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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 621

A Skytree, e a Rua de Utensílios de Kappabashi

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Capítulo 621 – A Skytree, e a Rua de Utensílios de Kappabashi

— Uwaa, tá altoo! Arisu, a casa tá pequenininha assim!

— Ri, Rinne…! Não se move muito, não…!

Diante do prédio visível através do vidro sob os pés, a Rinne fica animada, mas, com tanta altura, a Arisu tá firmemente agarrada ao Kuon ao lado.

Parece que a Arisu não é boa com altura. Não, mais que não ser boa com altura, talvez seja essa situação específica que ela não seja boa.

Onde estamos é a plataforma de observação da Skytree, em Oshiage, distrito de Sumida, Tóquio.

Sob o piso de vidro, dá pra ver o chão visto de altura de trezentos e quarenta metros.

Mesmo eu, que normalmente voo pelo céu, sinto sensação levemente vertiginosa. Que estranho.

Diferente do esperado, a Eruna, igual à Rinne, tava calma. Talvez, montando normalmente na Herumuvīge da Rinze, altura não seja problema pra ela.

A Yakumo, a Yoshino, a Āshia, igual à Arisu, parecem não se dar bem com altura, sem se aproximar do piso de vidro. Mas a paisagem parece que conseguem ver normalmente.

Depois de degustar a paisagem do chão, decidimos ir de elevador até lugar mais alto ainda, chamado corredor de observação.

Entrando no elevador, num piscar de olhos, chegamos no corredor de observação, a quatrocentos e quarenta e cinco metros do chão.

Andamos subindo pela rampa suave, cercada de vidro ao redor.

— Que paisagem incrível, hein. Parece que a cidade continua até onde vista alcança.

— Vejo montanha grande de longe, dessu gozaru. Parece com o Monte Fugaku de Īshen.

Hoje, sendo tempo bom, dá pra ver até o Monte Fuji, é. O Monte Fuji, coberto de neve branca, tá visível levemente embaçado. Boa paisagem.

Sempre voando em Babylon em local mais alto que aqui, mas nunca prestei tanta atenção assim na paisagem. Sempre era só mar de nuvem, afinal.

Fazer plataforma de observação desse tipo na Vāru Arubusu também seria interessante. Mesmo mergulhando, poder ver o estado do mar deve ser divertido.

Vim pra Tóquio num instante usando [Gate]. Como esperado, nessa distância, usando trem-bala e outros meios, ia consumir a manhã inteira. Tem monte de lugar que quero levar, afinal.

Falando em Tóquio, primeiro, é aqui, então vim, mas parece ter boa reputação entre todo mundo.

Com lugar de vista boa de fundo, tiro foto de todo mundo, "pashapasha". Preciso tirar bastante foto da Arisu também, senão aquele pai vai fazer barulho… embora todas sejam foto com o Kuon juntos, mas não deve ter problema.

Degustando panorama de Tóquio inteiro, satisfeitos, descemos de novo pro chão pelo elevador.

Sem esquecer de comprar presente na loja do andar térreo também.

Tem vários itens, hein… também tem produto colaborativo com anime ou celebridade de televisão.

Pelúcia e item de personagem já vistos em filme de animação, minhas filhas ficaram super animadas.

Parece que esse anime, o eu do futuro já mostrou no outro mundo.

Bom, sendo clássico consagrado, afinal… senhor da floresta tipo coruja, ou gato-ônibus. Esses seres estranhos ainda existem no Japão. Provavelmente.

Comprando presente em abundância, deixamos a Skytree.

No meio do caminho, como sempre, não esqueço de guardar presente no [Storage] em lugar sem olho de gente.

— Certo, agora, pra onde vamos, hein…

Tóquio, tem bastante lugar pra ver, difícil de decidir, hein… depois da Skytree, ir pra Torre de Tóquio também seria estranho, e o Zoológico de Ueno também… zoológico, já fui com as esposas antes, afinal.

