, não deve chegar a esse ponto mesmo.
A Eruze pega os dois restantes com strikeout sem perigo, mudança.
Certo, final do sexto inning, ataque do nosso lado.
Da ordem do oitavo, a Eruze tá no círculo do próximo batedor.
A batedora anterior cai em strikeout, chegando a vez da Eruze, mas, de novo, intencional. A Eruze, "chiratchira", olha a bola voando, mas aquilo, vejo isso como suportando vontade de saltar em cima da bola intencional pra bater.
No fim, a Eruze é forçada a andar, pra primeira base.
A pitcher, feito libertada da tensão, solta suspiro pequeno. Uuum, se continuar assim, de novo, three-out-change mesmo, hein…
Deixando a Eruze passar, recuperando a folga, a pitcher arremessa bola em direção à batedora.
E, simultaneamente, a Eruze começa a correr da primeira pra segunda base.
A catcher pega a bola, apressada, jogando pra segunda base, mas a Eruze já avançou até a segunda.
— É roubo de base, né.
— Veio com isso, hein.
Diante da fala do Kuon, mostro sorriso amargo.
Fazendo grande liderança, provocando a pitcher, a Eruze. A pitcher adversária, incomodada com a Eruze, parece estar perdendo concentração.
No instante que a pitcher arremessa, de novo, disparando em direção à terceira base, a Eruze. Igual antes, a catcher arremessa pra terceira, mas não dá tempo.
Certo, arremesso com corredor na terceira base. Não importa como, deve gerar tensão mesmo.
No instante que a pitcher ergue a perna, a Eruze dispara correndo em direção ao home.
A batedora fica em posição de bunt. Vontade de fazer squeeze.
Mas esse squeeze foi previsto. A batedora conseguiu de algum jeito tocar no taco, mas essa bola rolando é capturada pela pitcher que avançou, sendo devolvida pra catcher.
A catcher esperava, tentando fazer tag out na Eruze avançando pro home…
— E?
Diante da Eruze de repente sumindo da frente, ele solta voz estranha.
Por cima da cabeça dele, a Eruze salta com elegância, torcendo o corpo. E, assim mesmo, aterrissa, "suta!", no home.
— S, safe…
Grito amarelo capaz de apagar a voz do árbitro sobe do nosso lado da arquibancada.
Segunda base, terceira base, e home, roubou tudo, hein… isso seria chamado de "roubo perfeito"? Não deve ser coisa que se consegue fazer facilmente assim, mas… bom, sendo Eruze, afinal…
Com isso, sete a quatro. O próximo batedor, infelizmente, virou strikeout, mas ainda é dois out.
E, aqui, deixando corredor na primeira base, o batedor é a Hiruda.
Mas, de novo, tática segura de intencional. A Hiruda anda pra primeira base, deixando corredor na primeira e segunda.
Uuum, com corredor na frente, roubo de base tipo da Eruze não deve conseguir mesmo, hein. Se a Hiruda ultrapassar o corredor da frente, a Hiruda vira out.
Esse inning, será só até aqui mesmo, hein…
Pensando isso, diante dos meus olhos, "kakin!", som refrescante depois de tanto tempo ressoa.
A bola batida baixa passa em quique na direção da mão direita da pitcher, e a jogadora de terceira base, tentando pegar, posiciona a luva embaixo.
Mas, talvez tenha batido em alguma pedrinha, a bola quica em direção estranha, rolando por trás da jogadora de terceira base.
A onē-san que bateu avança sem perigo pra primeira base. Nosso lado ferve de aplauso com hit valioso.
— Consegui, bases cheias!
Dois out, mas bases cheias. Se sair um golpe aqui… pensando isso, mas o próximo é a onē-san quinta batedora. E, no círculo do próximo batedor, tá a Yae.
Enquanto penso "se ao menos conseguisse acertar um hit…", a bola arremessada pela pitcher adversária escapa, indo em direção à lateral da barriga da onē-san posicionando o taco. A bola bate direto no corpo da onē-san assim mesmo.
— Hit by pitch!
A pitcher adversária tira o boné, se desculpando. A onē-san acertada, sorrindo, balançando a mão dizendo "tô bem", mas, com rosto confuso, acaricia a lateral da barriga onde a bola bateu. Aquilo agora foi…
— Kuon? Usou olho mágico, né?
— É, bom, mais ou menos. Tava perigoso. Usei só um instante [Olho Mágico de Fixação], matando a força da bola. Ou melhor, sem mana, só consegui parar um instante mesmo…
"Fū", acaricio a cabeça do Kuon, com rosto cansado. Provavelmente, a onē-san batedora também, achando que doeu menos do que pensava, deve ter ficado confusa. Por sorte, parece que ninguém mais percebeu.
