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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 634

Um Outro, e o Futuro Brilhante

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Capítulo 634 – Um Outro, e o Futuro Brilhante

— Certo, tá bom assim…

Ajusto a moldura pendurada na parede do escritório, acenando sozinho, satisfeito.

Dentro, tá a foto de família com todo mundo tirada ontem. …Bom, como a diferença de idade não é tão grande assim, mais que foto de família de pais e filhos, tem sensação de foto de turma toda de escola anexa ou algo assim.

Vou colocar também em porta-retrato em cima da mesa do escritório, decorando. Conforto pra quando ficar cansado do trabalho. Quando a Yakumo e a Furei nascerem, preciso decorar a foto de cada uma também. Será que cabe tudo em cima da mesa? Assim… deixando espaço pra metade, será que dá pra encaixar…?

Aa, melhor fazer álbum também, será. Foto dá pra gerenciar no smartphone, mas, além disso, melhor deixar também impresso guardado. Preciso preparar pras nove.

Terminando o trabalho de hoje, vou até encontrar as crianças.

Poder ter contato com as crianças também, hoje é o último dia. Amanhã preciso mandar de volta pro futuro.

Pensando nisso, o passo fica meio pesado. Isso não pode, hein…

Indo pra sala, como esperado, sendo amanhã despedida, todo mundo tava reunido junto.

A Yakumo e a Furei, como sempre, cruzam espada no jardim além da varanda, e a Yae e a Hiruda observam isso da varanda. As duas também parecem querer participar, mas, agora, sinceramente, por favor, se contenham. Ainda não tá aparecendo tanto assim, mas sendo grávida, afinal…

A Kūn desmonta carrinho de controle remoto na mesa do canto da varanda, e, ao lado, a Rīn sentada, lê livro comprado na Terra.

A Yoshino toca ukulele comprado em Waikiki na Terra, e a Sakura canta baixinho acompanhando.

A Āshia e a Rū avaliam mutuamente o biscoito que fizeram, e a Eruna e a Eruze, a Rinne e a Rinze saboreiam com gosto esse biscoito.

O Kuon joga videogame portátil comprado pelo meu pai com a Sutefu, e a Yumina e a Sū observam isso com sorriso carinhoso.

— Tō-sama! Já terminou o trabalho?

— Terminei. Hoje já não tem mais nada.

— Ebaa! Então vamos brincar junto!

A Sutefu ergue os dois braços cheia de energia, mas o controle caiu, viu. Isso não pode durante jogo de disputa mesmo, né.

Nesse intervalo, o personagem do Kuon acerta o golpe especial, conquistando a vitória.

— Nī-sama, injusto!

— Disputa é coisa cruel mesmo.

A Sutefu fica brava, "punsuka", mas o Kuon parece indiferente a isso.

Falando nisso, o videogame portátil do Kuon foi imediatamente analisado com [Análise] pelo Doutor, ganhando controle sem fio exclusivo e projetor de ar, virando algo completamente diferente com opções adicionadas.

Quando o Kuon joga sozinho, parece que remove isso, jogando no estado normal, mas, quando joga com a família ou várias pessoas, parece jogar com as opções.

Bom, do jeito original, a tela é pequena, e o controle também é pequeno, afinal.

— Tō-sama também joga!

— Hoho. Desafiar eu, nascido justamente na terra natal do videogame. Tá bem, vou ser seu oponente.

Falando essa frase levemente tipo vilão, troco de lugar com o Kuon, segurando o controle.

Nunca joguei esse jogo de disputa, mas é a obra mais recente de série antiga que jogava originalmente com o vovô. Da época daquele então, tem bastante personagem que também existe agora. Método de operação não deve ter mudado tanto assim desde aquela época.

Escolho personagem principal, digamos clássico, disputando com a Sutefu.

— Nu, gu, ga!?

— E, o que foi isso!? …Mentira, viu.