— Tem algum lugar que querem ir?

Vou até tentar perguntar o desejo de todo mundo. Não é que joguei toda a decisão pra vocês, viu.

— 「「Sim! Queremos ir na Rua de Utensílios de Kappabashi!」」

— Kap…? E?

Quem levantou a mão mais rápido que qualquer um foi a dupla mãe-filha, Rū e Āshia. Espera aí, kappa, o que é isso?

— A Rua de Utensílios de Kappabashi! Desde utensílio de cozinha, louça, até amostra de comida, várias lojas relacionadas a culinária alinhadas, é o território sagrado dos cozinheiros de Tóquio, sabe! Passou na televisão de tarde!

S, sério…? Diante da Āshia explicando com respiração pesada, empolgada, sem perceber, acabo hesitando.

Parece que, no programa de informação que passava de tarde, tinha especial sobre a Rua de Utensílios de Kappabashi.

Kappabashi… onde fica, hein?

Tiro o smartphone, buscando no mapa. Rua de Utensílios de Kappabashi… certo. É aqui. Eeto, opa? Não é tão longe daqui assim, hein.

Achei que ia com magia de teletransporte olhando o street view, mas dá pra ir de trem normalmente. Andando também acho que não é impossível.

Da estação diante da Skytree, indo até Asakusa, e, de lá, trocando de trem, indo pra lugar chamado Tawaramachi, será?

Também queria ver o portão Kaminarimon de Asakusa, mas, se for lá, tempo vai acabar consumindo demais, com certeza… melhor ir primeiro na tal Rua de Utensílios de Kappabashi mesmo.

Como ninguém em particular discordou, conforme desejo da Rū e da Āshia, decidimos ir pra Rua de Utensílios de Kappabashi.

As crianças, como esperado, já parecem acostumadas com trem, sem ficar tão animadas quanto antes.

Levando algum tempo pra fazer a troca, mas, de algum jeito, pegamos o metrô, indo até estação Tawaramachi.

Saindo pro chão pelo elevador, sai numa rua ampla. Kappabashi é… por aqui.

Atravessando algumas faixas de pedestre, andando reto sem parar, começa a aparecer algo estranho, hein…?

Em cima de prédio, com chapéu de cozinheiro, tronco superior de senhor gigante com bigode enorme tá colocado. Cartaz… não, será objeto decorativo?

Chama atenção demais mesmo… não, sendo landmark, tá perfeito, no entanto.

— É exatamente como na televisão!

— Okā-sama, vamos!

— A, ei!

Incapazes de esperar, a Rū e a Āshia correm. Sem jeito, também vamos com passo apressado atrás delas.

Na frente da loja, tinha vários pratos de tamanho grande e pequeno colocados. Também tem copo e molheira de shoyu, hein. 50% OFF… aqui é produto em liquidação, será?

Tupperware, base de madeira pra colocar embaixo do prato de bife, tigela de laca, hashi, panela de barro… é loja de louça, é.

Tem até coisa que parece não vender em loja de departamento normal.

Sensação estranha, já vi antes, mas nunca vi sendo vendido. Tem até panela funda enorme vendendo, hein…

Aquela ali, nunca vi sendo vendida, mas já fiz uma…

Seguindo a dupla mãe-filha Rū-Āshia andando à frente com olhos brilhando, também andamos pela rua comercial.

Na rua, também vejo estrangeiro esparsamente. Não pode ser, será que é chef de algum lugar.

Bom, nós também devemos parecer grupo de estrangeiros, no entanto…

— Tá vendendo até bandeirola e cortina noren, hein…

Tem bandeirola e cortina noren escritas "yakitori", "ramen", "restaurante", e afins. "Takoyaki", "oden", "ramen frio chinês" "curry rice"…? Realmente tem de tudo mesmo, hein…

— A, isso, quero um pouco, hein.

— Okā-sama, vamos comprar esse também.