Ponto de força, um ponto. Sete a cinco, é.
Parece que a pitcher adversária tá mais perturbada do que pensava. Nessa situação, o batedor é a Yae. Na terceira base, tá a Hiruda.
Parece que, com hesitação, decidiram deixar andar de novo. A Yae avança pra primeira base, e, com força, a Hiruda pisa no home.
Com isso, sete a seis. Finalmente, chegou até diferença de um ponto.
A catcher adversária pede tempo, indo até a pitcher. Conversando algo, será que tá aconselhando pra se acalmar?
Talvez o efeito disso, o próximo batedor é levado facilmente ao strikeout. Recuperou o controle, será? Não aproveitou tanto assim as bases cheias, mas conseguiu arrancar três pontos só nesse inning. Acho que reviravolta não é impossível.
Certo, começo do sétimo inning. Última rodada.
Igual sempre, a bola da Eruze é rápida, mas, como esperado, será que o olho já acostumou, a primeira batedora consegue acertar. Foi bola rasteira fraca, mas a Eruze pega isso, arremessando pra primeira, um out.
A próxima batedora também bate bola rasteira na frente da terceira base, mas isso é pego pela Hiruda da terceira, mandado pra primeira, dois out.
Por fim, a Eruze, misturando levemente variação de ritmo, consegue strikeout, three-out-change, terminando sem dar ponto.
Finalmente, final do sétimo inning, último ataque. Aqui, se dá pra virar reviravolta ou não, é ponto delicado.
Ataque a partir do oitavo. No círculo do próximo batedor, tá a Eruze. Certo…
— Bola, quatro!
Nn?
A onē-san oitava batedora anda pra primeira base. "Viu bem!" "Consegui!", nosso lado tá em festa, mas isso é…
— Fizeram andar de propósito, hein.
— Uuum, provavelmente, devem estar alertas com o roubo de base da Eruze, mas…
Com corredor na frente, mesmo sendo a Eruze, não deve conseguir fazer roubo perfeito igual antes. Se ultrapassar a corredora da frente, a Eruze vira out, afinal…
Não pode nem tocar, era? Se só não ultrapassar, sendo a Eruze, sinto que conseguiria carregar a corredora da frente correndo… bom, se for isso, a que tá sendo carregada não consegue pisar na base, será?
Enquanto penso coisa boba desse tipo, com intencional, a Eruze é forçada a andar.
Sem out, primeira e segunda base. Ordem de batida a partir do primeiro.
A primeira bola batida vira fly pra pitcher, um out. O próximo batedor também é strikeout, num piscar de olhos, dois out.
No box do batedor, tá a Hiruda. Se for isso…
— Como esperado, é intencional, hein.
— Bom, não tem jeito, né.
Com isso, dois out, bases cheias. Do outro lado também não tem mais recurso. Pro nosso lado, ser chance, deve ser porque é a quarta batedora provisoriamente, né…
Aquele hit de sorte que bateu na pedrinha na frente da terceira base agora há pouco também foi essa onē-san. Acho que probabilidade de bater não é baixa.
— Nn?
Antes da onē-san quarta batedora ficar de pé no box, algo, a Yae fala com ela. O quê? Tá encorajando? Percebeu algo?
A onē-san quarta batedora entra no box do batedor, posicionando o taco.
Não importa se vencer ou perder, no fim, vontade de decidir com a força desse time mesmo, deve ser.
Primeira bola.
— Bola, um!
Reagiu levemente, mas não balançou, hein. A próxima bola também não balançou, mas, dessa vez, marcaram strike. A seguinte, de novo, bola, e, de alguma forma, o controle não fica firme, digamos assim?
A pitcher balança levemente o ombro. Arremessando com grande impulso, a bola cheia de determinação combina perfeitamente com o taco balançado com força pela onē-san.
『Batiii!』
A bola batida voa com ímpeto, caindo na frente do center.
A onē-san batedora pisa na primeira base, e a onē-san corredora da terceira base corre pro home, empatando.
A Eruze, que tava na terceira, saltou pra frente, mas, "opa", volta.
Provavelmente, se avançasse assim, com a capacidade física dela, conseguiria pisar no home também. Mas deve ter achado que era exagerar demais como ajudante do time.
Bom, agora já é meio tarde pensar isso, no entanto…
Assim, a decisão final fica confiada à próxima quinta batedora, mas, facilmente, vira strikeout, terminando a partida. Sete a sete, empate, terminando a partida.
Teve conversa de prorrogação, mas, parece que o outro lado recusou, dizendo que ia perder com certeza mesmo. Bom, é bem provável mesmo.
Depois disso, parece que vai ter comemoração pós-jogo. Fomos convidados também, mas, como esperado, recusamos. Sendo menor de idade, e tendo criança também. Antes de mais nada, essa partida não seria partida junto com encontro em grupo? Os homens do time adversário olham com olhar apaixonado, "chiratchira", as onē-san.