Num piscar de olhos, perco duas derrotas seguidas. Ou melhor, nem entendo bem o que fizeram comigo…

Achei que apanhei uma vez, e, em seguida, veio chute e soco sem parar, e, achando que fui erguida no ar, veio voando algo tipo golpe especial.

Não, vocês nem faz um mês que tocaram nesse jogo, né…? Crescimento de criança é assustador mesmo…

— Tōya, aliviar a mão também é bom, mas responda direito. A Sutefu também não deve achar graça, né.

— H, haha… c, com trabalho de papelada, meus olhos ficaram meio piscando demais, então hoje não consigo mostrar minha força total, será?

A Sū, sem entender nada, sem querer me encurrala. Ao lado, a Yumina, parece ter percebido, com sorriso amargo.

Depois disso, passamos o dia jogando jogo de tabuleiro com todo mundo, ouvindo canção da Sakura e performance da Yoshino, saboreando doce de chá da Āshia e da Rū, tipo convívio familiar mesmo.

Decidi passar com as esposas normalmente mesmo no último dia. Não é despedida eterna. Algum dia, vamos encontrar todo mundo de novo. A Yakumo e a Furei, daqui um ano, já vão estar junto.

Também sei que vai chegar de novo o dia de viver todo mundo junto desse jeito. Por isso, normal mesmo já tá bom.

As crianças decidiram dormir em quarto separado, cada uma com a própria mãe. Como resultado, eu durmo sozinho. Solitário…

Bom, não tem jeito mesmo. As crianças também devem estar aproveitando a última noite. Pai é coisa que aguenta esse tipo de hora, provavelmente.

Entro na cama, deitando.

………………….não consigo dormir.

Enquanto viro no futon, "mozomozo", sem sentido, penso nas coisas até agora.

As crianças chegaram, ficou animado. Sem perceber, isso virou cotidiano natural, e ter medo de perder virou natural também.

Se pudesse, queria manter isso ao meu lado.

Mas isso seria traição pro eu do futuro. O eu do futuro também deve ter se separado das crianças no passado, provando essa solidão.

Agora há pouco, achei que não era despedida eterna, fazendo pose de forte, mas, mesmo assim, sentir falta é sentir falta, hein… virei sentimental demais, hein.

— O futuro tá longe, hein…

— Não tanto assim, viu. Quando percebi, foi num piscar de olhos.

Salto na cama diante da voz chamada de repente.

Dentro do quarto meio escuro, iluminado pela lamparina, no canto do quarto, na cadeira ao lado da mesa, tava sentado um jovem.

— Eu do futuro… é?

— Resposta correta. Não mudei tanto assim, né?

A pessoa sentada ali era eu. Não, mudou razoavelmente, viu? Sinto que tá levemente mais alto que eu, e o rosto também tá levemente mais maduro. Se tem algo que me chama atenção, seria a voz, será… própria voz, ouvindo de si mesmo, sente estranheza mesmo, hein…

…Uhum, bom, tá razoavelmente bonitão, não? Opa, acabei me autoelogiando. Vergonhoso.

Ou melhor, veio do futuro, é? Deveria ser proibido fazer movimento temporal além de atravessar mundo, no entanto…

— Aa, tenho permissão de Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo e da vovó Tokie, viu. Ou melhor, eu também, doze anos atrás, encontrei o eu do futuro, então isso já tava dentro do planejado, viu.

— Entendi mesmo…

Quer dizer que, eu também, daqui doze anos, vou encontrar meu eu do passado igual ele? Será que vou conseguir lembrar…?

Mas, doze anos depois? Por volta dos trinta anos, é? Não importa como veja, parece pouco mais de vinte anos, no entanto. Como esperado, será que, por ter virado raça divina, o crescimento parou?

— Isso mesmo. Crescimento… ou melhor, envelhecimento parou. Pra piorar, barba também parou de crescer. Não sai dignidade nenhuma. Numa época, tentei usar barba postiça, mas as esposas reprovaram bastante, então acabei desistindo.

Ooou, tem esse tipo de efeito colateral, hein… não precisar fazer barba toda manhã até parece coisa boa, no entanto.