O que chamou atenção da Rū foi barco de madeira. E, o que é isso? Aa, barco usado pra servir sashimi empilhado. Até isso vende, hein…

O que a Āshia pegou foi prato usado pra prato infantil e afins. Tem desde formato de trem-bala, carro, gato, coelho, até coisa estranha tipo ônibus espacial. Ônibus espacial, será que criança de hoje entende? Bom, talvez reconheça como avião estranho, no entanto…

— Yae-san, tem tanta faca de cozinha aqui, hein.

— Ooh, como esperado, faca japonesa é excelente mesmo, dessu gozaru.

A Hiruda, a Yae, a Furei, a Yakumo, parecem curiosas com as facas alinhadas. Deixando claro, isso não é arma, viu… acho que o corte deve ser incrível mesmo, no entanto.

Ou melhor, isso também tem tanto tipo assim, hein… facas grande e pequenas de vários tamanhos alinhadas em fileira desse jeito ganha aspecto tipo loja de arma elegante mesmo, hein… talvez seja inevitável a Hiruda e o pessoal ficarem interessadas.

Essa faca de cortar soba tem formato meio agressivo, hein… parece machado.

Percebendo, não só a Hiruda e o pessoal, a Rū e a Āshia também olhavam a faca com olhar sério.

Faca é vida do cozinheiro, afinal… se encontrar uma do gosto, acho que tá tudo bem comprar.

Achava que as outras crianças iam ficar entediadas, mas, surpreendentemente, olhavam várias lojas com interesse.

— Realmente tem vários tipos de loja mesmo, hein.

— Fico esmagada pela variedade excessiva…

A Eruze e a Rinze ficam surpresas com a quantidade de produtos alinhados na frente da loja. Mesmo sendo meu povo, o empenho com comida é incrível mesmo, hein.

Não não, não é hora de ficar esmagado. Eu também preciso comprar algo de presente.

Pros senhores dos Quatro Guardiões de Takeda, hashi laqueado bonito ou tigela de chá deve ser bom, hein. Não, mais que tigela de chá, tigela funda tipo essa aqui talvez seja melhor…

— Tou-sama, isso é incrível!

— Nn? Aa, é amostra de comida, é.

Na vitrine da loja onde a Sutefu me chamou com olhos brilhando, várias amostras de comida tavam alinhadas em fileira.

Tem paella e sukiyaki idênticos ao real. A cor é incrivelmente realista, hein… a parte de carne cozida e a parte ainda não cozida desenham gradiente perfeita. Isso, não seria exagero chamar de obra de arte.

Entrando na loja, vários cardápios… não, obras, tavam colocadas. Desde bife hambúrguer, parfait de chocolate, ramen, curry rice, até sushi e chope tinha.

Aquela condensação no chope, com sensação de gelado, "kinkin", será que também tá calculado ao criar isso.

— Incrível, parece de verdade mesmo…

Também tem prato combinado, hein… esse prato de tonkatsu parece gostoso, hein…

Mas o preço também é considerável. Esse omurice aqui, custa mais de vinte mil ienes… mais caro que o real. Não, sendo formato diferente cada uma, deve ser feito à mão todinho mesmo.

Pensando como peça única com técnica do artesão, deve ser barato, mas comprar sem pensar pras crianças, talvez seja caro demais…

— Kaa-sama, isso é fofo!

— Ooh, com certeza, isso é fofo mesmo.

O que a Sutefu e a Sū olham é amostra de comida com chaveiro. No chaveiro, vem um morango, ou uma fatia de limão.

Também tem tema de sushi, hein. Esse aqui é… frango frito? E, esse aqui, frango sobrando de comer? Esse aqui, peixe seco… obra bem ousada mesmo, hein…

Esse aqui é magnético, dá pra colar na geladeira, será? Tem costeleta de cordeiro, cogumelo shiitake, barriga de atum gordurosa e afins. Isso também é realista.