— Obrigadaa!
Acenando pras onē-san agradecendo em voz alta da margem do rio, seguimos caminho de volta.
— Empatou, mas foi divertido, hein.
— Foi bom exercício, dessu gozaru.
— Também queria jogar beisebol!
— Eu tambéém!
Andando pela margem do rio, conversando animados, "wai wai". Antes de anoitecer, preciso comprar algum presente no supermercado. Opa, falando nisso…
— Yae. No último inning, tava aconselhando algo pra onē-san?
— Aa… aquela pitcher, na hora de arremessar reto, sempre tem esse hábito de balançar levemente o ombro, dessu gozaru. Ensinei pra focar nisso e tentar bater.
Entendi. Aquela onē-san tava mirando só na reta, é. Combinando com isso, sem hesitação, ela golpeou. Ou melhor, percebeu isso bem, hein…
Bom, se todo mundo se divertiu, deve ter virado bom feriado mesmo.
Amanhã já vira uma semana. Sensação de já ter passado metade. Restando uma semana, pra onde vou, hein.
Com visão mais ampla, tenho vontade de fazer ver o mundo, esse planeta chamado Terra, mas também tenho vontade de fazer ver esse país onde nasci.
Quero que as crianças sintam que a raiz delas nesse mundo tá aqui.
Lugar mais japonês… tipo Kyoto ou Tóquio, ou, ao contrário completamente, natureza grande de Hokkaido, ou vila rural comum… quero mostrar várias paisagens.
De qualquer forma, quero fazer viver experiência que só dá pra fazer aqui.
Enquanto penso isso distraído, já chegamos diante do supermercado.
Cada um coloca dentro do carrinho de compras o que quer comer. A Rū e a Āshia devem estar cozinhando esperando também, mas, tendo [Storage], não vai desperdiçar.
Especialmente macarrão instantâneo e salgadinho não tem no outro mundo, então preciso estocar com frequência. De vez em quando, tem, viu, vontade louca de comer isso…
Precisamente falando, mesmo com peixe, tem peixe parecido com salmão, mas salmão em si não existe, afinal… sendo confuso, já falo simplesmente que é salmão mesmo, mas…
Levando saco de compra pesado, caminho pela ladeira comprida. Merda, não tive timing de guardar no [Storage]. A casa do vovô tem boa vista, mas isso é ponto negativo, hein…
De algum jeito, subindo a ladeira, vejo a mansão já familiar.
— Cheguei!
— Bem-vindos!
Quando a Rinne abre animada a porta de casa, de dentro, chega voz da Rinze.
Entrando na entrada, primeiro, lavando as mãos, depois disso, vou até a cozinha, entregando o ingrediente comprado pra Rū e o pessoal.
Já perto de terminar o preparo do jantar, mas a Rū e a Āshia falaram que iam acrescentar uns dois pratos cada uma usando esse ingrediente.
— Passeio, mas demorou bastante tempo, hein.
— No meio do caminho, fui pedido pra ajudar em partida de beisebol de quintal.
Diante da dúvida da Rīn, respondo isso, mas ela inclina a cabeça. Se não contar desde o começo, não vai entender mesmo, né.
— Okā-sama fez home run, viu!
— A Eruze-okāsan deu volta em tudo!
— Deu volta em tudo…?
A explicação da Furei ainda dá pra entender, mas a explicação da Rinne faz a Rīn inclinar a cabeça ainda mais.
Antes do jantar, conecto [Gate] pra casa dos meus pais, trazendo meu pai e o pessoal pra cá. Enquanto estamos aqui, decidimos fazer refeição junto o máximo possível.
— Certo, sirvam-se!
『Vamos comer!』
Pego pro próprio prato o que quero comer do prato grande alinhado sem espaço na mesa. Como esperado, com muita gente, tende a virar formato tipo buffet desse jeito mesmo. Bom, assim, dá pra comer do jeito que quer, e ajustar a quantidade, então é conveniente.
Mesmo sobrando, guardando no [Storage], não desperdiça. Sendo que tem a Yae e a Furei, não deve sobrar mesmo, no entanto…
Comendo, conto pro meu pai e o pessoal que amanhã, de novo, vou sair pra algum lugar.
Os dois têm trabalho, então não conseguem acompanhar, mas falaram pra não hospedar em lugar nenhum, voltando à noite.
Bom, sem documento de identidade nenhum, originalmente, já seria difícil hospedar mesmo.
Certo, se for isso, pra onde ir, hein. Uuum, como esperado, melhor levar pelo menos uma vez mesmo, né. Pra capital deste país.
Primeiro, vamos fazer turismo em Tóquio.