— Antes de mais nada, obrigado, viu. Por cuidar das crianças. Foi trabalhoso, né?

— Isso, bom… espera, sendo eu mesmo, já sabe, né?

— Não, sendo coisa de doze anos atrás, como será que foi, hein. Não tenho tanta memória de que foi trabalhoso assim, não.

Tá tudo bem eu…? Não tá começando esquecimento, né? Por mais que seja, é cedo demais pra isso, viu.

— Sabendo que ia acontecer, mesmo assim, deixar de sentir a mana das crianças me deixou realmente ansioso mesmo. Até a vovó Tokie aparecer, fiquei impaciente demais.

— Opa? As crianças não voltam pro momento exato que desapareceram?

Se não me engano, senti que ouvi esse tipo de explicação da vovó Tokie.

— Não é que aparecem no exato momento que desapareceram, não. Tem atraso de várias dezenas de segundos. Senti como se tivesse passado até uma hora. Por isso, quando voltaram em segurança, fiquei realmente feliz.

……Nn? Pela conversa, o eu diante dos olhos não seria o eu do futuro que tá pra mandar as crianças embora agora? Eu de depois disso? Não, isso também sou eu, então não é estranho, será?

— Não sou o eu do futuro que mandou as crianças de volta. Eu vim de algumas semanas depois disso. Fui pra Terra com as crianças, encontrar meu pai e o pessoal, afinal.

— E, voltando, foi direto pra Terra de novo!?

Não, os eus do futuro devem ser diferentes, mas as crianças acabaram de voltar da Terra há uma semana, no entanto.

E foram de novo? Tipo continuação de algum filme de salto no tempo, mandado de volta pro futuro, e, logo em seguida, voltando de novo…

— Meu pai e o pessoal devem ter ficado surpresos, né… não, será que fomos até meu pai e o pessoal de época diferente da que fomos?

— Uhum. Esse mundo e a Terra têm fluxo de tempo diferente, mas, doze anos depois da época que vocês foram, na Terra. A Fuyuka já tá até no ensino fundamental dois.

A Fuyuka no ensino fundamental dois…! Não consigo nem imaginar, hein.

Mas, na verdade, sendo que já é mais velha que as crianças, deve ser diferença de idade natural na época dele, será.

— Da próxima vez que for pra Terra com as crianças, planejo ir pro passado. Senão, meu pai e o pessoal não vão conseguir ver as crianças de jeito nenhum até doze anos depois, afinal.

— Aa, entendi… complicado, hein…

Mesmo a gente voltando pra casa todo ano, não dá pra levar as crianças junto, afinal… provavelmente, a volta pra casa do ano que vem, a Yakumo e a Hiruda devem ficar cuidando da casa com as crianças recém-nascidas.

Parece que mandar foto pro outro lado não tem problema, então pretendo mandar mesmo assim.

— Falando nisso, no final, meu pai e o pessoal, vieram pro outro mundo mesmo?

— Uhum, justamente pra isso que fui pra Terra dessa vez. Desde alguns anos atrás, tava planejando com meu pai e o pessoal, e, dessa vez, voltei trazendo os três. Já não tem mais problema em deixar encontrar as crianças, afinal.

E!? Se for isso, já vieram pro outro mundo!? Não, é história de daqui doze anos, mas…

Não pode ser, será que vão morar de vez?

— Não, por enquanto, é tipo home stay de um ano só mesmo? A Fuyuka também tá tratando direitinho como intercâmbio estudantil no exterior. Parece que, vivendo um ano, vão decidir o que fazer. Eu também penso que ir e voltar a cada ano também não seria ruim.

Uhum, mudança completa de residência talvez traga vários problemas mesmo, hein…

Mas, a Fuyuka vai ficar bem, hein? Deve ter convívio na escola também.

— Não, como direi… mesmo em poucos dias, já parece ter se acostumado com esse mundo mesmo… animada aprendendo magia, e parece que até fez registro de aventureira…

— Nossa irmã, agressiva demais…

Tá tudo bem mesmo? Irmão fica preocupado… diferente de mim, ela não tem habilidade turbinada por deus, afinal.