Fora isso, tem até porta-caneta de lótus, marca-página de bacon, e caderno de vocabulário de sanduíche.

Bom, esse tipo de espírito lúdico é importante mesmo, penso.

Esses aqui, dá pra comprar até pras crianças mesmo.

Isso à parte, dessa amostra de comida séria, quero comprar uma pro Kurafuto-san, deus do artesanato. Quero mostrar a técnica japonesa.

Qual escolho, hein… vou de napolitana clássica com garfo erguido? Não, esse bife de contrafilé também parece realista.

Depois de muita indecisão, decido pelo bentō sortido. Achei que ter várias coisas dentro ia agradar mais.

A Sutefu e a Sū também parecem decidir comprar chaveiro combinando.

— Isso é ruim, essa rua comercial tem tentação demais. Item raro, coisa interessante em profusão, sem perceber, acabo entrando na loja um atrás do outro…

Sinceramente falando, mesmo pensando "será que vou usar isso mesmo?", sem perceber, minha mão se estica. Porque não vende em nenhum outro lugar, viu… sinto que, se perder essa chance, nunca mais consigo pegar de novo…

— Otō-sama, Otō-sama! Tem coisa incrível!

— Espera aí, Furei. Já vi tanta coisa que meu papai já tá cheio… o que é isso, afinal…?

No lugar onde fui levado puxado pelo braço pela Furei, não tinha loja, e sim espaço levemente aberto com estátua dourada de kappa colocada.

Não é kappa deformado fofo. É kappa realista em tamanho real.

Proporção esbelta, com pano na cintura só. Na mão direita, segura vara de pesca, e na mão esquerda, carrega embaixo do braço peixe grande.

— Estátua de kappa Kawatarō…?

Tem nome, você…

Sendo "Rua de Utensílios de Kappabashi", será que é origem do nome do lugar, hein…

Lendo o marco de pedra ao lado da estátua, com certeza, dizem que, antigamente, kappa ajudou no controle de água por aqui, sendo lenda local.

— Parece com o Gōrudo!

Vendo a estátua de kappa dourada brilhando, a Sutefu, vindo de trás, fala isso. Bom, os dois são dourados, afinal… o resto do pessoal que veio depois também olha o kappa com rosto estranhado.

— Isso é goblin? Não deveria ter monstro nem fera mágica aqui?

— Não, isso é chamado de "yōkai", ser fictício… considerado assim.

Diante da dúvida da Yumina, só consigo responder isso. Se kappa existe de verdade ou não, eu não sei.

Mas, nessa rua comercial que faz até essa estátua assim, falar "kappa não existe" com convicção, sinto certo receio.

Feito sem pensar, junto as mãos, rezando pela segurança da viagem. Não sei se recebo benção de kappa, no entanto.

Voltando pra exploração da rua comercial.

Olhando de novo, tem kappa aqui e ali, hein. Marca de kappa e boneco deformado de kappa chamam atenção. Sendo símbolo daqui, sendo natural.

Mas realmente tem várias coisas mesmo, hein. Quase tudo relacionado a comida, mas divertido só de ver.

Por um instante, tinha loja tipo confecção, achando estranho, mas o que vendia era avental, roupa de cozinheiro, coisas tipo toalha e toalha de mesa. Até tem roupa que funcionário de restaurante usa. Bem completo, hein.

Aqui, compro avental pra Rū e a Āshia. Mesmo avental do outro mundo não tendo problema funcional, roupa da Terra é bem mais elegante mesmo.

Também tinha até placa a colocar na frente da loja, lanterna vermelha, e vitrine a colocar na frente da loja. Se pessoa querendo abrir estabelecimento gastronômico vier aqui, não consegue reunir tudo?

Também tem loja vendendo objeto decorativo de gato da sorte, sete deuses da fortuna, texugo. Aa, esse tipo de coisa fica colocado na frente da loja mesmo. …Gato da sorte do Kohaku, não, tigre da sorte, será que faço?

