Posfácio
Muito prazer. Ou então: há quanto tempo. Aqui é Hagure Metabo.
Agradeço por ter pegado nas mãos esta obra modesta, «A Livid Lady’s Guide to Getting Even 2 — Vou esmagar minha pátria com o poder dos grimórios».
Como o volume anterior tinha um desenvolvimento que divide um pouco os gostos, eu andava preocupado se os leitores o aceitariam; mas ele chegou às mãos de muito mais gente do que eu previa, e isso me deixou surpreso e imensamente feliz.
Além disso, depois do lançamento do volume anterior, a editora me deu a oportunidade — imerecida — de escrever autógrafos. Isso me deu um trabalho danado. Minha letra, por mais generoso que se queira ser, não se pode chamar de elegante. Em especial o “は” e o “れ” de «Hagure Metabo» não me satisfaziam de jeito nenhum. No fim das contas, quebrando um pouco os traços, acho que consegui dar um jeito de disfarçar.
Pois bem: nesta obra entra em cena para valer a boticária e aventureira «Yuka Kusunoki» e, na verdade, essa Yuka é, em certo sentido, a personagem por quem tenho mais apreço. Isso porque Yuka foi a protagonista do primeiro romance que escrevi. Por esse apego, em outra obra que publico na web também aparece uma menina de ares japoneses, boticária, aventureira e usuária de machado; e, quando vi a Yuka desenhada por Masami, houve uma emoção diferente da que senti ao ver o desenho de Elizabeth, a protagonista.
Já tinha pensado nisso ao escrever o posfácio anterior, mas continua difícil emendar uma historinha com os agradecimentos. Será que um dia eu também vou conseguir mudar de assunto com a fluidez dos colegas mais experientes?
Sendo assim, aos agradecimentos.
À ilustradora Masami. Obrigado mais uma vez por desenhar os personagens desta obra modesta. Ver Yuka, Roselia, Alice e os demais novos personagens ganharem formas esplêndidas é motivo de imensa gratidão.
À Ono Imo, que faz a adaptação em mangá. Aguardo com prazer, a cada capítulo, as aventuras de uma Elizabeth estilosa e adorável.
Ao meu editor, senhor S. Sou muito grato por me guiar, sendo eu um sujeito de comunicação ruim que entra em pânico a cada telefonema.
E agradeço profundamente às muitas pessoas que se empenharam na publicação deste livro.
Os saltos que vocês todos me deram para calçar ficam cada vez mais altos; a esta altura já quase dá para atravessar o mar interior de Seto a pé.
E, por último, aos leitores.
Se pude reencontrá-los assim, é única e exclusivamente graças aos leitores que me apoiaram.
Muito obrigado, de verdade.