Provisoriamente, parece que a Buranka, a cadela deus subordinado, tá sempre junto, então acho que não vai cair em perigo tão facilmente assim, mas…

— Minha mãe também tá absorta em magia, e meu pai também ficou com tensão alta vendo Frame Gear…

— A… consigo imaginar até certo ponto…

Originalmente, quem me mostrou anime de robô quando criança foi meu pai, afinal. Se não me engano, minha mãe também falou que via anime de garota mágica quando criança.

É resultado meio inevitável mesmo, digamos.

— Bom, se tão aproveitando, não seria bom? Penso que é dever filial que não consegui fazer até agora.

— Fala como se fosse assunto de outra pessoa, mas você também vai passar pela mesma coisa no futuro, viu? Melhor já se preparar mentalmente desde agora.

Ugh. Veio flecha de argumento correto absurdo. É coisa natural mesmo, no entanto.

— Minha mãe também tentou fazer registro de aventureira, mas, como esperado, impedi isso. Quando falei "pensa na idade", levei soco de punho fechado com força total. Se lembrar até daqui doze anos, melhor não falar isso.

— Haha…

Não dá pra rir.

Bom, minha mãe teve a mim ainda adolescente, então é jovem, mas, mesmo assim, no futuro, deve estar perto dos cinquenta, né…? Como esperado, registro de aventureira com essa idade deve ser forçado demais mesmo…

Parece que meus pais, vindo pro outro mundo, ficaram razoavelmente desenfreados mesmo. Isso, com certeza, vai virar mudança de residência mesmo… só não sei o que vai acontecer com a Fuyuka, no entanto.

Deve ter razoável quantidade de gente que mora sozinha longe dos pais desde o ensino médio, então não seria estranho fazer isso também. Família estar em outro mundo deve ser coisa rara, no entanto…

Eu também, de forma irregular, mas, no primeiro ano do ensino médio, já saí de perto dos pais mesmo.

— Bom, a Fuyuka viver sozinha na Terra também é uma opção. Só que, hein…

O eu do futuro, com rosto extremamente carrancudo, cruza os braços, olhando pro alto.

— Se meu pai e minha mãe também sumirem, tenho a impressão de que essa criança vai perder o freio de vez…

— Que tipo de filha descontrolada é essa, hein? Nossa irmã…?

Estranho. A Fuyuka deveria ser criança fofa tipo anjinho. O que aconteceu nesses doze anos!?

— De vez em quando, sinto até que é reencarnação do vovô.

— Não fala coisa assustadora dessa!

Aquele anjinho tão fofo, ser reencarnação do vovô, impossível…! Se for verdade mesmo, vou reclamar em segundos pra Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo.

— Ouvindo essa história, sinto que a Fuyuka combina mais com o outro mundo, hein…

Melhor morar de vez no outro mundo, junto com meu pai também. Mesmo abandonando o ensino médio, dá pra dar um jeito, né?

— Aquela criança, parece que quer virar criadora de jogo. Por isso, quer ir pra escola técnica especializada de lá. Falou que a atividade no outro mundo é pesquisa de campo pra dar realismo.

— Já tá com plano de vida montado até isso…!?

— Falou que vai fazer o melhor jogo otome.

— Por que virou nessa direção, hein…?

Passou pela cabeça o rosto da cunhada que talvez seja a causa raiz, mas, não pode ser, né…?

Ou melhor, isso, a Fuyuka ter virado assim, não seria influência das nove cunhadas…?

Deixa eu ver, jogo otome é aquilo, né, jogo de romance voltado pra mulher. Pesquisa de campo do outro mundo significa jogo de romance ambientado em mundo de fantasia, é?

Uma criança que, semanas atrás, ainda andava cambaleando, "yochiyochi", de repente despertar pra esse tipo de gosto, sinto sentimento sutil mesmo… não, pra ela mesma, não deve ser de repente assim, no entanto.