— A, Okā-sama, é loja de tempero!

— Isso não posso deixar passar!

— Aa, de novo…

A dupla mãe-filha Rū-Āshia investe na loja que ativou o sensor de culinária delas.

Atravessando a rua daqui pra ali, extremamente animadas, hein… pras duas, aqui talvez seja país dos sonhos mesmo.

Toda vez que elas entram na loja, nossa bagagem aumenta. Bom, sem perceber, aos poucos, guardando no [Storage], diminuindo, mas…

Terminando de explorar toda a rua comercial, a Rū e a Āshia mostravam rosto extremamente satisfeito e feliz.

— Aproveitei muito!

— Fiquei completamente satisfeita!

— Que bom mesmo…

Eu, levemente cansado…

Achei que ia direto pra Asakusa assim, mas, antes disso, ficando com fome, decidimos comer em algum lugar. Já passou bastante do meio-dia, afinal.

Não teve desejo específico de ninguém, então entramos num restaurante popular que encontramos no caminho. Talvez por passar o pico do almoço, quase sem clientes, sendo mais de vinte pessoas, mas conseguimos sentar sem esperar, sorte mesmo.

O cardápio tá escrito em placa de madeira alinhada na parede. Bastante, hein…

Curry rice, katsu curry, chāhan… além de comida com arroz, também tem tigela tipo tempurá-don, katsu-don, e até comida chinesa tipo ramen, tanmen.

Fora isso, parece que dá pra pedir individualmente coisa tipo peixe frito ou hambúrguer. Qual escolho, hein…

A, tem napolitana. Talvez por ter visto na amostra de comida agora há pouco, de repente, deu vontade de comer. Certo, vou de napolitana.

Comer napolitana num restaurante popular bem japonês assim, sensação levemente estranha, mas, sendo que tá no cardápio, não deve ter problema.

As esposas e as crianças também pedem cada uma o que gosta.

Enquanto esperamos a comida, discretamente, embaixo da mesa, deixo cair a bagagem no [Storage]. Não guardo tudo. Se, ao entrar, tava carregando bastante bagagem, e, ao sair, sem nada nas mãos, também desperta suspeita. Sem despertar suspeita, moderadamente, aos poucos.

Enquanto isso, comida um atrás do outro se alinha na mesa. Igual sempre, a quantidade da Yae e da Furei é bastante, hein… a senhora do restaurante popular pergunta com voz preocupada "tá tudo bem mesmo?" pras duas. Tá tudo bem. Aquelas duas não são comilonas comuns.

— Toma, napolitana chegou!

— Opa, chegou, chegou

Cebola, bacon, pimentão, napolitana bem simples mesmo. Massa de macarrão originada no Japão, que não existe em Nápoles.

Uhum, gostoso. Não é absurdamente gostoso, mas é sabor tranquilizador.

— Gostoso?

— Uhum, gostoso. Isso, dá certo.

Respondendo isso pra Rīn sentada ao lado, ela ri baixinho, "kusuri", limpando meu rosto com guardanapo de papel colocado na mesa.

— Não come apressado. Se acalma um pouco.

— A, Sim…

Gu, fui tratado como criança…! Como pai e como marido, isso é vergonhoso…! Talvez seja desculpa, mas a boca é pequena, viu…

Escondendo a vergonha, sem apressar, como devagar, "mogumogu", a napolitana. …Gostosa, mas, talvez seja bastante volume pra criança. Mesmo assim, terminei de comer tudo. Barriga cheia.

De relance, olhando pro lado da Yae e do pessoal, vários pratos vazios tavam empilhados. Interessante ver a senhora e o senhor lá do fundo da cozinha, olhando pra cá com rosto boquiaberto.

A Yae e o pessoal, talvez por causa da amostra de comida vista antes, parece que o apetite ficou mais forte que o normal.

Certo, próximo, vamos curtir passeio em Asakusa, elegante.


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