Bom, ter encontrado objetivo de vida cedo é coisa boa… né? Né?

— De alguma forma, sinto que vem futuro absurdamente trabalhoso me esperando, hein…

— Se preocupa, se preocupa, jovem. Eu também já passei por esse caminho. Não pode ser que só você não passe por isso.

Olhando pra mim, com a cabeça cheia de várias ansiedades, o eu do futuro mostra sorriso, "niyaniya", meio malicioso. Ugh, esse aqui tem personalidade ruim mesmo! Droga, era eu mesmo!

— Bom, seja as crianças, seja a Fuyuka, eventualmente, cada uma começa a caminhar pelo próprio caminho, isso.

— Levemente solitário, hein…

Já entendo. Que não dá pra ficar junto pra sempre. Filho se afasta dos pais, algum dia, virando pai também. Igual eu fui também.

Será que meu pai e minha mãe também sentiram esse tipo de sentimento.

— Mesmo caminho se separando, também tem hora que se aproxima de novo. E ainda, temos nove parceiras confiáveis, né? Com elas, vamos caminhar junto pelo longo caminho pra sempre. Não tem coisa mais reconfortante que isso, né?

— Haha, de fato.

É isso mesmo. Daqui pra frente, não importa que dificuldade espere, com elas, dá pra superar. Mesmo sentindo falta de se separar, se pensar que, adiante disso, tem futuro maravilhoso, talvez não seja nada demais.

— Obrigado. Fiquei um pouco mais aliviado.

— Só tô me encorajando eu mesmo, não é nada demais, não.

— Nn? Não me diga que, doze anos atrás, falaram a mesma coisa pra você?

— Não lembro palavra por palavra, mas, provavelmente, devem ter falado a mesma coisa mesmo.

Sou intrometido comigo mesmo, hein. Bom, sendo grato, é grato mesmo, no entanto.

Existe provérbio "fazer favor não é pra outra pessoa", mas acho raro exemplo de retornar tão diretamente assim pra si mesmo.

— Certo, já vou indo, então. Amanhã tem cerimônia de inauguração da transmissão de imagem espiritual.

O eu do futuro se levanta da cadeira.

— Isso é aquilo que o Kuon falou, de televisão?

— Isso. Por ora, pretendo formar algumas unidades com as crianças que cantam bem que a Sakura ensina, fazendo cada uma cantar música diferente.

— Produzindo unidade de ídolo, é…

Não pode ser, será que vai fazer votação de popularidade também. Votação de popularidade, toda vez que penso, sempre sai alguém que fica em último lugar, então queria evitar isso, viu… dizem que mundo do entretenimento é mundo de comer ou ser comido, sobrevivência do mais forte.

Bom, desse tipo de coisa que nasce estrela principal mesmo, provavelmente…

— Não só canto, também pretendo fazer teatro e afins.

— É programa de televisão de verdade mesmo, hein…

O futuro Brunhild parece que vai virar centro de transmissão de informação pro mundo.

Preciso me esforçar olhando firme pro futuro mesmo.

— Então, até algum dia. Acho melhor não se encontrar demais, no entanto.

— Uuum, esse tipo de hora deve ser quando acontecer algum problema grande, né…

— É isso. Então, até mais, eu.

— Até mais, eu.

"Fu", sem som, o eu do futuro desaparece. Por um instante, pensei que talvez fosse sonho, mas, beliscando a bochecha, dói. Não foi sonho, hein.

Entro na cama, deitando. Estranhamente, a ansiedade e solidão esquisita de agora há pouco já desapareceram completamente, limpo.

Será que o eu do futuro também sentiu esse tipo de sentimento tranquilo.

Tá tudo bem. Nosso futuro é brilhante. Futuro caloroso onde as crianças riem juntas, com certeza, existe adiante. Se for isso, vou acreditar nisso, fazendo o que consigo fazer.

Pensando nesse futuro que vai chegar algum dia, sem perceber, caio no mundo dos sonhos.

E chega a manhã da despedida.


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